Foram cinco anos de NFL até aqui para o ex-atleta de Texas A&M, DeMontre Moore. Depois de disputar 42 jogos durante as três primeiras temporadas atuando pelo New York Giants, o defensive end jogou apenas sete partidas nos últimos dois anos, atuando pelo Miami Dolphins e Seattle Seahawks.

Ele ainda teve passagem por Oakland durante 88 dias da offseason de 2016.

Seu tempo nos Giants teve o seu fim após uma briga com um colega de equipe por causa de um fone de ouvido, embora sua baixa produção possa ter pesado na decisão do time de mandá-lo embora.

Defendendo a equipe de Eli Manning, Moore anotou 8,5 sacks em três anos, incluindo 5,5 em 2014. Após sair do time, o defensor jogou 3 partidas pelos Dolphins em 2015 e quatro jogos pelos Seahawks em 2016. Ele voltou à sua cidade de origem após assinar com os Cowboys, que precisavam aperfeiçoar seu pass rush.

“Eu pensei em algumas outras opções”, revelou o atleta. “Mas os Cowboys demonstraram mais amor. Eles agiram como se me desejassem. E só de ter a oportunidade de retornar à minha cidade natal, pensei ‘por que não?'”.

Agora, o defensive end só pensa em recomeçar sua carreira na liga, contribuindo com sua nova equipe de todas as maneiras que puder, até mesmo no time de especialistas.

“DaMontre tem feito um bom trabalho conosco”, disse o treinador Jason Garrett. “Ele tem trabalhado duro e tem habilidade e explosão.”

Garrett também comentou que Moore se encaixa melhor na equipe como right end, mas apesar disto ele também tem treinado do lado esquerdo da linha, além de praticar também como gunner no special team.

Independente de qual posição jogará, Moore só pensa em deixar seu passado manchado para trás, focando unicamente na chance de poder jogar mais uma vez na NFL.

“Tudo acontece por alguma razão”, ele disse. “Como Drake (cantor) disse: ‘é melhor tarde do que nunca’. E como [Albert] Einstein disse: ‘há 300 maneiras de como não fazer uma lâmpada, tentei todas até aprender como fazê-la’.

Obviamente, Moore confundiu Einstein com Thomas Edison. E ele logo se consertou após perceber o erro.

Foi um pequeno deslize sobre história que os Cowboys podem conviver. O sentimento da frase é o que interessa. E ele está mostrando que está disposto a fazer a sua luz brilhar.

Márcio Silveira
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Márcio Silveira

Colaborador em Blue Star Brasil
Torcedor do Dallas Cowboys desde 2011, quando passou a acompanhar a NFL. Sonha em ver o time no Super Bowl cada vez que a temporada começa.
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