Jogo entre Cowboys e Lions bate recorde de audiência nos EUA

Jogo entre Cowboys e Lions bate recorde de audiência nos EUA

682
foto: DallasCowboys.com

Mesmo longe de repetir as glórias do passado, o Dallas Cowboys continua sendo o Time da América. A prova disso se dá na audiência da partida contra o Detroit Lions. Se 91.401 torcedores estavam presentes no jogo (e fazendo muito barulho), na televisão esse número era gigantesco. Com uma média de 42,3 milhões de espectadores assistindo o jogo, a partida foi a terceira com maior audiência da história da rodada do Wild Card dos playoffs, onde teve aproximadamente 13% da população americana assistindo a partida

Para se ter uma ideia, um Sunday Night Football (horário nobre americano), tem em média cerca de 15 milhões de espectadores. Em outras palavras, o jogo do Dallas Cowboys teve quase o triplo de espectadores do que um jogo em horário nobre da temporada regular.

As duas maiores audiências da história da rodada de wild card dos playoffs são da partida entre Denver Broncos e Pittsburgh Steelers em 2012 (42,4 milhões), o famoso jogo de Tim Tebow, e a partida entre Green Bay Packers e San Francisco 49ers em 2014, com uma média de 47,1 milhões de espectadores.

Sobre o jogo do Dallas Cowboys e Detroit Lions, a audiência foi a maior da televisão americana desde março de 2014, quando o Academy Awards atraiu uma média de 43,6 milhões de espectadores.

Considerando-se os outros jogos do wild card, a televisão americana teve uma média de 26 milhões de espectadores por jogo, ou seja, bem abaixo do jogo do Dallas Cowboys. O jogo entre Panthers e Cardinals, por exemplo, teve “apenas” 21,7 milhões de espectadores, pouco mais da metade da audiência do jogo do Cowboys. Já os jogos entre Baltimore Ravens x Pittsburgh Steelers e Indianapolis Colts x Cincinnati Bengals tiveram audiências de 28 e 28,3 milhões de espectadores, respectivamente.

Gabriel Plat

Editor-Chefe em Blue Star Brasil
Curte NFL por escolha e o Dallas Cowboys por amor. Aprecia a boa música e compartilha outro sofrimento: o Botafogo. Um dos participantes do podcast.