Opinião

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Foto: A. Clary Timothy / AFP / Getty Images

Em 2016, comemorávamos um improvável 13-3 e melhor campanha da conferência nacional ao fim da temporada regular, o Philadelphia Eagles se despedia da temporada sendo o último colocado da NFC East. Semanas depois, éramos eliminados da temporada ao perder em casa para o Green Bay Packers.

Hoje, estamos vendo nosso rival levantar o Troféu Lombardi pela primeira vez em sua história. O time de maior chacota dentro da divisão finalmente pode se orgulhar de conquistar um Super Bowl. Desde o último título do Dallas Cowboys, inclusive, esse é o segundo título que um rival do Time da América conquista, além de ter sido a quinta final disputada por eles — três do Giants e duas do Eagles.

Hoje, mais do que nunca, precisamos ter a humildade de descer do pedestal e reconhecer que há o que aprender com o título do Eagles.

Assim como o Dallas Cowboys, o Philadelphia Eagles perdeu seu left tackle titular no meio da temporada. Enquanto perdemos os dois jogos sem Tyron Smith com Dak Prescott sendo completamente engolido nas duas partidas, o Eagles jogou 12 partidas sem Jason Peters e ganhou 10 delas.

Na mesma partida que o Eagles perdeu Jason Peters, o time também perdeu seu linebacker titular, Jordan Hicks, por toda a temporada. Enquanto Philadelphia ganhou 10 das 12 partidas sem ele, o Dallas Cowboys perdeu 4 das 5 partidas que jogou sem seu linebacker titular Sean Lee.

Por fim, o grande destaque do Philadelphia Eagles, o quarterback Carson Wentz, se lesionou e ficou fora do restante da temporada na Semana 14. De lá pra cá foram cinco vitórias em seis jogos. Vocês se embram de como o Dallas Cowboys jogava quando Tony Romo se machucava e seu substituto entrava em campo? Você acha que venceríamos o mesmo número de jogos que o Eagles caso fosse o Dak Prescott a se machucar?

Isso ainda fica mais exposto se considerarmos que o Eagles também perdeu o RB Darren Sproles, o K Caleb Sturgis e o RB Donnel Pumphrey durante a temporada. Seria como se chegássemos na reta final da temporada sem Dak Prescott, Sean Lee, Tyron Smith,  Ryan Switzer, Dan Bailey e Rod Smith. Sinceramente, dá pra achar que conseguiríamos fazer metade do que o time do Eagles fez?

Enquanto justificamos mais um ano que terminou em fracasso, o Philadelphia Eagles optou por superar todas as adversidades e ganhar um título inédito para a franquia. Enquanto os torcedores do Eagles estão invadindo as ruas da cidade, nós estamos indo dormir com um sentimento de inveja em nós. Enquanto fomos o único time de melhor campanha da conferência a não ir ao Super Bowl nos últimos cinco anos, o Eagles derrubou simplesmente o time que mantém a maior dinastia da história da NFL moderna.

Dói dizer isso. Dói muito. Mas precisamos aprender com nosso rival.

O Philadelphia Eagles mostrou que a free agency pode e deve ser usada como peça chave para reforçar o elenco. O time usou o mercado pra trazer jogadores fundamentais em sua conquista, como os wide receivers Alshon Jeffery e Torrey Smith, além do DE Chris Long. O Dallas Cowboys precisa enxergar que o mercado precisa ser usado para “encorpar” o elenco, e não apenas para trazer jogadores medianos que simplesmente vão tapar buracos — oi, Nolan Carroll.

Calma, não estou falando que é necessário realizar loucuras dando contratos gigantescos para jogadores livres. Chris Long foi contratado com um salário médio de 2,35 milhões de dólares por temporada, menos que os US$3,85 milhões que recebe o DE Benson Mayowa. Chance Warmack foi contratado em 2017 com um salário quase idêntico ao que Byron Bell recebeu para ser quase um desastre como reserva de Tyron Smith.

Por outro lado, o Eagles usou e abusou de trocas de jogadores que resultaram em um elenco mais forte. Por mais que a do Carson Wentz talvez não seja um exemplo por conta do alto preço a ser pago, o time conseguiu jogadores como o DT Tim Jernigan, o CB Ronald Darby e o RB Jay Ajayi por barganhas até. Ainda, se livraram de contratos terríveis trocando jogadores como o RB DeMarco Murray, o CB Byron Maxwell e o QB Sam Bradford por escolhas minimamente boas. Do lado do Dallas Cowboys, não vemos nenhum tipo de movimentação como essa sendo aproveitada. No máximo, escolhas obscuras das rodadas finais do Draft são usadas para pegar jogadores que podem até nem sequer serem aproveitados direito, como o RB Christine Michael e o QB Matt Cassel (risos). Novamente, a ideia aqui não é fazer loucuras trocando todas as escolhas do Draft, mas sim usá-las com inteligência e buscando nomes que possam contribuir de fato ao time.

Por fim, vimos uma comissão técnica de Philly jovem e conseguindo adaptar de forma espetacular o elenco que tem. Enquanto estamos dando anos de paciência para que Jason Garrett, Scott Linehan e Rod Marinelli formem um time competitivo, Doug Pederson e sua equipe montaram um time campeão em duas temporadas. Há de se ao menos considerar a hipótese de que uma parcela de culpa do rendimento do Cowboys passe pela comissão técnica.

A temporada acabou e estamos vendo um rival com o último sorriso mais uma vez. Até quando, Dallas Cowboys?

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O RECAP segue firme e forte, com todas as posições do ataque já abordadas.

Mas calma lá… todas? Como falar do ataque do Dallas Cowboys sem citar a unidade que é o pilar que faz todo o resto funcionar?

Pois é, pessoal. Chegou a hora de falar da unidade mais badalada do Time da América: a linha ofensiva. Será que todos eles jogaram tão bem quanto foi dito?

A resposta vem a seguir, nas nossa análises:

 


 

Tyron Smith

 

Números Individuais

  • 13 jogos
  • 758 snaps totais

Premiação Individual

  • Pro Bowl

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$8.820.000,00
  • Salário em 2018: US$17.545.000,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2023

 

Pontos Positivos

Falar de Tyron Smith é falar de um modelo de tudo que há de melhor em um jogador de linha ofensiva. Muito bom protegendo o quarterback da pressão e abrindo espaços para a corrida, Smith é sem dúvidas um dos melhores jogadores de toda a NFL em sua posição.

 

Pontos Negativos

Apesar da altíssima qualidade de Smith, sua lesão atrapalhou a sequência do time. Foram três jogos perdidos que praticamente acabaram com o jogo, deixando Dak Prescott extremamente vulnerável. Além disso, Smith cometeu oito faltas na temporada, o maior número de um jogador de ataque. Isso precisa ser corrigido.

 

Fica para a próxima temporada?

Com certeza. Tyron Smith é dono do contrato mais longo entre todos do Dallas Cowboys e não corre nenhum risco de sair.

 


 

Zack Martin

 

Números Individuais

  • 16 jogos
  • 1018 snaps totais

 

Premiação Individual

  • Pro Bowl
  • 2nd Team All-Pro
  • PFWA All-NFL Team

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$2.853.391,00
  • Salário em 2018: US$9.341.000,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2018

 

Pontos Positivos

Zack Martin é sem dúvidas uma das melhores escolhas do Dallas Cowboys na última década. Novamente eleito para o Pro Bowl e All-Pro, Martin teve uma temporada incrível em todos os aspectos, inclusive o disciplinar: não houve nenhuma falta do jogador em 2017. Impecável.

 

Pontos Negativos

A qualidade de Zack Martin é tão grande que fica até difícil achar um ponto negativo em seu jogo. Tem alguma dica para nós aqui?

 

Fica para a próxima temporada?

Sim. O Dallas Cowboys ativou a renovação automática de um ano de seu contrato de calouro e Martin fica para 2018.

 


 

Travis Frederick

 

Números Individuais

  • 16 jogos
  • 1065 snaps totais

 

Premiação Individual

  • Pro Bowl

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$4.531.978,00
  • Salário em 2018: US$13.235.000,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2023

 

Pontos Positivos

Ano vem e ano vai e Travis Frederick continua sendo o melhor jogador da linha ofensiva quando se trata de consistência. Foram 16 jogos e impressionantes zero sacks cedidos na temporada. Ou seja: por melhor que tenha sido o interior da linha defensiva adversária, nenhum deles conseguiu passar por Frederick e derrubar Dak Prescott. 

 

Pontos Negativos

Além de três faltas de seguradas cometidas, Frederick não foi tão bem em 2017 quando tratamos de bloquear para o jogo terrestre. A prova disso foi o jogador não ter sido eleito ao All-Pro, honraria da NFL maior que o Pro Bowl.

 

Fica para a próxima temporada?

Com certeza. Frederick acabou de renovar seu contrato e não corre nenhum risco de sair..

 


 

Jonathan Cooper

 

Números Individuais

  • 13 jogos
  • 835 snaps totais

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$1.656.250,00
  • Salário em 2018: –
  • Situação ContratualFree Agent irrestrito em 2018

 

Pontos Positivos

Jonathan Cooper disputou a titularidade como left guard contra Chaz Green e foi muito bem, herdando a vaga deixada por Ronald Leary. Apesar de não ser o jogador que esperavam que fosse quando foi selecionado no Draft de 2013, Cooper teve uma temporada muito sólida.

 

Pontos Negativos

Cooper foi o segundo jogador de linha ofensiva mais faltoso da equipe, com seis no total. Isso é reflexo de que o jogador perdeu alguns combates na trincheira e precisou cometer falta para evitar a pressão no quarterback ou que o running back conseguisse correr.

 

Fica para a próxima temporada?

Talvez. Com uma boa temporada, Cooper pode testar o mercado para ver se consegue um contrato melhor. Ainda assim, há o interesse do Cowboys de renovar seu vínculo com o time.

 


 

La’el Collins

 

Números Individuais

  • 16 jogos
  • 1065 snaps totais

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$2.340.333,00
  • Salário em 2018: US$5.833.333,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2019

 

Pontos Positivos

La’el Collins assumiu a posição de right tackle deixada por Doug Free e conseguiu manter uma regularidade. Collins jogou todos os snaps ofensivos da temporada, deixando pra longe seu histórico de lesões.

 

Pontos Negativos

Quando enfrentou pass rushers de maior qualidade, Collins decepcionou. Desempenhos ruins enfrentando Von Miller e Khalil Mack mostraram que La’el ainda não é um OT de elite.

 

Fica para a próxima temporada?

Sim. La’el Collins está de contrato renovado e não deve sair antes do fim.

 


 

Reservas

 

Jogadores

  • Chaz Green (foto)
  • Byron Bell
  • Joe Looney
  • Kadeem Edwards

 

Situação Contratual

  • Chaz Green
    • Salário em 2017: US$786.467,00
    • Salário em 2018: US$877.245,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2019
  • Byron Bell
    • Salário em 2017: US$1.775.000,00
    • Salário em 2018: –
    • Situação Contratual: Free Agent irrestrito em 2017
  • Joe Looney
  • Kadeem Edwards
    • Salário em 2017: US$27.353,00
    • Salário em 2018: US$555.000,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2018

 

Pontos Positivos

Chaz Green é um reserva útil considerando sua posição original de guard. Byron Bell conseguiu segurar as pontas como reserva de Tyron Smith, enquanto Joe Looney entrava em campo somente em situações de corrida, trabalhado quase como um tight end. Kadeem Edwards não jogou nenhum snap.

 

Pontos Negativos

Nenhum deles mostrou talento o suficiente para ser titular do Dallas Cowboys. Chaz Green e Byron Bell foram uma tragédia substituindo Tyron Smith, enquanto os outros dois nem sequer tiveram a oportunidade de mostrar o que são.

 

Ficam para a próxima temporada?

Por já estar sob contrato e com um valor baixo, Chaz Green deverá continuar no time como reserva, enquanto Joe Looney pode se manter pelo bom trabalho no jogo terrestre. Kadeem Edwards está sob contrato e pode disputar uma posição no elenco em 2018, enquanto Byron Bell dificilmente renova.

 


 

O que esperar da posição para 2018?

Melhora. Enquanto o trio de ferro Tyron Smith, Zack Martin e Travis Frederick deverá se manter entre os melhores da liga, as outras duas posições ainda estão em dúvida para o time. La’el Collins será o titular na extremidade direita da linha ofensiva, mas ainda precisa melhorar seu jogo enquanto enfrenta pass rushers mais capazes. No interior da linha, Jonathan Cooper foi um bom achado, mas nada garante que ele retorne.

Diante disso, é necessário reforçar o setor. Se Cooper deixar o time, o time precisa de reforços na free agency, para titularidade ou não. Do outro lado, é necessário um offensive tackle que consiga suprir bem a ausência de Tyron Smith ou La’el Collins caso eles se machuquem. Não se surpreenda se o reforço vir no segundo dia do Draft.

 


 

Conclusão

A linha ofensiva continua sendo o ponto forte do ataque. Três dos cinco jogadores estão entre os melhores de suas posições na NFL e são bastante responsáveis pelo sucesso do jogo terrestre. No entanto, as outras duas posições restantes ainda geram dor de cabeça.

La’el Collins se manteve como ponto seguro, mas ainda não se confirmou como um ótimo right tackle depois de mudar de posição. Por outro lado, Jonathan Cooper foi bem, mas pode deixar o time. Entre os reservas, vimos muito pouco para achar que eles supririam a ausência dos titulares.

Para 2018, será necessário reforçar o setor. Entre reforços pontuais na free agency e até uma escolha no draft, tudo deverá ser feito para evitar que a tragédia que aconteceu em 2017 se repita, quando Dak foi exaustivamente pressionado após a lesão de Smith.


Quer ver as análises de todas as posições? Então clique aqui!

 

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Vernon Bryant/Staff Photographer

A temporada do Dallas Cowboys teve um desfecho melancólico. O time não terminou da maneira que esperávamos.

O time que havia feito um histórico recorde de 13-3 numa temporada deixou a desejar. Fora derrotas improváveis, jogos que em que a vitória estava nas mãos, mas deixaram escapar.

Isso desiludiu o torcedor do America’s Team.

Entretanto, apesar de estar evidentes que o time necessita de algumas mudanças, é um bom time. E há motivos para continuar acreditando no Dallas Cowboys.

Eis, aqui estes motivos:

 

O Dallas Cowboys é um time novo

Muitos dos titulares do elenco são jovens devido aos dois últimos drafts. É evidente que as escolhas feitas foram boas. Começando por Ezekiel Elliott na primeira rodada em 2016, se tornando um dos melhores RB da NFL – 2.614 jardas em apenas 25 jogos na carreira.

E mesmo com a queda de produção no segundo ano, Dak Prescott escolha de quarta rodada, mantêm bons números: mais de 3000 jardas e mais de 20 passes para touchdown em suas duas temporadas , com somente 17 interceptações.

Além disso, em 2017 o time buscou fortalecer a sua defesa. Como reforço para a secundária a equipe trouxe Chidobe Awzie, Jordan Lewis e Xavier Woods. Além deste contamos com Jaylon Smith que teve a sua estreia na NFL somente neste ano devido a uma lesão, mas não decepcionou.

No ataque, Ryan Swtizer, conhecido como “irmão gêmeo do Cole Beasley”, é o futuro slot receiver.

 

É um time talentoso

Candidato a jogador defensivo do ano. Um dos melhores running backs (o 10º em jardas corrida na temporada 2017 mesmo perdendo 6 jogos), linebackers e os três melhores jogadores de linha ofensiva da liga. Poucos são os times que tem isso.

O nível do time está tão alto que as pessoas especulam uma possível saída de Dez Bryant após uma temporada ruim – em 2017 foi a única vez em que o jogador não teve um jogo com mais de 100 jardas. Em 2015 seus números são piores que deste ano, mas o Dallas Cowboys não contava com seu QB titular no comando, tornando compreensível esses números.

 

Haverá espaço Salary Cap

O Dallas Cowboys fechou o ano de 2017 apenas com 10 milhões de espaço no salary cap. Contudo, em 2018 estima-se que o time libere um espaço de U$19,3 milhões no teto salarial.

Esse dinheiro será fundamental para acordos de longo prazo com jogadores como Demarcus Lawrence, que ficou em segundo lugar na liga com mais sacks.

Lawrence e Zack Martin são peças fundamentais na equipe do Cowboys e caso assinem um acordo com o time nos próximos meses, isso permitirá uma flexibilidade financeira permitindo que busquem boas peças na free agency, como por exemplo, Earl Thomas, caso o time faça uma troca com Seattle.

Financeiramente falando, é um bom ano para Jerry Jones poder gastar.

 

O padrão de Dallas

Nós, seres humanos, em sua maioria temos tendências a acreditar em padrões, correto? Quando se trata de esporte, isso reflete em estatísticas absurdas nos noticiários e estranhas supertições de torcedores fanáticos.

Para ajudar a estes Cowboys que gostam de criar padrões para facilitar a vida e acreditam neles, podem ficar tranquilos: 2018 é o ano do America’s Team.

Nas últimas quatro temporadas o time teve um ótimo ano após uma temporada decepcionante. Ganharam a NFC East em 2014 e 2016 e tiveram uma temporada fracassada em 2013, 2015 e agora em 2017.

Talvez seja apenas a coincidência, mas preferimos acreditar que é porque o time fez os ajustes necessários na offseason.

Logo, vamos manter a fé enquanto secamos o rival.

2018 será o ano do Dallas Cowboys.

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Foto: Margaret Bowles / AP Images

O RECAP segue com força total! Dessa vez, vamos falar de nada menos que os tight ends, posição mais do que consolidada por conta do titular do Dallas Cowboys.

Mas será que todos foram bem esse ano?

Confira nossas análises abaixo:

 


 

Jason Witten

 

Números Individuais

  • 16 jogos
  • 87 passes em sua direção
  • 63 recepções (72,4%)
  • 1 Drop (1,1%)
  • 560 jardas recebidas (8,9 jardas por recepção)
  • 101 jardas após a recepção (1,6 jardas por recepção)
  • 5 Touchdowns
  • 1 Fumble

 

Premiação Individual

  • Jogador com mais jardas da história do Dallas Cowboys (12.448)
  • 4º Jogador com mais recepções na história da NFL (1.152)

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$12.262.000,00
  • Salário em 2018: US$6.500.000,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2021

 

Pontos Positivos

Jason Witten pode não ter números fantásticos de jardas recebidas por jogo, mas ainda é um alvo mais do que confiável. Witten ainda é uma máquina de converter terceiras descidas e, é claro, TDs quando é acionado na end zone.  Sua regularidade e físico ainda impressionam, já que ele ainda se mantém sem perder nenhum jogo da temporada. O último jogo que ele não participou foi em 2003, quando era calouro.

 

Pontos Negativos

Apesar de ainda ser regular, é nítida a queda de rendimento de Witten por conta da sua idade. Seu número de jardas totais só não foi o pior da carreira porque em seu ano de calouro ele perdeu parte da temporada por uma lesão. Seus números de recepções e passes lançados em sua direção também foram os piores desde o ano de calouro. Por fim, Witten teve uma queda de rendimento nos bloqueios, um de seus pontos fortes.

 

Fica para a próxima temporada?

Possivelmente. Jason Witten tem contrato e já disse que não irá se aposentar.

 


 

James Hanna

 

Números Individuais

  • 16 jogos
  • 9 passes em sua direção
  • 4 recepções (44,4%)
  • 0 Drops
  • 88 jardas recebidas (22 jardas por recepção)
  • 29 jardas após a recepção (7,3 jardas por recepção)
  • 1 Touchdown
  • 0 Fumble

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$3.000.000,00
  • Salário em 2018: US$3.500.000,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2018

 

Pontos Positivos

Utilizado mais para bloquear, James Hanna mostrou ótima capacidade no jogo aéreo essa temporada. A prova disso foi seu primeiro touchdown da carreira, contra o Rams, e uma linda recepção contra o Giants, indicando que ele pode ser mais usado em jogadas de passe.

 

Pontos Negativos

James Hanna recebe cerca de 3 milhões de dólares por ano e não passa de um tight end reserva. Apesar de ser útil, é difícil dizer que seu salário é justificado pela sua atuação em campo.

 

Fica para a próxima temporada?

Provável. James Hanna tem a confiança da comissão técnica, mas uma cláusula em seu contrato pode fazer com que ele seja cortado nessa offseason para liberar espaço na folha salarial.

 


 

Geoff Swaim

 

Números Individuais

  • 15 jogos
  • 2 passes em sua direção
  • 2 recepções (100%)
  • 0 Drops
  • 25 jardas recebidas (12,5 jardas por recepção)
  • 12 jardas após a recepção (6,0 jardas por recepção)
  • 0 Touchdowns
  • 0 Fumbles

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$628.683,00
  • Salário em 2018: US$718.685,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2018

 

Pontos Positivos

Geoff Swaim se manteve como um tight end mais voltado para bloqueios e voltou a ser sólido. Cotado para ser cortado na sua temporada de calouro, Swaim surpreendeu e agora é uma peça útil ao elenco da equipe.

 

Pontos Negativos

Com a volta de James Hanna, Swaim perdeu espaço, tanto em jogadas de corrida quanto em jogadas de passe. Foram apenas duas recepções em toda a temporada, muito pouco.

 

Fica para a próxima temporada?

Possível. Swaim ainda tem seu último ano de calouro e o baixo salário joga a favor de sua permanência.

 


 

Reservas / Outros

 

Situação Contratual

  • Rico Gathers
    • Salário em 2016: US$348.000,00
    • Salário em 2017: US$480.000,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2019
  • Blake Jarwin
    • Salário em 2016: US$273.530,00
    • Salário em 2017: US$555.000,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2019

 

Pontos Positivos

Rico Gathers fez uma excelente pré-temporada e isso lhe rendeu uma vaga no elenco principal. A evolução que ele teve de 2016 para 2017 traz esperanças pelo que ele pode ser em 2018. Blake Jarwin apenas compôs elenco e não jogou nenhuma partida.

 

Pontos Negativos

Gathers infelizmente teve uma concussão na pré-temporada que o tirou de toda a temporada regular. É o segundo ano do jogador no Dallas Cowboys que ele não contribui de fato para o time principal.

 

Ficam para a próxima temporada?

Provável. Rico Gathers deverá fazer parte do elenco principal de 2018, enquanto Jarwin pode ganhar uma oportunidade na pré-temporada.

 


 

O que esperar da posição para 2018?

Depois de uma incógnita para 2017, a posição de tight ends parece ter ganhado forma em Dallas. Melhor ainda: o time já parece ter uma estratégia para o futuro.

Com Jason Witten envelhecendo e se aproximando da aposentadoria, o time precisa buscar um sucessor ao número 82. Diante da ótima atuação que Rico Gathers teve na última pré-temporada, é possível que ele receba uma oportunidade para mostrar que pode ser o sucessor de Witten em Dallas.

Do outro lado, James Hanna e Geoff Swaim seguem com moral no elenco, mas um dos dois podem acabar saindo devido ao fato de o time não precisar de quatro tight ends. Por conta do alto salário, Hanna pode ser o escolhido a deixar a equipe.

Como é esperado que Rico Gathers tenha uma oportunidade no elenco principal, é difícil acreditar que veremos o time selecionando um tight end no Draft ou indo atrás de alguém na free agency.

 


 

Conclusão

Com Jason Witten no elenco, a posição de tight ends sempre será consistente, visto que ele joga praticamente 100% dos snaps. A dúvida fica por conta de seus reservas.

Diante da boa expectativa de Rico Gathers, o jogador deverá ser aproveitado em 2018, enquanto James Hanna e Geoff Swaim podem acabar disputando por uma vaga para a temporada regular.

Com a posição bem definida para a próxima temporada, será difícil termos surpresas e caras novas nessa offseason.

 


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Foto: Jerome Miron / USA TODAY Sports

O RECAP chega agora aos recebedores. No terceiro texto da série, a hora é de falar dos wide receivers, que passaram por um momento turbulento. Mas será mesmo que foi tão ruim assim?

O resultado você vê abaixo.

 


 

Dez Bryant

 

Números Individuais

  • Recebendo
    • 16 jogos
    • 132 passes em sua direção
    • 69 recepções (52,3%)
    • 6 Drop (4,5%)
    • 838 jardas recebidas (12,1 por recepção)
    • 281 jardas após a recepção (4,1 por recepção)
    • 52,4 jardas por jogo
    • 6 Touchdowns
    • 1 Fumble

 

Premiação Individual

  • Jogador com mais touchdowns na história do Dallas Cowboys

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$17.000.000,00
  • Salário em 2018: US$16.500.000,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2019

 

Pontos Positivos

Dez Bryant é, sem sombra de dúvidas, o melhor recebedor do Dallas Cowboys. O jogador ainda tem a capacidade de conseguir recepções em jogadas improváveis, tornando situações desfavoráveis em favoráveis. Foi assim em jogos contra o Giants e o Redskins.

 

Pontos Negativos

Bryant teve mais um ano muito abaixo do que se espera de um jogador como ele. Além do baixo número de recepções, que até pode ter uma parcela de culpa em Dak Prescott, Dez teve seis drops em toda a temporada, número inaceitável. Bryant também foi o vilão da última derrota da temporada, a que acabou custando o sonho do time em ir para a pós-temporada, graças a um fumble e um passe que ele não agarrou e que terminou em interceptação.

 

Fica para a próxima temporada?

Provável. Apesar do ano ruim, Dez ainda tem um voto de confiança do Dallas Cowboys. No entanto, não se assustem se o jogador for trocado antes da temporada devido ao seu alto salário.

 


 

Terrance Williams

 

Números Individuais

  • 16 jogos
  • 78 passes em sua direção
  • 53 recepções (67,9%)
  • 2 Drops
  • 568 jardas recebidas (10,7 por recepção)
  • 229 jardas após a recepção (4,3 por recepção)
  • 35,5 jardas por jogo
  • 0 Touchdowns
  • 0 Fumble

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$2.250.000,00
  • Salário em 2018: US$4.750.000,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2020

 

Pontos Positivos

Terrance Williams pode não ter aparecido em algumas circunstâncias, mas nunca deixou de ser um alvo confiável. Williams foi o recebedor com maior aproveitamento de recepção em passes lançados em sua direção nessa temporada pelo Dallas Cowboys, mostrando justamente essa confiança. Contra o Chiefs, T-Will teve seu maior número de passes em sua direção na temporada e teve também seu melhor jogo: 9 recepções em 9 passes para 141 jardas

 

Pontos Negativos

Por mais que Williams tenha tido destaque em alguns jogos, ainda é difícil entender a sua renovação. T-Will ainda é um wide receiver 2 não muito confiável e que não consegue fazer o trabalho de WR 1 caso necessário. A temporada de 2017 marcou a primeira da carreira em que Williams não anotou um TD sequer, marcando mais um declínio do jogador nos últimos anos.

 

Fica para a próxima temporada?

Sim. Williams está de contrato renovado e cortá-lo em 2018 é desvantajoso para a equipe.

 


 

Cole Beasley

 

Números Individuais

  • Recebendo
    • 15 jogos
    • 63 passes em sua direção
    • 36 recepções (57,1%)
    • 1 Drop (1,6%)
    • 314 jardas recebidas (8,7 por recepção)
    • 109 jardas após a recepção (3,0 por recepção)
    • 20,9 jardas por jogo
    • 4 Touchdowns
    • 0 Fumble

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$4.000.000,00
  • Salário em 2018: US$4.250.000,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2018

 

Pontos Positivos

Em 2017, Beasley continuou sendo uma importante arma para o Dallas Cowboys. Mesmo sendo mais bem marcado pelas defesas adversárias, Cole Beasley ainda conseguiu ser importante para o ataque, principalmente em terceiras descidas. Foi o segundo wide receiver com mais TDs na equipe em toda a temporada, atrás somente de Dez Bryant.

 

Pontos Negativos

Muito por conta da marcação dupla acontecendo mais vezes, Beasley não repetiu o grande desempenho que teve em 2017. Apesar de não passar nenhum jogo zerado, Beasley também não teve nenhum jogo com mais de quatro recepções e apenas em um ele passou das 50 jardas. Muito pouco dado o ano de 2016 que ele teve.

 

Fica para a próxima temporada?

Provável. Beasley entra em seu último ano de contrato e deve cumpri-lo até o fim,

 


 

Brice Butler

 

Números Individuais

  • 13 jogos
  • 23 passes em sua direção
  • 15 recepções (65,2%)
  • 3 Drops (13,0%)
  • 317 jardas recebidas (21,1 jardas por recepção)
  • 32 jardas após a recepção (2,1 jardas por recepção)
  • 3 Touchdowns
  • 0 Fumbles

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$1.100.000,00
  • Salário em 2018: –
  • Situação ContratualFree Agent irrestrito em 2018

 

Pontos Positivos

Apesar das poucas recepções, Butler se mostrou uma arma excelente em profundidade para o Dallas Cowboys. Foram grandes recepções que decidiram alguns jogos, como a partida contra o Arizona Cardinals. Com o Dez Bryant em baixa, Brice Butler emergiu como a única ameaça real em profundidade do Time da América.

 

Pontos Negativos

Mesmo aparecendo pouco, Brice Butler teve a pior média de drops por recepção. Isso indica que Butler precisa melhorar seus fundamentos para se tornar um recebedor mais confiável e assim ganhar mais recepções.

 

Fica para a próxima temporada?

Difícil. Brice Butler disse recentemente que só irá renovar o contrato se for titular. Como na atual situação do time é improvável que ele garanta esse status, fica difícil que ele renove com Dallas.

 


 

Reservas / Outros

 

Situação Contratual

  • Ryan Switzer
    • Salário em 2017: US$606.496,00
    • Salário em 2018: US$696.496,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2020
  • Noah Brown
    • Salário em 2017: US$482.984,00
    • Salário em 2018: US$572.984,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2020

 

Pontos Positivos

Ryan Switzer é um jogador muito dinâmico dentro de campo. Apesar das poucas aparições, Switzer mostrou ser capaz de substituir Lucky Whitehead em jogadas como reverse, além de ter substituído bem Cole Beasley no último jogo da temporada. Já Noah Brown mostrou bom trabalho bloqueando, o que rendeu um aumento de snaps progressivo ao longo da temporada.

 

Pontos Negativos

Ambos os jogadores ainda são muito pouco utilizados pelo time. Isso se dá também pelo fato de não serem alvos confiáveis o bastante para conseguir mais atenção no campo de ataque.

 

Ficam para a próxima temporada?

Sim. Ambos foram bem como calouro e ainda tem todo o contrato para cumprir.

 


 

O que esperar da posição para 2018?

Dúvidas. Depois de um 2016 em que os recebedores, com exceção de Cole Beasley, tiveram uma queda de desempenho, esperava-se que em 2017 a situação se resolvesse depois de toda uma pré-temporada com Dak Prescott para melhorar a química entre os jogadores. No entanto, os problemas continuaram.

Dez Bryant continuou tendo problemas e, para piorar, passou a deixar escapar recepções que não estava acostumado a deixar. Somado a isso, temos Cole Beasley sendo dobrado nas marcações e sumindo das partidas, enquanto Terrance Williams foi mais do mesmo, não justificando seu contrato renovado. Todos esses desempenhos deixam uma incógnita para a temporada que vem.

Com Brice Butler possivelmente não retornando para a próxima temporada, não é difícil acreditar que Noah Brown possa ter um espaço maior na equipe temporada que vem. O mesmo pode-se dizer de Ryan Switzer, que pode ser mais utilizado pensando já no fato de que Beasley entrará em seu último ano de contrato.

Por fim, é possível acreditar que possam haver outras mudanças no grupo. Não é impossível acreditar que Dez Bryant possa ser trocado diante do alto salário, o que deixaria uma clara necessidade em wide receiver ao time. Dessa forma, o time precisaria urgentemente buscar uma peça no Draft.

 


 

Conclusão

Com uma pré-temporada completa para entrosar com Dak Prescott, era esperado que os recebedores do Dallas Cowboys dessem um salto de qualidade em 2017. No entanto, o que aconteceu foi o exato oposto.

Seja por problemas do QB ou não, é inegável dizer que os wide receivers tiveram problemas na última temporada. Dez Bryant mais uma vez teve uma temporada ruim e já não é mais unanimidade entre os torcedores, enquanto Terrance Williams não fez valer seu novo contrato. Cole Beasley, a maior surpresa da posição na última temporada, foi muito bem marcado e terminou o ano abaixo do que foi em 2016. Os maiores pontos positivos, no entanto, foram os calouros.

Ryan Switzer e Noah Brown, apesar de terem tido pouco tempo em campo no ataque, mostraram o suficiente para acreditar que terão mais espaço no time na próxima temporada. Com a iminente saída de Brice Butler e Cole Beasley entrando em seu último ano de contrato, a situação ainda favorece para que os dois sejam mais utilizados.

Para 2018, há a necessidade de outro wide receiver, ainda que só o Butler deixe o time. Se por acaso Dez Bryant ou Terrance Williams deixem o time, então a necessidade aumenta a ponto de precisar escolher um jogador da posição nas primeiras rodadas do Draft.

 


Quer ver as análises de todas as posições? Então clique aqui!

 

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Foto: Michael Ainsworth / AP Photo

Depois do primeiro texto analisando os signal callers da equipe, os quarterbacks, chegou a vez de analisar a temporada dos jogadores que correm com a bola.

A tranquilidade que o time teve em 2016 com seus corredores não se repetiu em 2017 devido a novela de suspensão de Ezekiel Elliott, mas o desempenho dentro de campo não deixou a desejar. Confira abaixo as nossas análises.

 

Ezekiel Elliott


 
Números Individuais

  • Correndo
    • 242 corridas
    • 983 jardas
    • 4,1 jardas por corrida
    • 98,3 jardas por jogo
    • 7 Touchdowns
    • 1 Fumble
  • Recebendo
    • 38 passes em sua direção
    • 26 recepções (68,4%)
    • 269 jardas recebidas
    • 10,4 jardas por recepção
    • 26,9 jardas recebidas por jogo
    • 2 Touchdowns Recebendo

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$5.671.895,00
  • Salário em 2018: US$6.806.274,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2020

 

Pontos Positivos

Em campo, Ezekiel Elliott foi mais do mesmo jogador explosivo que vimos em 2016. Zeke continuou sendo um dos melhores da NFL correndo com a bola e isso se refletiu em seus números, onde teve uma média de quase 100 jardas por partida. Além disso, Elliott melhorou seu jogo recebendo bolas, inclusive anotando grandes TDs como o contra o San Francisco 49ers.

Por fim, Zeke melhorou sua proteção à bola. Foi apenas um fumble em toda a temporada, quatro a menos que em 2016. Ainda há de se levar em conta que o fumble sofrido foi em um jogo de muita chuva, o que releva o turnover.

 

Pontos Negativos

O ponto negativo fica por conta de sua suspensão. Apesar de toda a polêmica causada em torno dessa decisão da NFL, não há como negar que a ausência de Elliott por seis jogos fez a diferença o suficiente para tirar o time da pós-temporada.

 

Fica para a próxima temporada?

Sim. Elliott está no meio de seu contrato de calouro e não corre risco de sair.

 


 

Alfred Morris

 

Números Individuais

  • Correndo
    • 115 corridas
    • 547 jardas
    • 4,8 jardas por corrida
    • 42,1 jardas por jogo
    • 1 Touchdown
    • 0 Fumbles
  • Recebendo
    • 9 passes em sua direção
    • 7 recepções (77,8%)
    • 45 jardas recebidas
    • 6,4 jardas por recepção
    • 3,5 jardas recebidas por jogo
    • 0 Touchdowns Recebendo

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$2.200.00,00
  • Salário em 2018: –
  • Situação ContratualFree Agent irrestrito em 2018

 

Pontos Positivos

Com a ausência de Ezekiel Elliott, Alfred Morris se tornou o titular e correspondeu. Morris teve grandes partidas como titular na última sequência de vitórias da equipe. Contra o Redskins, Morris teve incríveis 27 carregadas, mostrando que tem vigor físico de carregar o time nas costas quando preciso. Como reserva de Zeke, Morris ainda mostrou serviço, como quando correu para mais de 70 jardas em uma única tentativa contra o Rams.

 

Pontos Negativos

Se correndo com a bola Morris pode ser bastante útil, recebendo passes ele ainda deixa a desejar. Não foi por acaso que Morris não esteve nos gramados em jogadas óbvias de passe, deixando a responsabilidade para Rod Smith.

 

Fica para a próxima temporada?

Improvável. Com Rod Smith se destacando e pelo seu alto salário, Morris pode acabar não tendo seu contrato renovado, dando espaço para os outros jogadores do elenco.

 


 

Rod Smith

 

Números Individuais

  • Correndo
    • 55 corridas
    • 232 jardas
    • 4,2 jardas por corrida
    • 15,5 jardas por jogo
    • 4 Touchdown
    • 0 Fumble
  • Recebendo
    • 23 passes em sua direção
    • 19 recepções (66,7%)
    • 202 jardas recebidas
    • 10,3 jardas por recepção
    • 13,5 jardas recebidas por jogo
    • 0 Touchdowns Recebendo

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$615.000,00
  • Salário em 2018: US$705.000,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2018

 

Pontos Positivos

Rod Smith se tornou um running back complementar a Ezekiel Elliott e a Alfred Morris, recebendo passes muito bem e até correndo bem com a bola. Seu desempenho foi tão bom que ele tomou o espaço de Darren McFadden no time e ganhou prestígio o suficiente para continuar tendo snaps mesmo com o retorno de Zeke.

 

Pontos Negativos

Apesar da surpresa positiva, Smith não é um RB que pode ter 20 carregadas por partida. Seu desempenho ainda é limitado a ser um complemento ao titular, apesar da possibilidade de uma evolução.

 

Fica para a próxima temporada?

Possivelmente. Como está sob contrato, o mais provável é que ele fique para 2018 e seja o reserva imediato de Ezekiel Elliott.

 


 

Keith Smith

 

Números Individuais

  • Correndo
    • 0 corridas
    • 0 jardas
    • 0 jardas por corrida
    • 0 jardas por jogo
    • 0 Touchdown
    • 0 Fumble
  • Recebendo
    • 5 passes em sua direção
    • 5 recepções (100%)
    • 26 jardas recebidas
    • 5,2 jardas por recepção
    • 1,6 jardas recebidas por jogo
    • 0 Touchdowns Recebendo

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$690.00,00
  • Salário em 2018: –
  • Situação Contratual: Free Agent restrito até 2017

 

Pontos Positivos

Saindo da posição de linebacker para fullback, Keith Smith mostrou boa adaptação e teve um bom trabalho jogando em sua nova posição. Smith não correu com a bola na temporada, mas teve bom desempenho recebendo, tendo 100% de aproveitamento em bolas lançadas na sua direção.

 

Pontos Negativos

Pelo próprio esquema ofensivo de Dallas, Smith não é usado constantemente com a bola. Sua maior responsabilidade bloqueando acaba fazendo com que torcedores não notem sua presença em campo.

 

Fica para a próxima temporada?

Provavelmente. Por ser um free agent restrito, a possibilidade de permanência de Smith é alta.

 


 

Reservas / Outros

 

Situação Contratual

  • Darren McFadden
    • Salário em 2017: US$695.000,00
    • Salário em 2018: –
    • Situação Contratual: Dispensado
  • Trey Williams
    • Salário em 2017: US$158.825,00
    • Salário em 2018: –
    • Situação Contratual: Dispensado

 

Pontos Positivos

Darren McFadden mostrou talento na pré-temporada, enquanto Trey Williams veio apenas para tapar buraco na suspensão de Ezekiel Elliott.

 

Pontos Negativos

McFadden perdeu espaço ao longo da temporada e acabou sendo dispensado. Williams nem sequer jogou para se ter uma avaliação sobre o jogador.

 

Ficam para a próxima temporada?

Não. Darren McFadden se aposentou depois de ter sido dispensado e Trey Williams não deverá retornar e circunstâncias normais.

 


 

O que esperar da posição para 2018?

Renovação. Ezekiel Elliott estará fora da turbulência que o carregou durante toda a temporada de 2017 e pode querer mostrar serviço nessa próxima temporada para compensar o tempo perdido. Com ele em campo por mais uma temporada, não há dúvidas de que o jogo terrestre do time será um sucesso.

Entre os reservas, há a dúvida da permanência de Alfred Morris. Por conta do alto salário e da boa atuação do outro reserva, Rod Smith, Morris pode acabar saindo do time e abrindo espaço para que outro running back venha para Dallas. Por lógica, se a equipe não renovar com Morris por motivos salariais, o melhor caminho para buscar outro reserva seria o Draft. Ainda assim, não duvide de que Morris possa aceitar um salário menor para renovar e permanecer no Cowboys.

 


 

Conclusão

Apesar dos desfalques da linha ofensiva e da queda de produção no jogo aéreo, o jogo terrestre se manteve entre os pontos fortes da equipe em 2017.

Com Ezekiel Elliott, o time conseguiu manter a ótima média de jardas terrestres que teve na temporada de 2016, enquanto Alfred Morris o substituiu bem o suficiente para manter o nível do jogo corrido em um estado aceitável. Além disso, a grata surpresa de Rod Smith na pré-temporada também apareceu na temporada regular. Recebendo passes e correndo com a bola, Smith se tornou uma boa opção para o ataque e conseguiu se firmar no elenco.

Para 2018, é possível que o time veja outro veterano deixar o time. Depois de McFadden, dispensado, podemos ver Morris não renovando e indo buscar outra equipe para jogar na temporada que vem, justamente pelo seu alto salário e a temporada de Rod Smith. Caso isso aconteça, o mais provável é que seu substituto seja o próprio Smith ou uma escolha no Draft. Keith Smith, que teve bom trabalho bloqueando, também deve ficar.

 


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455
Foto: Matthew Emmons / USA TODAY Sports

Com a chegada do RECAP, faremos uma série de textos analisando todos os jogadores do Dallas Cowboys e como foi a temporada de cada um. Para começar a série, falaremos dos quarterbacks, a posição mais importante do futebol americano.

A análise individual de cada um, você vê aqui.

 

Dak Prescott


 
Números Individuais

  • Passando
    • 16 jogos como titular
    • 490 tentativas de passe
    • 308 passes completos (62,9%)
    • 3.324 jardas
    • 6,8 jardas por tentativa de passe
    • 10,8 jardas por passe completo
    • 207,8 jardas por jogo
    • 22 Touchdowns
    • 13 Interceptações
    • 86.6 NFL Rating
    • 66,5 ESPN QB Rating
  • Correndo
    • 57 corridas
    • 357 jardas terrestres
    • 6,3 jardas por corrida
    • 22,3 jardas por jogo
    • 6 Touchdowns
    • 4 Fumbles

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$635.848,00
  • Salário em 2018: US$725.848,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2019

 

Pontos Positivos

Assumindo a titularidade após a aposentadoria de Tony Romo, Dak Prescott conseguiu mostrar traços de maturidade em seu jogo. Apesar de perder Ezekiel Elliott por seis partidas, Dak conseguiu manter o que fez muito bem em 2016, prolongando as jogadas com as próprias pernas e correndo com a bola. Seus números correndo melhoraram em relação a sua primeira temporada, além de diminuir o número de fumbles sofridos.

Na primeira metade do ano, Prescott também mostrou muita maturidade, jogando de igual para igual com Aaron Rodgers e comandando muito bem o ataque.

 

Pontos Negativos

Com o fim da temporada, podemos dizer que Dak regrediu. Além da química com Dez Bryant não ter melhorado — seja por culpa do recebedor ou não –, Prescott também não conseguiu repetir boas atuações que teve ao passar a bola para Cole Beasley e até Jason Witten. Com a ausência de Tyron Smith, seu jogo caiu drasticamente, fazendo com que ele terminasse a temporada com mais interceptações retornadas para touchdown na NFL.

Além disso, Prescott mostrou dificuldades em passes longos e em comandar o time em campanhas para empatar/vencer o jogo. Partidas como o Rams e contra o Seahawks poderiam ter sido vencidas se Dak tivesse feito uma campanha melhor nos minutos finais.

 

Fica para a próxima temporada?

Sem dúvidas. Dak Prescott ainda é o quarterback titular e não vai ser um ano ruim que vai tirá-lo da equipe.

 


 

Cooper Rush


 
Números Individuais

  • 2 jogos
  • 3 tentativas de passe
  • 1 passes completos (33%)
  • 2 jardas
  • 0,7 jardas por tentativa de passe
  • 2,0 jardas por passe completo
  • 0 Touchdown
  • 0 Interceptações
  • 42,4 NFL Rating

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2017: US$466.666,00
  • Salário em 2018: US$556.666,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2019

 

Pontos Positivos

Cooper Rush, o CR7, teve muito pouco tempo em campo na temporada regular, mas fez bonito na pré-temporada. Foram quatro partidas acima da média o suficiente para colocá-lo como reserva imediato de Dak, tomando o posto de Kellen Moore. Sua pré-temporada lembrou inclusive a que o próprio Dak Prescott teve em 2016, quando chocou a liga. Ao menos em 2017, Rush mostrou que pode ser ao menos um reserva decente.

 

Pontos Negativos

Como qualquer calouro, CR7 precisa melhorar alguns pontos de seu jogo. Como ele jogou basicamente só a pré-temporada, fica difícil julgá-lo devido a diferença entre as defesas que ele enfrentaria na temporada regular.

 

Fica para a próxima temporada?

Sim. Pela surpresa positiva na última temporada, Cooper Rush deve se firmar como reserva do Dallas Cowboys em 2018. Isso, é claro, considerando que não aconteça uma tragédia antes da temporada.

 


 

Reservas / Outros

 

Situação Contratual

  • Kellen Moore
    • Salário em 2017: US$72.00,00
    • Salário em 2018: –
    • Situação ContratualFree Agent irrestrito em 2018

 

Pontos Positivos

Kellen Moore não jogou na temporada regular para ter uma opinião sobre ele. Ainda assim, ele foi elogiado por ajudar os quarterbacks fora de campo devido a sua inteligência.

 

Pontos Negativos

Kellen Moore teve uma pré-temporada ruim o suficiente para perder o posto de reserva para Cooper Rush. Ele até começou a temporada como reserva de Dak Prescott, mas foi somente até Rush se adaptar. Terminou o ano amargando no practice squad.

 

Fica para a próxima temporada?

Possivelmente. Kellen Moore talvez não fique como quarterback, mas sim como técnico. Há o rumor de que ele irá se aposentar e virar o técnico de QBs da equipe após a saída do atual técnico Wade Wilson.

 


 

 O que esperar da posição para 2018?

Incerteza. Depois de um 2016 fantástico, Dak Prescott teve uma queda de produção em 2017 e gerou muitos pontos de interrogação sobre seu desempenho. Será que Prescott é o ótimo quarterback de 2016 e apenas caiu de rendimento em 2017, ou ele é o quarterback de 2017 que teve um pico de excelência em 2016? Atualmente não há ninguém que questione a titularidade de Dak, mas um outro ano ruim do camisa 4 pode mudar o cenário para o Time da América.

Do outro lado, o time parece ter encontrado um reserva confiável. Cooper Rush se destacou muito bem na pré-temporada e com isso se firmou como reserva imediato de Prescott. Como ele não teve oportunidades na temporada titular, não há a certeza de que ele renderá tão bem enfrentando defesas mais fortes, mas ainda assim deixou a torcida mais confiante do que quando tinha Mark Sanchez ou Matt Cassell no banco de reservas. Por fim, Kellen Moore deverá se aposentar e se tornar o técnico de quarterbacks do time, ajudando Dak e CR7 a evoluirem.

 


 

Conclusão

A temporada de 2017 vinha com um ar de esperança devido ao time finalmente ter achado um sucessor do Tony Romo. Vindo de uma campanha quase impecável em 2016, Dak Prescott mostrou ao mundo da NFL suas falhas em 2017.

Nessa temporada, Dak mostrou mais problemas em leitura de jogadas e em proteger a bola, lançando três vezes mais interceptações do que em sua temporada de calouro. Com lesões de jogadores importantes do ataque, seus problemas foram potencializados e levaram o time a uma sequência de derrotas que praticamente decretou o fim da temporada do Dallas Cowboys. Diante do cenário ruim, Prescott admitiu para a imprensa que teve um ano ruim e precisa melhorar.

Para 2018, a tendência é justamente essa. O ataque deverá ser reformulado e Dak deverá ter mais maturidade após um ano ruim, conseguindo melhorar seu desempenho. No entanto, outro ano abaixo da média pode começar a fazer com que a comissão técnica pense duas vezes em considerar Prescott como solução a longo prazo para o time.


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435
Foto: Ashley Landis / The Dallas Morning News

Foi uma temporada de altos e baixos. Sequências de vitórias e de derrotas também. Lutas dentro de campo e fora de campo. Tudo isso para terminar a temporada com um recorde positivo, é verdade, mas não o suficiente para classificar o Dallas Cowboys aos playoffs.

Ainda assim, a temporada de 9-7 trouxe notícias boas e ruins ao Time da América. Pelo quarto ano consecutivo, faremos a série RECAP, que como o próprio nome já diz tenta recapitular a temporada do Dallas Cowboys analisando de forma individual todas as peças. Aqui, soltaremos textos diários analisando os jogadores de todas as posições do Dallas Cowboys, além da comissão técnica e da diretoria.

Abaixo estão a lista dos recaps que serão divulgados diariamente. Se você não aguenta esperar, pode dar uma olhada nos textos de outros anos, para ver a análise do time e as nossas previsões quase que sempre acertadas sobre os jogadores.

RECAPS
  • Linha Defensiva: Em breve…
  • Linebacker: Em breve…
  • Cornerback: Em breve…
  • Safety: Em breve…
  • Special Teams: Em breve…
  • Comissão Técnica: Em breve…
  • Front Office: Em breve…

530
Foto: Smiley N. Pool / The Dallas Morning News

Agora é aguardar a próxima temporada. Apesar de já estar eliminado, o Dallas Cowboys cumpriu o seu papel e venceu o time quase reserva do Philadelphia Eagles, assegurando a segunda temporada consecutiva com mais vitórias do que derrotas.

 

Informações Gerais
Time 1 2 3 4 OT Final
⚪ Dallas Cowboys (9-7) 0 0 0 6 0 6
🦅 Philadelphia Eagles (13-3) 0 0 0 0 0 0

 

Pontuação

  • TD 🏈 DAL: Brice Butler (20 jardas | passe de Dak Prescott) | Ponto Extra errado

 

O Jogo

Antes mesmo do começo da partida, já era esperado uma partida sem grandes emoções, já que não havia nada além de uma posição no Draft para o Dallas Cowboys em disputa. Apesar de algumas tentativas de ambos os times, foi isso mesmo o que aconteceu: um jogo ruim com cenas lamentáveis.

No primeiro quarto, os dois ataques conseguiram avançar bem em suas primeiras campanhas, mas pararam na defesa, inclusive na tentativa de quarta descida. Isso mesmo, os dois times tentaram uma quarta descida logo no primeiro quarto e os dois não converteram. A cereja do bolo do primeiro quarto foi um passe de Nick Foles que acabou parando nas mãos do calouro Chidobe Awuzie, que fez a interceptação.

O jogo estava tão bom que o punter do Philadelphia Eagles esqueceu de tirar a calça que usava na sideline para se aquecer e teve que fazer isso durante o jogo, protagonizando uma das cenas bizarras da tarde.

No segundo quarto, o Eagles resolveu poupar seus titulares já pensando nos playoffs, e para isso colocou o quarterback reserva Nate Sudfeld no lugar de Nick Foles. Apesar disso, o Cowboys ainda titular sofreu para conseguir algo. A melhor campanha do quarto começou na linha de 4 jardas de Dallas e terminou pouco depois do meio do campo, mas ainda longe da marca de field goal.

O segundo tempo começou, mas o sofrimentou não havia terminado. Foram mais 15 minutos de relógio rolando de campanhas terminando em punts e um jogo sofrível, sem nenhuma grande emoção. Já vimos jogos de pré-temporada mais emocionantes que essa partida.

Somente no fim do terceiro quarto o Dallas Cowboys conseguiu a campanha que precisava. Começando na própria linha de uma jarda, o Time da América conseguiu caminhar as 99 jardas restantes do campo, chegando na end zone com Brice Butler após passe de Dak Prescott. Apesar do ponto extra errado, o placar havia saído do zero.

Após essa campanha, o jogo voltou a ser aquele festival de punts vistos antes. O Dallas Cowboys até conseguiu outra boa campanha, gastando o relógio e pondedo pontuar, mas Dan Bailey errou outro chute, dessa vez um field goal curto. O Eagles ainda teve 13 segundos para buscar uma reação heróica, mas somente conseguiu protagonizar uma cena bizarra que você pode ver nos melhores momentos abaixo.

 

 

Melhores Momentos

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Números
Coletivos
 Estatística Dallas Cowboys Philadelphia Eagles
 Jardas Aéreas 179 173
 Jardas Terrestres 129 70
 Jardas Totais 308 243
 First Downs 16 12
Turnovers Sofridos 0 1
 Faltas (jardas) 7 (64) 7 (45)
 Tempo de posse 30:05 29:55

 

Individuais
  • Passando

DAL: Dak Prescott: 17/30, 179 jardas, 1 TD,  0 INT. Rating: 85,3

PHI: Nick Foles: 4/11, 39 jardas, 0 TD, 1 INT. Rating: 9,3
PHI: Nate Sudfeld: 19/23, 134 jardas, 0 TD, 0 INT. Rating: 90,9

  • Correndo

DAL: Ezekiel Elliott: 27 att, 103 jardas
DAL: Dak Prescott: 2 att, 16 jardas
DAL: Alfred Morris: 2 att, 1 jarda

PHI: LeGarrette Blount: 9 att, 37 jardas
PHI: Nate Sudfeld: 1 att, 22 jardas
PHI: Wendell Smallwood: 4 att, 6 jardas

  • Recebendo

DAL: Brice Butler: 2 rec, 50 jardas, TD
DAL: Ezekiel Elliott: 3 rec, 38 jardas
DAL: Ryan Switzer: 4 rec, 32 jardas
DAL: Dez Bryant: 3 rec, 24 jardas

PHI: Mack Hollins: 3 rec, 25 jardas
PHI: Zach Ertz: 2 rec, 24 jardas
PHI: Wendell Smallwood: 3 rec, 24 jardas
PHI: Marcus Johnson: 3 rec, 23 jardas

 

✅ Pontos Positivos

Mais uma vez o destaque do time. Foram 30 toques na bola contando corridas e passes recebidos e mais de 100 jardas totais. Em um jogo decidido por tão poucos pontos, Zeke mostrou que pode ser decisivo. Ainda bem.

  • LB Sean Lee

Outra vez liderou o time em tackles totais e ajudou a limitar o jogo terrestre de Philadelphia a míseras 70 jardas. É impressionante que não tenha sido eleito de primeira ao Pro Bowl.

  • P Chris Jones

Em um jogo onde o número de punts foi maior que o número de pontos no placar, não há como mencionar o nosso punter aqui. Chris Jones colocou o Eagles em diversas situações desconfortáveis e ajudou a manter o zero no placar de lá.

 

⛔ Pontos Negativos

Uma vez o kicker mais preciso da história da NFL, Dan Bailey mais uma vez errou chutes considerados fáceis. Foi um ponto extra e um field goal de 29 jardas, chutes que deveriam ser automáticos para qualquer kicker na NFL. É melhor abrir o olho, Bailey.

  • QB Dak Prescott

Contra os reservas do Eagles, Dak pouco fez. Esperava-se um jogo melhor de Prescott diante de uma defesa frágil e já de olho nos playoffs, mas o que se viu foi um quarterback com ainda muitos problemas que precisam ser resolvidos para a próxima temporada.

  • Comissão Técnica

Apesar de certa agressividade no começo do jogo ao arriscar a quarta descida, a comissão técnica pouco fez nesse jogo e o time se manteve de igual para igual com o time reserva do Eagles, algo inaceitável em qualquer circunstância.

 

Próximo Jogo

Com o time já eliminado, o Dallas Cowboys só volta em campo em agosto, quando a pré-temporada de 2018 começará. Serão longos meses de espera, mas estaremos aqui com informações diárias para o que precisarem!

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Foto: Ronald Martinez / Getty Images

Férias antecipadas. Na véspera do ano novo, o Dallas Cowboys se despede da temporada em um jogo que não significa nada em termos de classificação.

 

Informações Gerais

 

⚪ ✭ (8-7) Dallas Cowboys @ Philadelphia Eagles (13-2)  🦅

 

  • 🏟 Local: Lincoln Financial Field, Filadélfia, Pennsylvania
  • 🗓 Data: 31/12 (Domingo)
  • ⏰ Horário: 16h00 (Horário de Brasília)
  • 📺 Transmissão: GamePass

 

Retrospecto

O Dallas Cowboys chega para o jogo já eliminado após perder para o Seattle Seahawks na semana anterior. Já o Philadelphia Eagles já está classificado aos playoffs e pode entrar no jogo com o pé no freio.

 

Podcast

Diante das festividades do ano novo, o podcast não terá a edição dessa semana. No entanto, ele voltará normalmente na semana que vem. Fiquem tranquilos!

Fique de Olho
  • Cooper Rush

Com o time do Dallas Cowboys já eliminado dos playoffs, podemos ver o calouro Cooper Rush jogando parte da partida, principalmente a partir do segundo tempo. Rush surpreendeu na pré-temporada, tendo ótimas atuações, e ganhou além de uma vaga no elenco, a posição de reserva imediato de Dak Prescott. Pode ser um bom teste para Rush, que caso tenha uma boa atuação, pode assegurar a vaga de quarterback reserva para a próxima temporada.

  • Taco Charlton

Com a temporada chegando ao fim, e sem mais pretensões, fica a expextativa de ver como o calouro selecionado na primeira rodada irá atuar. Charlton tem melhorado no quarto final da temporada, vindo de uma boa sequência de 4 jogos, em que conseguiu diversas pressões e 2 sacks, além de um fumble forçado.

  • Orlando Scandrick

Após perder as últimas 3 partidas por conta de lesão, Orlando Scandrick pode voltar ao elenco ativo do Dallas Cowboys para a partida de domingo contra o Eagles. Com a crescente dos jovens jogadores da secundária, como Chidobe Awuzie, Jourdan Lewis e Anthony Brown,  e o grande contrato de Scandrick junto com sua falta de produtividade, podem fazqer com que este domingo seja o último jogo de Scandrick com a camisa do Dallas Cowboys, após 10 anos com o time.

  • Dez Bryant

Vindo de uma das piores temporadas completas da carreira,  que tem números superiores apenas ao seu ano de calouro, Dez Bryant teve discussões na sideline na partida contra o Seahawks e fez comentários polêmicos no vestiário.  Esse último jogo do ano pode ser o de reafirmação de Dez no time, ou pode ser a sua porta de saída do time para 2018.

 

O que esperar?

Com a equipe do Eagles já classificada para os playoffs e com a folga na primeira rodada e home field advantage garantida por todos os playoffs, e o time do Cowboys já sem chances de ir a pós-temporada, esse jogo será realizado apenas por cumprimento de tabela. Dessa forma, a equipe do Philadelhpia deve poupar diversos jogadores e fazer alterações ao longo da partida, para manter seu elenco saudável para a disputa dos playoffs. Já o Cowboys deve entrar com a equipe titular, que precisa se redimir da atuação na semana passada, e deverá fazer algumas alterações durante o jogo para testar seus jovens jogadores, já pensando no ano que vem.

 

 

Desfalques

Dallas Cowboys

  • left tackle Tyron Smith e o cornerback Orlando Scandrick foram colocados na injured reserve e estão fora do jogo;
  • O WR Dez Bryant (joelho), o RB Rod Smith (mal-estar) e o WR Cole Beasley (mal-estar) estão listados como questionáveis, mas devem jogar;
  • O defensive tackle David Irving ainda não saiu do protocolo de concussão da liga e, apesar de estar questionável, não deve jogar.

 

Philadelphia Eagles

  • O linebacker Joe Walker, que foi colocado na injured reserve, e o cornerback Sidney Jones (tendão de Aquiles) estão fora do jogo;
  • O defensive end Brandon Graham (joelho) não treinou na quinta-feira e está listado como duvidoso.

 

Curiosidades
  • Dallas Cowboys e Philadelphia Eagles talvez seja a maior rivalidade de toda a NFC East. Na história, o Eagles é o adversário que mais enfrentou o Cowboys: 117 vezes;
  • Das 117 partidas entre os times, o Dallas Cowboys leva a vantagem com 65 vitórias e 52 derrotas. Somente o Washington Redskins (69) foi derrotado mais vezes por Dallas que o Eagles;
  • Na pós-temporada, os times já se enfrentaram em todas as fases do mata-mata: o wild card, o divisional e a final de conferência. Enquanto o Cowboys venceu os três jogos disputados nas primeiras fases, o Eagles venceu a única final de conferência entre os times (mas perdeu o Super Bowl);
  • O retrospecto recente é também favorável ao Cowboys: são seis vitórias nos últimos 11 jogos;
  • Dos 48 títulos da NFC East já disputados, Dallas Cowboys e Philadelphia Eagles somam 30 deles. São os dois maiores campeões da divisão.

 

Uma vitória do Dallas Cowboys…
  • Daria a 36ª temporada com um recorde positivo na história da franquia;
  • Marcaria a 200ª vitória dentro da NFC Leste
  • Fecharia o recorde contra a NFC Leste em 5-1 na temporada e 200-72 na história;
  • Encerraria a temporada com um recorde de 6-2 fora de casa;
  • Aumentaria o recorde de partidas finais de temporada para 25-33 e 12-23 fora de casa;
  • Ampliaria o recorde contra o Eagles em partidas finais de temporada para 3-4 e 1-2 fora de casa;
  • Fecharia o recorde do ano contra times da NFC em 7-5.

 

🖥 Assista o Jogo!
  • Link 1: http://www.buffstream.com/watch/nfl-4.php
  • Link 2: http://streamspn.com/nfl/eagles
  • Link 3: http://45.77.112.174/nfl6.php
  • Link 4: http://ripple.is/football/1374-dallas-cowboys-philadelphia-eagles
  • Link 5: Em breve…