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Gabriel Plat

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Curte NFL por escolha e o Dallas Cowboys por amor. Aprecia a boa música e compartilha outro sofrimento: o Botafogo. Um dos participantes do podcast.

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Foto: Margaret Bowles / AP Images

O RECAP segue com força total! Dessa vez, vamos falar de nada menos que os tight ends, posição mais do que consolidada por conta do titular do Dallas Cowboys.

Mas será que todos foram bem esse ano?

Confira nossas análises abaixo:

 


 

Jason Witten

 

Números Individuais

  • 16 jogos
  • 87 passes em sua direção
  • 63 recepções (72,4%)
  • 1 Drop (1,1%)
  • 560 jardas recebidas (8,9 jardas por recepção)
  • 101 jardas após a recepção (1,6 jardas por recepção)
  • 5 Touchdowns
  • 1 Fumble

 

Premiação Individual

  • Jogador com mais jardas da história do Dallas Cowboys (12.448)
  • 4º Jogador com mais recepções na história da NFL (1.152)

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$12.262.000,00
  • Salário em 2018: US$6.500.000,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2021

 

Pontos Positivos

Jason Witten pode não ter números fantásticos de jardas recebidas por jogo, mas ainda é um alvo mais do que confiável. Witten ainda é uma máquina de converter terceiras descidas e, é claro, TDs quando é acionado na end zone.  Sua regularidade e físico ainda impressionam, já que ele ainda se mantém sem perder nenhum jogo da temporada. O último jogo que ele não participou foi em 2003, quando era calouro.

 

Pontos Negativos

Apesar de ainda ser regular, é nítida a queda de rendimento de Witten por conta da sua idade. Seu número de jardas totais só não foi o pior da carreira porque em seu ano de calouro ele perdeu parte da temporada por uma lesão. Seus números de recepções e passes lançados em sua direção também foram os piores desde o ano de calouro. Por fim, Witten teve uma queda de rendimento nos bloqueios, um de seus pontos fortes.

 

Fica para a próxima temporada?

Possivelmente. Jason Witten tem contrato e já disse que não irá se aposentar.

 


 

James Hanna

 

Números Individuais

  • 16 jogos
  • 9 passes em sua direção
  • 4 recepções (44,4%)
  • 0 Drops
  • 88 jardas recebidas (22 jardas por recepção)
  • 29 jardas após a recepção (7,3 jardas por recepção)
  • 1 Touchdown
  • 0 Fumble

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$3.000.000,00
  • Salário em 2018: US$3.500.000,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2018

 

Pontos Positivos

Utilizado mais para bloquear, James Hanna mostrou ótima capacidade no jogo aéreo essa temporada. A prova disso foi seu primeiro touchdown da carreira, contra o Rams, e uma linda recepção contra o Giants, indicando que ele pode ser mais usado em jogadas de passe.

 

Pontos Negativos

James Hanna recebe cerca de 3 milhões de dólares por ano e não passa de um tight end reserva. Apesar de ser útil, é difícil dizer que seu salário é justificado pela sua atuação em campo.

 

Fica para a próxima temporada?

Provável. James Hanna tem a confiança da comissão técnica, mas uma cláusula em seu contrato pode fazer com que ele seja cortado nessa offseason para liberar espaço na folha salarial.

 


 

Geoff Swaim

 

Números Individuais

  • 15 jogos
  • 2 passes em sua direção
  • 2 recepções (100%)
  • 0 Drops
  • 25 jardas recebidas (12,5 jardas por recepção)
  • 12 jardas após a recepção (6,0 jardas por recepção)
  • 0 Touchdowns
  • 0 Fumbles

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$628.683,00
  • Salário em 2018: US$718.685,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2018

 

Pontos Positivos

Geoff Swaim se manteve como um tight end mais voltado para bloqueios e voltou a ser sólido. Cotado para ser cortado na sua temporada de calouro, Swaim surpreendeu e agora é uma peça útil ao elenco da equipe.

 

Pontos Negativos

Com a volta de James Hanna, Swaim perdeu espaço, tanto em jogadas de corrida quanto em jogadas de passe. Foram apenas duas recepções em toda a temporada, muito pouco.

 

Fica para a próxima temporada?

Possível. Swaim ainda tem seu último ano de calouro e o baixo salário joga a favor de sua permanência.

 


 

Reservas / Outros

 

Situação Contratual

  • Rico Gathers
    • Salário em 2016: US$348.000,00
    • Salário em 2017: US$480.000,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2019
  • Blake Jarwin
    • Salário em 2016: US$273.530,00
    • Salário em 2017: US$555.000,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2019

 

Pontos Positivos

Rico Gathers fez uma excelente pré-temporada e isso lhe rendeu uma vaga no elenco principal. A evolução que ele teve de 2016 para 2017 traz esperanças pelo que ele pode ser em 2018. Blake Jarwin apenas compôs elenco e não jogou nenhuma partida.

 

Pontos Negativos

Gathers infelizmente teve uma concussão na pré-temporada que o tirou de toda a temporada regular. É o segundo ano do jogador no Dallas Cowboys que ele não contribui de fato para o time principal.

 

Ficam para a próxima temporada?

Provável. Rico Gathers deverá fazer parte do elenco principal de 2018, enquanto Jarwin pode ganhar uma oportunidade na pré-temporada.

 


 

O que esperar da posição para 2018?

Depois de uma incógnita para 2017, a posição de tight ends parece ter ganhado forma em Dallas. Melhor ainda: o time já parece ter uma estratégia para o futuro.

Com Jason Witten envelhecendo e se aproximando da aposentadoria, o time precisa buscar um sucessor ao número 82. Diante da ótima atuação que Rico Gathers teve na última pré-temporada, é possível que ele receba uma oportunidade para mostrar que pode ser o sucessor de Witten em Dallas.

Do outro lado, James Hanna e Geoff Swaim seguem com moral no elenco, mas um dos dois podem acabar saindo devido ao fato de o time não precisar de quatro tight ends. Por conta do alto salário, Hanna pode ser o escolhido a deixar a equipe.

Como é esperado que Rico Gathers tenha uma oportunidade no elenco principal, é difícil acreditar que veremos o time selecionando um tight end no Draft ou indo atrás de alguém na free agency.

 


 

Conclusão

Com Jason Witten no elenco, a posição de tight ends sempre será consistente, visto que ele joga praticamente 100% dos snaps. A dúvida fica por conta de seus reservas.

Diante da boa expectativa de Rico Gathers, o jogador deverá ser aproveitado em 2018, enquanto James Hanna e Geoff Swaim podem acabar disputando por uma vaga para a temporada regular.

Com a posição bem definida para a próxima temporada, será difícil termos surpresas e caras novas nessa offseason.

 


Quer ver as análises de todas as posições? Então clique aqui!

 

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Foto: Jerome Miron / USA TODAY Sports

O RECAP chega agora aos recebedores. No terceiro texto da série, a hora é de falar dos wide receivers, que passaram por um momento turbulento. Mas será mesmo que foi tão ruim assim?

O resultado você vê abaixo.

 


 

Dez Bryant

 

Números Individuais

  • Recebendo
    • 16 jogos
    • 132 passes em sua direção
    • 69 recepções (52,3%)
    • 6 Drop (4,5%)
    • 838 jardas recebidas (12,1 por recepção)
    • 281 jardas após a recepção (4,1 por recepção)
    • 52,4 jardas por jogo
    • 6 Touchdowns
    • 1 Fumble

 

Premiação Individual

  • Jogador com mais touchdowns na história do Dallas Cowboys

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$17.000.000,00
  • Salário em 2018: US$16.500.000,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2019

 

Pontos Positivos

Dez Bryant é, sem sombra de dúvidas, o melhor recebedor do Dallas Cowboys. O jogador ainda tem a capacidade de conseguir recepções em jogadas improváveis, tornando situações desfavoráveis em favoráveis. Foi assim em jogos contra o Giants e o Redskins.

 

Pontos Negativos

Bryant teve mais um ano muito abaixo do que se espera de um jogador como ele. Além do baixo número de recepções, que até pode ter uma parcela de culpa em Dak Prescott, Dez teve seis drops em toda a temporada, número inaceitável. Bryant também foi o vilão da última derrota da temporada, a que acabou custando o sonho do time em ir para a pós-temporada, graças a um fumble e um passe que ele não agarrou e que terminou em interceptação.

 

Fica para a próxima temporada?

Provável. Apesar do ano ruim, Dez ainda tem um voto de confiança do Dallas Cowboys. No entanto, não se assustem se o jogador for trocado antes da temporada devido ao seu alto salário.

 


 

Terrance Williams

 

Números Individuais

  • 16 jogos
  • 78 passes em sua direção
  • 53 recepções (67,9%)
  • 2 Drops
  • 568 jardas recebidas (10,7 por recepção)
  • 229 jardas após a recepção (4,3 por recepção)
  • 35,5 jardas por jogo
  • 0 Touchdowns
  • 0 Fumble

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$2.250.000,00
  • Salário em 2018: US$4.750.000,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2020

 

Pontos Positivos

Terrance Williams pode não ter aparecido em algumas circunstâncias, mas nunca deixou de ser um alvo confiável. Williams foi o recebedor com maior aproveitamento de recepção em passes lançados em sua direção nessa temporada pelo Dallas Cowboys, mostrando justamente essa confiança. Contra o Chiefs, T-Will teve seu maior número de passes em sua direção na temporada e teve também seu melhor jogo: 9 recepções em 9 passes para 141 jardas

 

Pontos Negativos

Por mais que Williams tenha tido destaque em alguns jogos, ainda é difícil entender a sua renovação. T-Will ainda é um wide receiver 2 não muito confiável e que não consegue fazer o trabalho de WR 1 caso necessário. A temporada de 2017 marcou a primeira da carreira em que Williams não anotou um TD sequer, marcando mais um declínio do jogador nos últimos anos.

 

Fica para a próxima temporada?

Sim. Williams está de contrato renovado e cortá-lo em 2018 é desvantajoso para a equipe.

 


 

Cole Beasley

 

Números Individuais

  • Recebendo
    • 15 jogos
    • 63 passes em sua direção
    • 36 recepções (57,1%)
    • 1 Drop (1,6%)
    • 314 jardas recebidas (8,7 por recepção)
    • 109 jardas após a recepção (3,0 por recepção)
    • 20,9 jardas por jogo
    • 4 Touchdowns
    • 0 Fumble

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$4.000.000,00
  • Salário em 2018: US$4.250.000,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2018

 

Pontos Positivos

Em 2017, Beasley continuou sendo uma importante arma para o Dallas Cowboys. Mesmo sendo mais bem marcado pelas defesas adversárias, Cole Beasley ainda conseguiu ser importante para o ataque, principalmente em terceiras descidas. Foi o segundo wide receiver com mais TDs na equipe em toda a temporada, atrás somente de Dez Bryant.

 

Pontos Negativos

Muito por conta da marcação dupla acontecendo mais vezes, Beasley não repetiu o grande desempenho que teve em 2017. Apesar de não passar nenhum jogo zerado, Beasley também não teve nenhum jogo com mais de quatro recepções e apenas em um ele passou das 50 jardas. Muito pouco dado o ano de 2016 que ele teve.

 

Fica para a próxima temporada?

Provável. Beasley entra em seu último ano de contrato e deve cumpri-lo até o fim,

 


 

Brice Butler

 

Números Individuais

  • 13 jogos
  • 23 passes em sua direção
  • 15 recepções (65,2%)
  • 3 Drops (13,0%)
  • 317 jardas recebidas (21,1 jardas por recepção)
  • 32 jardas após a recepção (2,1 jardas por recepção)
  • 3 Touchdowns
  • 0 Fumbles

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$1.100.000,00
  • Salário em 2018: –
  • Situação ContratualFree Agent irrestrito em 2018

 

Pontos Positivos

Apesar das poucas recepções, Butler se mostrou uma arma excelente em profundidade para o Dallas Cowboys. Foram grandes recepções que decidiram alguns jogos, como a partida contra o Arizona Cardinals. Com o Dez Bryant em baixa, Brice Butler emergiu como a única ameaça real em profundidade do Time da América.

 

Pontos Negativos

Mesmo aparecendo pouco, Brice Butler teve a pior média de drops por recepção. Isso indica que Butler precisa melhorar seus fundamentos para se tornar um recebedor mais confiável e assim ganhar mais recepções.

 

Fica para a próxima temporada?

Difícil. Brice Butler disse recentemente que só irá renovar o contrato se for titular. Como na atual situação do time é improvável que ele garanta esse status, fica difícil que ele renove com Dallas.

 


 

Reservas / Outros

 

Situação Contratual

  • Ryan Switzer
    • Salário em 2017: US$606.496,00
    • Salário em 2018: US$696.496,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2020
  • Noah Brown
    • Salário em 2017: US$482.984,00
    • Salário em 2018: US$572.984,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2020

 

Pontos Positivos

Ryan Switzer é um jogador muito dinâmico dentro de campo. Apesar das poucas aparições, Switzer mostrou ser capaz de substituir Lucky Whitehead em jogadas como reverse, além de ter substituído bem Cole Beasley no último jogo da temporada. Já Noah Brown mostrou bom trabalho bloqueando, o que rendeu um aumento de snaps progressivo ao longo da temporada.

 

Pontos Negativos

Ambos os jogadores ainda são muito pouco utilizados pelo time. Isso se dá também pelo fato de não serem alvos confiáveis o bastante para conseguir mais atenção no campo de ataque.

 

Ficam para a próxima temporada?

Sim. Ambos foram bem como calouro e ainda tem todo o contrato para cumprir.

 


 

O que esperar da posição para 2018?

Dúvidas. Depois de um 2016 em que os recebedores, com exceção de Cole Beasley, tiveram uma queda de desempenho, esperava-se que em 2017 a situação se resolvesse depois de toda uma pré-temporada com Dak Prescott para melhorar a química entre os jogadores. No entanto, os problemas continuaram.

Dez Bryant continuou tendo problemas e, para piorar, passou a deixar escapar recepções que não estava acostumado a deixar. Somado a isso, temos Cole Beasley sendo dobrado nas marcações e sumindo das partidas, enquanto Terrance Williams foi mais do mesmo, não justificando seu contrato renovado. Todos esses desempenhos deixam uma incógnita para a temporada que vem.

Com Brice Butler possivelmente não retornando para a próxima temporada, não é difícil acreditar que Noah Brown possa ter um espaço maior na equipe temporada que vem. O mesmo pode-se dizer de Ryan Switzer, que pode ser mais utilizado pensando já no fato de que Beasley entrará em seu último ano de contrato.

Por fim, é possível acreditar que possam haver outras mudanças no grupo. Não é impossível acreditar que Dez Bryant possa ser trocado diante do alto salário, o que deixaria uma clara necessidade em wide receiver ao time. Dessa forma, o time precisaria urgentemente buscar uma peça no Draft.

 


 

Conclusão

Com uma pré-temporada completa para entrosar com Dak Prescott, era esperado que os recebedores do Dallas Cowboys dessem um salto de qualidade em 2017. No entanto, o que aconteceu foi o exato oposto.

Seja por problemas do QB ou não, é inegável dizer que os wide receivers tiveram problemas na última temporada. Dez Bryant mais uma vez teve uma temporada ruim e já não é mais unanimidade entre os torcedores, enquanto Terrance Williams não fez valer seu novo contrato. Cole Beasley, a maior surpresa da posição na última temporada, foi muito bem marcado e terminou o ano abaixo do que foi em 2016. Os maiores pontos positivos, no entanto, foram os calouros.

Ryan Switzer e Noah Brown, apesar de terem tido pouco tempo em campo no ataque, mostraram o suficiente para acreditar que terão mais espaço no time na próxima temporada. Com a iminente saída de Brice Butler e Cole Beasley entrando em seu último ano de contrato, a situação ainda favorece para que os dois sejam mais utilizados.

Para 2018, há a necessidade de outro wide receiver, ainda que só o Butler deixe o time. Se por acaso Dez Bryant ou Terrance Williams deixem o time, então a necessidade aumenta a ponto de precisar escolher um jogador da posição nas primeiras rodadas do Draft.

 


Quer ver as análises de todas as posições? Então clique aqui!

 

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    Foto: Wesley Hitt / Getty Images

    O Dallas Cowboys encerrou sua temporada de 2017, mas não pode ficar parado. Afinal, o período da offseason é marcado por muitas movimentações fora de campo para a formação do time que disputará a próxima temporada.

    E é a temporada de 2018 que o Dallas Cowboys precisa pensar. Com o fim da temporada de 2017, o Dallas Cowboys terá 15 jogadores sem contrato, de praticamente todas as posições do ataque e da defesa. Abaixo, listamos todos os jogadores e ainda fizemos mais: colocamos dois botões para você votar em quem você acha que merece (ou não) ficar.

    É bem simples. Se você acha que o jogador merece ficar, é só clicar no botão azul. Se acha que ele precisa ficar longe de Dallas, é só apertar o botão vermelho.

    Jogadores do Dallas Cowboys sem contrato para 2018

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    Foto: Michael Ainsworth / AP Photo

    Depois do primeiro texto analisando os signal callers da equipe, os quarterbacks, chegou a vez de analisar a temporada dos jogadores que correm com a bola.

    A tranquilidade que o time teve em 2016 com seus corredores não se repetiu em 2017 devido a novela de suspensão de Ezekiel Elliott, mas o desempenho dentro de campo não deixou a desejar. Confira abaixo as nossas análises.

     

    Ezekiel Elliott


     
    Números Individuais

    • Correndo
      • 242 corridas
      • 983 jardas
      • 4,1 jardas por corrida
      • 98,3 jardas por jogo
      • 7 Touchdowns
      • 1 Fumble
    • Recebendo
      • 38 passes em sua direção
      • 26 recepções (68,4%)
      • 269 jardas recebidas
      • 10,4 jardas por recepção
      • 26,9 jardas recebidas por jogo
      • 2 Touchdowns Recebendo

     

    Premiação Individual

    Nenhuma

     

    Situação Contratual

    • Salário em 2017: US$5.671.895,00
    • Salário em 2018: US$6.806.274,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2020

     

    Pontos Positivos

    Em campo, Ezekiel Elliott foi mais do mesmo jogador explosivo que vimos em 2016. Zeke continuou sendo um dos melhores da NFL correndo com a bola e isso se refletiu em seus números, onde teve uma média de quase 100 jardas por partida. Além disso, Elliott melhorou seu jogo recebendo bolas, inclusive anotando grandes TDs como o contra o San Francisco 49ers.

    Por fim, Zeke melhorou sua proteção à bola. Foi apenas um fumble em toda a temporada, quatro a menos que em 2016. Ainda há de se levar em conta que o fumble sofrido foi em um jogo de muita chuva, o que releva o turnover.

     

    Pontos Negativos

    O ponto negativo fica por conta de sua suspensão. Apesar de toda a polêmica causada em torno dessa decisão da NFL, não há como negar que a ausência de Elliott por seis jogos fez a diferença o suficiente para tirar o time da pós-temporada.

     

    Fica para a próxima temporada?

    Sim. Elliott está no meio de seu contrato de calouro e não corre risco de sair.

     


     

    Alfred Morris

     

    Números Individuais

    • Correndo
      • 115 corridas
      • 547 jardas
      • 4,8 jardas por corrida
      • 42,1 jardas por jogo
      • 1 Touchdown
      • 0 Fumbles
    • Recebendo
      • 9 passes em sua direção
      • 7 recepções (77,8%)
      • 45 jardas recebidas
      • 6,4 jardas por recepção
      • 3,5 jardas recebidas por jogo
      • 0 Touchdowns Recebendo

     

    Premiação Individual

    Nenhuma

     

    Situação Contratual

    • Salário em 2017: US$2.200.00,00
    • Salário em 2018: –
    • Situação ContratualFree Agent irrestrito em 2018

     

    Pontos Positivos

    Com a ausência de Ezekiel Elliott, Alfred Morris se tornou o titular e correspondeu. Morris teve grandes partidas como titular na última sequência de vitórias da equipe. Contra o Redskins, Morris teve incríveis 27 carregadas, mostrando que tem vigor físico de carregar o time nas costas quando preciso. Como reserva de Zeke, Morris ainda mostrou serviço, como quando correu para mais de 70 jardas em uma única tentativa contra o Rams.

     

    Pontos Negativos

    Se correndo com a bola Morris pode ser bastante útil, recebendo passes ele ainda deixa a desejar. Não foi por acaso que Morris não esteve nos gramados em jogadas óbvias de passe, deixando a responsabilidade para Rod Smith.

     

    Fica para a próxima temporada?

    Improvável. Com Rod Smith se destacando e pelo seu alto salário, Morris pode acabar não tendo seu contrato renovado, dando espaço para os outros jogadores do elenco.

     


     

    Rod Smith

     

    Números Individuais

    • Correndo
      • 55 corridas
      • 232 jardas
      • 4,2 jardas por corrida
      • 15,5 jardas por jogo
      • 4 Touchdown
      • 0 Fumble
    • Recebendo
      • 23 passes em sua direção
      • 19 recepções (66,7%)
      • 202 jardas recebidas
      • 10,3 jardas por recepção
      • 13,5 jardas recebidas por jogo
      • 0 Touchdowns Recebendo

     

    Premiação Individual

    Nenhuma

     

    Situação Contratual

    • Salário em 2017: US$615.000,00
    • Salário em 2018: US$705.000,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2018

     

    Pontos Positivos

    Rod Smith se tornou um running back complementar a Ezekiel Elliott e a Alfred Morris, recebendo passes muito bem e até correndo bem com a bola. Seu desempenho foi tão bom que ele tomou o espaço de Darren McFadden no time e ganhou prestígio o suficiente para continuar tendo snaps mesmo com o retorno de Zeke.

     

    Pontos Negativos

    Apesar da surpresa positiva, Smith não é um RB que pode ter 20 carregadas por partida. Seu desempenho ainda é limitado a ser um complemento ao titular, apesar da possibilidade de uma evolução.

     

    Fica para a próxima temporada?

    Possivelmente. Como está sob contrato, o mais provável é que ele fique para 2018 e seja o reserva imediato de Ezekiel Elliott.

     


     

    Keith Smith

     

    Números Individuais

    • Correndo
      • 0 corridas
      • 0 jardas
      • 0 jardas por corrida
      • 0 jardas por jogo
      • 0 Touchdown
      • 0 Fumble
    • Recebendo
      • 5 passes em sua direção
      • 5 recepções (100%)
      • 26 jardas recebidas
      • 5,2 jardas por recepção
      • 1,6 jardas recebidas por jogo
      • 0 Touchdowns Recebendo

     

    Premiação Individual

    Nenhuma

     

    Situação Contratual

    • Salário em 2017: US$690.00,00
    • Salário em 2018: –
    • Situação Contratual: Free Agent restrito até 2017

     

    Pontos Positivos

    Saindo da posição de linebacker para fullback, Keith Smith mostrou boa adaptação e teve um bom trabalho jogando em sua nova posição. Smith não correu com a bola na temporada, mas teve bom desempenho recebendo, tendo 100% de aproveitamento em bolas lançadas na sua direção.

     

    Pontos Negativos

    Pelo próprio esquema ofensivo de Dallas, Smith não é usado constantemente com a bola. Sua maior responsabilidade bloqueando acaba fazendo com que torcedores não notem sua presença em campo.

     

    Fica para a próxima temporada?

    Provavelmente. Por ser um free agent restrito, a possibilidade de permanência de Smith é alta.

     


     

    Reservas / Outros

     

    Situação Contratual

    • Darren McFadden
      • Salário em 2017: US$695.000,00
      • Salário em 2018: –
      • Situação Contratual: Dispensado
    • Trey Williams
      • Salário em 2017: US$158.825,00
      • Salário em 2018: –
      • Situação Contratual: Dispensado

     

    Pontos Positivos

    Darren McFadden mostrou talento na pré-temporada, enquanto Trey Williams veio apenas para tapar buraco na suspensão de Ezekiel Elliott.

     

    Pontos Negativos

    McFadden perdeu espaço ao longo da temporada e acabou sendo dispensado. Williams nem sequer jogou para se ter uma avaliação sobre o jogador.

     

    Ficam para a próxima temporada?

    Não. Darren McFadden se aposentou depois de ter sido dispensado e Trey Williams não deverá retornar e circunstâncias normais.

     


     

    O que esperar da posição para 2018?

    Renovação. Ezekiel Elliott estará fora da turbulência que o carregou durante toda a temporada de 2017 e pode querer mostrar serviço nessa próxima temporada para compensar o tempo perdido. Com ele em campo por mais uma temporada, não há dúvidas de que o jogo terrestre do time será um sucesso.

    Entre os reservas, há a dúvida da permanência de Alfred Morris. Por conta do alto salário e da boa atuação do outro reserva, Rod Smith, Morris pode acabar saindo do time e abrindo espaço para que outro running back venha para Dallas. Por lógica, se a equipe não renovar com Morris por motivos salariais, o melhor caminho para buscar outro reserva seria o Draft. Ainda assim, não duvide de que Morris possa aceitar um salário menor para renovar e permanecer no Cowboys.

     


     

    Conclusão

    Apesar dos desfalques da linha ofensiva e da queda de produção no jogo aéreo, o jogo terrestre se manteve entre os pontos fortes da equipe em 2017.

    Com Ezekiel Elliott, o time conseguiu manter a ótima média de jardas terrestres que teve na temporada de 2016, enquanto Alfred Morris o substituiu bem o suficiente para manter o nível do jogo corrido em um estado aceitável. Além disso, a grata surpresa de Rod Smith na pré-temporada também apareceu na temporada regular. Recebendo passes e correndo com a bola, Smith se tornou uma boa opção para o ataque e conseguiu se firmar no elenco.

    Para 2018, é possível que o time veja outro veterano deixar o time. Depois de McFadden, dispensado, podemos ver Morris não renovando e indo buscar outra equipe para jogar na temporada que vem, justamente pelo seu alto salário e a temporada de Rod Smith. Caso isso aconteça, o mais provável é que seu substituto seja o próprio Smith ou uma escolha no Draft. Keith Smith, que teve bom trabalho bloqueando, também deve ficar.

     


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    Foto: Matthew Emmons / USA TODAY Sports

    Com a chegada do RECAP, faremos uma série de textos analisando todos os jogadores do Dallas Cowboys e como foi a temporada de cada um. Para começar a série, falaremos dos quarterbacks, a posição mais importante do futebol americano.

    A análise individual de cada um, você vê aqui.

     

    Dak Prescott


     
    Números Individuais

    • Passando
      • 16 jogos como titular
      • 490 tentativas de passe
      • 308 passes completos (62,9%)
      • 3.324 jardas
      • 6,8 jardas por tentativa de passe
      • 10,8 jardas por passe completo
      • 207,8 jardas por jogo
      • 22 Touchdowns
      • 13 Interceptações
      • 86.6 NFL Rating
      • 66,5 ESPN QB Rating
    • Correndo
      • 57 corridas
      • 357 jardas terrestres
      • 6,3 jardas por corrida
      • 22,3 jardas por jogo
      • 6 Touchdowns
      • 4 Fumbles

     

    Premiação Individual

    Nenhuma

     

    Situação Contratual

    • Salário em 2017: US$635.848,00
    • Salário em 2018: US$725.848,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2019

     

    Pontos Positivos

    Assumindo a titularidade após a aposentadoria de Tony Romo, Dak Prescott conseguiu mostrar traços de maturidade em seu jogo. Apesar de perder Ezekiel Elliott por seis partidas, Dak conseguiu manter o que fez muito bem em 2016, prolongando as jogadas com as próprias pernas e correndo com a bola. Seus números correndo melhoraram em relação a sua primeira temporada, além de diminuir o número de fumbles sofridos.

    Na primeira metade do ano, Prescott também mostrou muita maturidade, jogando de igual para igual com Aaron Rodgers e comandando muito bem o ataque.

     

    Pontos Negativos

    Com o fim da temporada, podemos dizer que Dak regrediu. Além da química com Dez Bryant não ter melhorado — seja por culpa do recebedor ou não –, Prescott também não conseguiu repetir boas atuações que teve ao passar a bola para Cole Beasley e até Jason Witten. Com a ausência de Tyron Smith, seu jogo caiu drasticamente, fazendo com que ele terminasse a temporada com mais interceptações retornadas para touchdown na NFL.

    Além disso, Prescott mostrou dificuldades em passes longos e em comandar o time em campanhas para empatar/vencer o jogo. Partidas como o Rams e contra o Seahawks poderiam ter sido vencidas se Dak tivesse feito uma campanha melhor nos minutos finais.

     

    Fica para a próxima temporada?

    Sem dúvidas. Dak Prescott ainda é o quarterback titular e não vai ser um ano ruim que vai tirá-lo da equipe.

     


     

    Cooper Rush


     
    Números Individuais

    • 2 jogos
    • 3 tentativas de passe
    • 1 passes completos (33%)
    • 2 jardas
    • 0,7 jardas por tentativa de passe
    • 2,0 jardas por passe completo
    • 0 Touchdown
    • 0 Interceptações
    • 42,4 NFL Rating

     

    Premiação Individual

    Nenhuma

     

    Situação Contratual

    • Salário em 2017: US$466.666,00
    • Salário em 2018: US$556.666,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2019

     

    Pontos Positivos

    Cooper Rush, o CR7, teve muito pouco tempo em campo na temporada regular, mas fez bonito na pré-temporada. Foram quatro partidas acima da média o suficiente para colocá-lo como reserva imediato de Dak, tomando o posto de Kellen Moore. Sua pré-temporada lembrou inclusive a que o próprio Dak Prescott teve em 2016, quando chocou a liga. Ao menos em 2017, Rush mostrou que pode ser ao menos um reserva decente.

     

    Pontos Negativos

    Como qualquer calouro, CR7 precisa melhorar alguns pontos de seu jogo. Como ele jogou basicamente só a pré-temporada, fica difícil julgá-lo devido a diferença entre as defesas que ele enfrentaria na temporada regular.

     

    Fica para a próxima temporada?

    Sim. Pela surpresa positiva na última temporada, Cooper Rush deve se firmar como reserva do Dallas Cowboys em 2018. Isso, é claro, considerando que não aconteça uma tragédia antes da temporada.

     


     

    Reservas / Outros

     

    Situação Contratual

    • Kellen Moore
      • Salário em 2017: US$72.00,00
      • Salário em 2018: –
      • Situação ContratualFree Agent irrestrito em 2018

     

    Pontos Positivos

    Kellen Moore não jogou na temporada regular para ter uma opinião sobre ele. Ainda assim, ele foi elogiado por ajudar os quarterbacks fora de campo devido a sua inteligência.

     

    Pontos Negativos

    Kellen Moore teve uma pré-temporada ruim o suficiente para perder o posto de reserva para Cooper Rush. Ele até começou a temporada como reserva de Dak Prescott, mas foi somente até Rush se adaptar. Terminou o ano amargando no practice squad.

     

    Fica para a próxima temporada?

    Possivelmente. Kellen Moore talvez não fique como quarterback, mas sim como técnico. Há o rumor de que ele irá se aposentar e virar o técnico de QBs da equipe após a saída do atual técnico Wade Wilson.

     


     

     O que esperar da posição para 2018?

    Incerteza. Depois de um 2016 fantástico, Dak Prescott teve uma queda de produção em 2017 e gerou muitos pontos de interrogação sobre seu desempenho. Será que Prescott é o ótimo quarterback de 2016 e apenas caiu de rendimento em 2017, ou ele é o quarterback de 2017 que teve um pico de excelência em 2016? Atualmente não há ninguém que questione a titularidade de Dak, mas um outro ano ruim do camisa 4 pode mudar o cenário para o Time da América.

    Do outro lado, o time parece ter encontrado um reserva confiável. Cooper Rush se destacou muito bem na pré-temporada e com isso se firmou como reserva imediato de Prescott. Como ele não teve oportunidades na temporada titular, não há a certeza de que ele renderá tão bem enfrentando defesas mais fortes, mas ainda assim deixou a torcida mais confiante do que quando tinha Mark Sanchez ou Matt Cassell no banco de reservas. Por fim, Kellen Moore deverá se aposentar e se tornar o técnico de quarterbacks do time, ajudando Dak e CR7 a evoluirem.

     


     

    Conclusão

    A temporada de 2017 vinha com um ar de esperança devido ao time finalmente ter achado um sucessor do Tony Romo. Vindo de uma campanha quase impecável em 2016, Dak Prescott mostrou ao mundo da NFL suas falhas em 2017.

    Nessa temporada, Dak mostrou mais problemas em leitura de jogadas e em proteger a bola, lançando três vezes mais interceptações do que em sua temporada de calouro. Com lesões de jogadores importantes do ataque, seus problemas foram potencializados e levaram o time a uma sequência de derrotas que praticamente decretou o fim da temporada do Dallas Cowboys. Diante do cenário ruim, Prescott admitiu para a imprensa que teve um ano ruim e precisa melhorar.

    Para 2018, a tendência é justamente essa. O ataque deverá ser reformulado e Dak deverá ter mais maturidade após um ano ruim, conseguindo melhorar seu desempenho. No entanto, outro ano abaixo da média pode começar a fazer com que a comissão técnica pense duas vezes em considerar Prescott como solução a longo prazo para o time.


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    Foto: Ashley Landis / The Dallas Morning News

    Foi uma temporada de altos e baixos. Sequências de vitórias e de derrotas também. Lutas dentro de campo e fora de campo. Tudo isso para terminar a temporada com um recorde positivo, é verdade, mas não o suficiente para classificar o Dallas Cowboys aos playoffs.

    Ainda assim, a temporada de 9-7 trouxe notícias boas e ruins ao Time da América. Pelo quarto ano consecutivo, faremos a série RECAP, que como o próprio nome já diz tenta recapitular a temporada do Dallas Cowboys analisando de forma individual todas as peças. Aqui, soltaremos textos diários analisando os jogadores de todas as posições do Dallas Cowboys, além da comissão técnica e da diretoria.

    Abaixo estão a lista dos recaps que serão divulgados diariamente. Se você não aguenta esperar, pode dar uma olhada nos textos de outros anos, para ver a análise do time e as nossas previsões quase que sempre acertadas sobre os jogadores.

    RECAPS
    • Linha Ofensiva: Em breve…
    • Linha Defensiva: Em breve…
    • Linebacker: Em breve…
    • Cornerback: Em breve…
    • Safety: Em breve…
    • Special Teams: Em breve…
    • Comissão Técnica: Em breve…
    • Front Office: Em breve…

    559
    Foto: Vernon Bryant / The Dallas Morning News

    Parece que o Dallas Cowboys encontrou seu mais novo técnico de quarterbacks.

    quarterback Kellen Moore, reserva do time, irá se aposentar e se tornará o técnico de QBs do time. A informação é de Alex Marvez, do Sporting News. Em coletiva, Jason Garrett informou que o contrato do atual técnico da posição, Wade Wilson, não será renovado. Wilson esteve no cargo desde 2007.

    Moore chegou ao Dallas Cowboys em 2015 e começou a última temporada como reserva de Dak Prescott. Depois que Cooper Rush tomou a posição de reserva imediato, o Cowboys dispensou Moore e o contratou para o practice squad.

    Moore, que tem apenas 28 anos, lançou para 779 jardas, quatro touchdowns e seis interceptações jogando pelo Cowboys.

    Moore e Prescott aparentam ter um bom relacionamento. No último ano, Prescott chegou a chamar Moore de “gênio” e o comparou com um coordenador ofensivo.

    Tradução: “Dak Prescott sobre Kellen Moore ano passado: ‘(Ele é) um gênio nos bastidores que não recebe os créditos pelo que ele faz me ajudando e ajudando esse ataque. (…) Ele é um coordenador ofensivo em sua mente. Ele é simplesmente um gênio quando se trata de ajudar o técnico Linehan.”

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    Foto: Max Faulkner / Star-Telegram

    O proprietário do Dallas Cowboys Jerry Jones deixou claro que quer manter o trio de técnicos principais do time: o técnico principal Jason Garrett, o coordenador ofensivo Scott Linehan e o coordenador defensivo Rod Marinelli. O último, no entanto, pode não voltar.

    O coordenador defensivo está cogitando não retornar para a temporada de 2018, de acordo coom fontes do time. E se ele realmente se aposentar, 2018 será o ano.

    O Cowboys, junto com o técnico Jason Garrett, está dando para Marinelli o tempo que ele quiser para decidir. Treinadores que chegam na idade do Marinelli costumam cogitar a aposentadoria assim que começa a offseason.

    Marinelli completará 68 anos em julho, e a temporada de 2017 o esgotou fisicamente e mentalmente. Ele passou por uma cirurgia no quadril em 2007 e algumas vezes aparenta ter dificuldades para andar.

    Marinelli assinou um contrato de três anos em janeiro de 2015.

    Os técnicos assistentes Wade Wilson (quarterbacks) e Joe Baker (secundária) foram informados que não voltarão em 2018. O técnico do time de especialistas Rich Bisaccia é esperado que se junte a comissão técnica de Jon Gruden do Oakland Raiders. O técnico de tight ends Steve Loney está se aposentando da NFL.

    O time também se prepara para a possibilidade do técnico de linebackers Matt Eberflus ser promovido por outro time nessa offseason.

    O Cowboys contratou Marinelli em janeiro de 2013 para ser técnico da linha defensiva. Ele substituiu Monte Kiffin como o coordenador defensivo no ano seguinte e ajudou a transicionar a defesa para o esquema 4-3.

    Em 2014, o Cowboys venceu 12 jogos apesar de ter uma defesa sem pass rush, terminando em 19º na liga. Em 2015, a defesa de Dallas foi a 17ª, enquanto em em 2016 foi a 14ª. A defesa do Cowboys de 2017 terminou em 8º em toda a NFL.

    Sob Marinelli, o Cowboys nunca teve o calibre de talento na defesa quanto teve no ataque. Ele teve uma grande quantidade de jogadores regulares, além de outras dores de cabeça com Rolando McClain e Greg Hardy.

    Jogadores como o linebacker Sean Lee despontou sob Marinelli, assim como o defensive end DeMarcus Lawrence.

    Marinelli é um técnico conservador que é querido e respeitado pelos jogadores e membros da comissão técnica, mesmo sendo bastante rigoroso com os jogadores da linha defensiva.

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    Foto: Smiley N. Pool / The Dallas Morning News

    Infelizmente o fim da temporada chegou para nós. Assim como vocês, nós também esperávamos que isso demorasse um pouco mais para chegar, mas não deu. Como marca de todo começo de offseason para o Dallas Cowboys, já virou tradição aqui no Blue Star Brasil saber de você, leitor, o que acha de nós.

    Para isso, preparamos um questionário bem simples com apenas múltiplas escolhas como perguntas obrigatórias — sabemos o quanto é chato ter que responder essas perguntas de questionário digitando. Isso deve te tomar um minuto ou dois no máximo, mas ajudaria enormemente o site. Usamos as respostas de vocês para basear nosso futuro, portanto é extremamente importante a sua ajuda!

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    Foto: Vernon Bryant/Dallas Morning News

    Jason Garrett disse que estava em reunião com os técnicos assistentes do Cowboys na quarta-feira e não esperou muito para começar a fazer mudanças em sua comissão técnica.

    Garrett informou que o técnico dos quarterbacks Wade Wilson e o técnico da secundária Joe Baker — ambos com contratos se encerrando — não retornarão ao time em 2018 e o técnico do time de especialistas também foi permitido deixar o time para outra oportunidade.

    Bisaccia, de acordo com o coordenador ofensivo Scott Linehan e o coordenador defensivo Rod Marinelli, renovarão com o Cowboys depois da temporada de 13-3 em 2016. Bisaccia ainda tem mais dois anos do seu acordo atual, mas quer buscar outras oportunidades, incluindo uma chance de se juntar a comissão técnica do Oakland Raiders caso Jon Gruden assuma como técnico da equipe.

    Bisaccia foi o técnico do time de especialistas do Tampa Bay Buccaneers quando Gruden era o técnico principal do time. Ambos ganharam um Super Bowl juntos em 2002.

    Bisaccia, de 57 anos, ocupa a função em Dallas desde 2013. O Cowboys não conseguiu muita ação em retornos de puntskickoffs sob o comando de Bisaccia, mas a cobertura foi excelente. Dallas permitiu apenas 75 jardas de retorno de punt em toda a temporada de 2017, a menor marca da liga. Chris Jones teve sua melhor temporada da carreira.

    Wade Wilson é o técnico assistente a mais tempo em Dallas. Ele voltou para sua segunda passagem no Cowboys em 2007, quando o Garrett foi contratado como coordenador ofensivo. Wilson ajudou a desenvolver Tony Romo e Dak Prescott.

    Já Joe Baker assumiu como técnico de secundária em 2016 depois de passar quatro temporadas como assistente da secundára e técnico de safeties. O Cowboys passou por uma grande transformação na secundária na última temporada, mas conseguiu melhorar apesar de alguns problemas ao longo de 2017.

    Além deles, outras mudanças devem vir. O técnico de tight ends Steve Loney deve se aposentar, enquanto foi ventilada possíveis saídas do técnico de linebackers, Matt Eberflus, o técnico de wide receivers, Derek Dooley, e o técnico da linha ofensiva, Frank Pollack. Se essas saídas se confirmarem,  seriam metade dos técnicos assistentes que deixariam a equipe.

    Dentre os coordenadores principais, Jerry Jones afirmou que quer manter Scott Linehan e Rod Marinelli na equipe.