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2016

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Foto: Joe Robbins / Getty Images

Se eu te disser que há mais da NFL do que simplesmente o Draft e a Free Agency durante a offseason, você acredita? Bom, deveria.

Em um dos períodos menos badalados de uma temporada, acontece o maior evento entre os jogadores que estarão disponíveis para o recrutamento da NFL alguns meses depois. Trata-se do NFL Scouting Combine,

Mas o que ele realmente significa? O que é, como ele é feito, essas coisas?

Respondemos todas e mais outras perguntas nesse post. Optamos por dividi-lo em duas parte por estar bem extenso devido aos GIFs.

 

O que é o NFL Scouting Combine?

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O Combine nada mais é do que um evento que tem como objetivo avaliar de uma forma mais minuciosa os jogadores que estarão no NFL Draft do mesmo ano. O evento é sempre realizado em fevereiro e desde 1987 ele é sediado em Indianapolis, no estádio do Colts.

O Combine foi criado de forma inicial para apenas avaliar de forma médica os jogadores, e depois se expandiu para quatro fases: A medição dos atletas, as entrevistas com os times, a parte médica e os testes físicos. Indianapolis foi inicialmente escolhida como sede por ser uma cidade reconhecida nos Estados Unidos por ter ótima estrutura hospitalar, e suportar uma carga tão grande de exames médicos, tendo um número de equipamentos, como o de raio-x e ressonância magnética, capaz de atender a grande quantidade de atletas que são convidados ao evento.

Com uma semana de duração, o Combine realiza uma série de testes físicos e mentais com os jogadores, além de abrir um espaço para que membros de times da NFL façam entrevistas particulares com eles. Os testes e as entrevistas impactam de forma significativa a projeção dos jogadores para o NFL Draft.

Devido a esse impacto no Draft, o Combine deixou de ser reservado apenas às equipes da NFL e se tornou um evento para todo fã do esporte. Não só há venda de ingressos para assistir os testes físicos, como há também transmissão ao vivo dos testes dos jogadores, com análises e o profissionalismo que a NFL está acostumada a oferecer.

Apesar de ser um evento que engloba jogadores que estão saindo do futebol americano universitário, não são todos que são convidados. Um comitê de seleção formado a cada ano é responsável por convidar os jogadores. O Combine estabelece um máximo de 335 jogadores para o evento, e caso um jogador recuse ou não possa participar, não será chamado outro atleta para seu lugar.

Vale lembrar também que não ser convidado não é sinônimo de não entrar na NFL. Há casos e mais casos de jogadores que não foram chamados para o Combine e que estão na liga. Pegando o Dallas Cowboys como exemplo, temos Cole Beasley, Brandon Carr e Lucky Whitehead como parte dos jogadores que não participaram do evento e que chegaram até a NFL. No ano de 2015, 41 jogadores que não foram convidados ao Combine foram selecionados no Draft, incluindo três na quarta rodada.

 


 

O que o NFL Scouting Combine avalia?

DeMarcus Lawrence realiza um dos exercícios. (Foto: UTSan Diego)
DeMarcus Lawrence realiza um dos exercícios. (Foto: UTSan Diego)

Antes de qualquer coisa, o Combine serve para mostrar aos times da NFL o quanto os jogadores estão preparados e o quanto eles podem render jogando no nível profissional. Para isso, o Combine realiza uma série de testes físicos (Workout Drills) e testes específicos para a posição do jogador (Position Drills), cujo objetivo principal é avaliar características específicas que os jogadores precisam ter para jogar no ritmo da NFL.

Por ser um teste mais, vamos dizer assim, “geral”, falaremos primeiro dos testes físicos.

 


 

Os GIFS podem travar na primeira vez em que ele rodar. Portanto, espere ele rodar pela segunda vez para vê-lo perfeitamente.
 

1. 40-Yard Dash (Tiro de 40 Jardas)
Jadeveon Clowney
Jadeveon Clowney, primeira escolha geral do Draft de 2014

O 40-Yard Dash talvez seja o teste mais visto dentre todos realizados. Nele, o jogador precisa dar um pique e correr uma distância de 40 jardas (36,5 metros) no menor tempo possível, algo bem parecido (em suas devidas proporções) com os 100 metros rasos das Olimpíadas. Mas diferentemente dos eventos de corrida dos jogos olímpicos, o tempo no 40 yard dash só começa a contar após o atleta iniciar a sua corrida, e não a partir de um sinal. Sendo assim, o teste não avalia a reação do jogador, tão importante na NFL após o snap.

Para se ter uma avaliação mais precisa, o teste mede não só o tempo em que o jogador correu as 40 jardas, como também as 10 e as 20 primeiras jardas.

As primeiras 10 jardas são essenciais para avaliar a explosão e a agilidade do jogador. Entre jogadores mais pesados, como os de linha ofensiva, o tempo feito nas 40 jardas não é tão interessante para os técnicos quanto a explosão e a agilidade do jogador na curta distância de 10 jardas. Já entre jogadores mais leves, como running backswide receiverslinebackersdefensive backs, a velocidade nas 40 jardas é tão importante quanto as 10 ou 20 primeiras.

 

2. Bench Press (Supino)

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O Bench Press, mais conhecido como supino, é outro teste bem popular no Combine. Mesmo que muitos já saibam, nunca é demais explicar: nesse teste, o jogador (deitado para cima) deverá fazer o maior número de repetições levantando um peso de 225 libras (102kg). O que os técnicos buscam nesse exercício é ver não só a força do jogador, como também a resistência e a assiduidade do jogador na musculação durante sua época universitária.

Dependendo do número de repetições, os técnicos e general managers da NFL conseguem perceber se o jogador começou a se exercitar apenas nos últimos meses, ou passou seus últimos anos se dedicando a se fortalecer. Por ser uma prova que exige muita força, os jogadores das posições de linha (defensiva e ofensiva) se sobressaem, com destaque também para linebackerstight ends e até running backs.

Igor Olshansky, defensive end que atuou no Dallas Cowboys entre 2009 e 2011, conseguiu 43 repetições, duas a menos que o recorde histórico do evento.

Uma das críticas feitas ao exercício é que ele não mede a real força que o atleta demonstra em campo, já que o sucesso no exercício depende apenas da força no tronco do jogador, sendo a força nas pernas tão ou mais importante.

 

3. Vertical Jump (Salto Vertical)
Jamie Collins, selecionado na segunda rodada do Draft de 2013
Jamie Collins, selecionado na segunda rodada do Draft de 2013

O Salto Vertical é o que o nome já diz. O teste nada mais é do que um pulo para ver até onde o jogador consegue alcançar. Primeiro, é medido o alcance do jogador em pé e no chão. Depois, o jogador precisa saltar e mexer o maior número possível das chamadas flags, que serão responsáveis pela sua medição. A diferença entre as duas medidas é a medida oficial do salto vertical.

Nesse teste, os técnicos buscam ver mais especificamente a força que o jogador tem da cintura para baixo. Por serem de posições “favoráveis” ao teste, os wide receivers e os cornerbacks são os que mais se destacam, mas também vemos safetiestight endslinebackers conseguirem bons resultados.

Em 2015, Byron Jones foi o melhor cornerback e o segundo melhor de todo o Combine no exercício, conseguindo uma diferença de 44,5 entre as duas medições.

 

4. Broad Jump
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Byron Jones no momento que quebrou o recorde mundial do exercício

Falar do Broad Jump é praticamente igual a falar do Vertical Jump. A diferença basica dos dois é que enquanto o Salto Vertical você pula para cima, o Broad Jump você pula para frente. Nesse exercício, o jogador precisa saltar para frente na maior distância possível, mas sem se desequilibrar — ou terá que repetir o exercício! Assim como no Vertical Jump, os técnicos avaliam a força e a explosão do jogador utilizando os músculos da parte inferior do corpo.

Em 2015, o teste consagrou Byron Jones. O jogador não só foi bem, como também bateu o recorde mundial do exercício, realizando um salto para frente de nada menos que 12,3 pés, algo em torno de 3,7 metros! Esse exercício fez os técnicos olharem com mais cuidado ao jogador, que acabou sendo selecionado na primeira rodada pelo Dallas Cowboys.

 

5. 3 Cone Drill
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Andrew Luck, primeira escolha geral do Draft de 2012

O 3 Cone Drill é um exercício bem parecido com aqueles feitos em escolinha de futebol/soccer. Nele, os cones estão alinhados em forma de L e o jogador deverá fazer o seguinte percurso: correr para o segundo cone, voltar, ir novamente, virar a direita e correr até o cone seguinte, contorná-lo, voltar para o segundo cone e, ufa, voltar ao começo.

O teste serve basicamente para mostrar como o jogador muda de direção ao correr em alta velocidade. Isso ajuda não só a mostrar a capacidade de wide receivers em correr rotas e de cornerbacks para marcá-los, por exemplo, como também mostra a capacidade de um pass rusher de contornar a linha ofensiva e conseguir um sack.

O 3 Cone Drill é o exercício considerado por muitos o mais importante de todo o Combine. A habilidade de mudar de direção, flexionar e girar o quadril, e de explosão, são das mais importantes para diversas posições da NFL, principalmente as de defesa e as skill positions no ataque.

Em 2005, DeMarcus Ware conseguiu fazer o Three Cone Drill em 6,85 segundos, marca boa para sua posição. Para efeito de comparação, Ware conseguiu fazer o exercício em um tempo menor que Terrance Williams (7,01s) e DeMarco Murray (7,28s) e o mesmo que Sean Lee, mesmo sendo mais pesado. Não é a toa que Ware é o jogador com mais sacks na história do Dallas Cowboys.

 

6. Shuttle Run

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Também chamado de 5-10-5 por conta da distância (em jardas) que o jogador precisa correr, a Shuttle Run é similar ao 3 Cone Drill. Nele, o jogador precisa andar cinco jardas lateralmente para a direita, encostar no chão, correr 10 jardas para a esquerda, encostar no chão novamente e depois correr até o ponto onde começou. Há também a versão de 60 jardas, uma versão maior, mas com os mesmos conceitos.

Esse teste avalia a agilidade lateral do jogador e sua explosão em pequenas distâncias. O exercício é importante para avaliar jogadores da linha ofensiva e também linebackers e jogadores da secundária, que precisam ter agilidade lateral para conseguir marcar os recebedores do time adversário.

Assim como o 3 Cone Drill, a Shuttle Run é fundamental para os defensive backs. A agilidade lateral, mudança de direção, e habilidade de flexionar e girar o quadril são muito importantes para o sucesso de cornerbacks e safeties na NFL.

Em 2008, Mike Jenkins (cornerback) fez um tempo de 4,40 segundos no exercício, o pior dentre todos os CBs do Combine. Selecionado no fim da primeira rodada pelo Dallas Cowboys, Jenkins nunca valeu o investimento e saiu do time ao fim de seu contrato de calouro em 2012.


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Foto: Wesley Hitt / Getty Images

O RECAP de 2016 começa falando da posição mais importante do futebol americano: o Quarterback. Como se não bastasse, o Dallas Cowboys lidou com polêmicas ao redor da posição mais uma vez. E, pelo segundo ano consecutivo, a polêmica surgiu a partir da lesão de Tony Romo.

A análise individual de cada um, você vê aqui.

 

Dak Prescott

Números Individuais

  • Passando
    • 16 jogos como titular
    • 459 tentativas de passe
    • 311 passes completos (67,8%)
    • 3.667 jardas
    • 8,0 jardas por tentativa de passe
    • 11,8 jardas por passe completo
    • 229,2 jardas por jogo
    • 23 Touchdowns
    • 4 Interceptações
    • 104.9 NFL Rating
    • 81,7 ESPN QB Rating
  • Correndo
    • 57 corridas
    • 282 jardas terrestres
    • 4,9 jardas por corrida
    • 17,6 jardas por jogo
    • 6 Touchdowns
    • 9 Fumbles

 

Premiação Individual

  • Pro Bowl;
  • Mais tentativas de passe sem ser interceptado começando a carreira (176);
  • Primeiro QB escolhido na quarta rodada ou depois a ser titular dos 16 jogos da temporada;
  • Quarteback calouro com maior rating (104,9), porcentagem de passes completos (67,8%) e menos interceptações lançadas (4).

 

Situação Contratual

  • Salário em 2016: US$545.848,00
  • Salário em 2017: US$635.848,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2019

 

Pontos Positivos

De terceiro quarterback, Dak Prescott fez o impossível ao tirar a titularidade de Tony Romo. Apesar da oportunidade ter vindo pela sorte dos dois outros QBs não estarem disponíveis por conta de lesão, Dak aproveitou da melhor maneira.

Desde o começo da temporada, Prescott mostrou uma capacidade e qualidade pouco vista em calouros. Calma, presença de pocket, boas leituras da defesa adversária e principalmente capacidade de decisão, Dak foi um dos maiores fatores pelo sucesso do Dallas Cowboys nessa temporada. Seu desempenho contra o Green Bay Packers nos playoffs parece ter sido o determinante para o time decidir de vez cortas os laços com o antigo QB titular.

 

Pontos Negativos

Seus pontos negativos, naturalmente, são os problemas que qualquer calouro tem quando entra na NFL. Sua falta de experiência em uma liga profissional e de alto nível o fizeram cometer erros ao longo da temporada.

O principal deles foi a tentativa de prolongar jogadas mortas, que ocasionou em praticamente todos os fumbles que ele sofreu ao longo do ano. Além disso, erros na execução da jogada fizeram Dak optar por passes errados enquanto outros recebedores estavam livres, o que trouxe alguns problemas em campanhas. Por fim, o flagra em uma noitada no meio da temporada regular mostrou uma atitude que ainda precisa ser corrigida e melhorada ao longo dos próximos anos.

 

Fica para a próxima temporada?

Com certeza. Dak Prescott acabou de ter o primeiro do seu contrato de quatro anos de calouro e não corre risco de deixar o time.


 

Tony Romo

Números Individuais

  • 1 jogo
  • 4 tentativas de passe
  • 3 passes completos (75%)
  • 29 jardas
  • 7,3 jardas por tentativa de passe
  • 9,7 jardas por passe completo
  • 1 Touchdown
  • 0 Interceptações
  • 134,4 NFL Rating
  • 99,2 ESPN QB Rating

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2016: US$20.835.000,00
  • Salário em 2017: US$24.700.000,00
  • Situação Contratual: Em contrato até 2019

 

Pontos Positivos

Apesar do pouco tempo nos gramados, Tony Romo ganhou respeito de todos os fãs da NFL pelo que fez fora dele. Ao perder a posição de titular, Romo contrariou todas as expectativas e mostrou completo apoio ao Dak Prescott, sem comprometer o ambiente do time. Seu ato de profissionalismo mesmo diante da perda de titularidade sem o time ao menos dar uma chance ao jogador de tentar recuperá-la mostra o caráter do jogador e o quanto ele é, foi e sempre será importante ao Dallas Cowboys.

Por mais que tenha sido pouco, Romo fez um belo trabalho dentro de campo. Foi apenas uma campanha no jogo contra o Philadelphia Eagles, mas o número 9 foi capaz de mostrar que está em forma e que seria capaz de liderar o time para uma boa campanha se tivesse voltado a ser titular.

 

Pontos Negativos

Infelizmente o ponto negativo é o mesmo da temporada passada. Tony Romo não conseguiu se manter saudável e esse foi o principal motivo do jogador ter virado reserva no meio da temporada. Ao contrário de 2015, o time acabou não virando refém da saúde do camisa 9 e teve uma boa campanha graças ao então reserva Dak Prescott. Por mais que tenha sido uma lesão atípica e que Romo esteja 100% novamente, fica mais difícil pro Dallas Cowboys confiar nele de novo a ponto de sofrer duras consequências em caso de nova lesão. 

 

Fica para a próxima temporada?

Essa é a pergunta que todos querem saber. Apesar de ter contrato, o mais provável é que Tony Romo não fique no Dallas Cowboys. Como temos Jerry Jones como general manager, não se surpreenda caso isso não aconteça.


 

Mark Sanchez

Números Individuais

  • 2 jogos
  • 18 tentativas de passe
  • 10 passes completos (55,6%)
  • 93 jardas
  • 5,2 jardas por tentativa de passe
  • 9,3 jardas por passe completo
  • 0 Touchdowns
  • 2 Interceptações
  • 30,3 NFL Rating
  • 5,3 ESPN QB Rating

 

Premiação Individual

Nenhuma

 

Situação Contratual

  • Salário em 2016: US$2.000.000,00
  • Salário em 2017: –
  • Situação ContratualFree Agent irrestrito em 2017

 

Pontos Positivos

Apesar de muito questionado, Mark Sanchez chegou para ser o quarterback de número três no elenco quando Tony Romo voltasse. Por mais que muito questionem o talento de Sanchez — com razão até, não há 80 quarterbacks melhores que ele na liga para fazer dele um QB número 3 ruim. Em qualquer time que não se chame New England Patriots, colocar seu QB reserva do reserva em campo é derrota na certa, enquanto Sanchez, por mais que não tenha grande qualidade, daria ao Cowboys uma chance maior de vitória que qualquer outro reserva do reserva ao redor da liga.

 

Pontos Negativos

Mark Sanchez diz por si só, não é verdade? Na única oportunidade de mostrar serviço, Sanchez fracassou contra seu ex-time, o Philadelphia Eagles. Dos 55% de passes completados até as duas interceptações, a atuação de Sanchez foi desastrosa e o Dallas Cowboys estaria em apuros se precisasse recorrer a ele em alguma partida.

 

Fica para a próxima temporada?

Dificilmente. Sem Tony Romo, há uma possibilidade do time mantê-lo para a pré-temporada para disputar posição com o Kellen Moore, mas sua chance de permanecer no elenco não são das maiores.


 

Reservas / Outros

 

 

Situação Contratual

  • Kellen Moore
    • Salário em 2016: US$760.00,00
    • Salário em 2017: –
    • Situação ContratualFree Agent irrestrito em 2017
  • Jameill Showers
    • Salário em 2016: US82.800,00
    • Salário em 2017: 
    • Situação ContratualFree Agent irrestrito em 2017

 

Pontos Positivos

Nenhum dos dois jogaram como quarterback na temporada regular. Na pré-temporada, Jameill Showers participou de algumas partidas, onde alternou bons e ruins jogos.

 

Pontos Negativos

Nenhum dos dois tem nível suficiente para jogar na NFL. Apesar de Moore ter uma condição melhor, as chances de vitórias de Dallas com ele sob comando são mínimas. Já Showers nem mais quarterback é, tendo mudado para safety para ficar no practice squad do time nessa última temporada.

 

Ficam para a próxima temporada?

Talvez. Kellen Moore tem confiança do coordenador ofensivo e pode acabar renovando pelo mínimo da liga para disputar a posição de reserva caso Tony Romo saia. Jameill Showers pode acabar ficando para o elenco da temporada que vem, mas nada garante que ele seja cortado antes mesmo da pré-temporada.


 

 O que esperar da posição para 2017?

Incerteza. Há casos e mais casos de jogadores que só brilharam em sua primeira temporada na NFL e depois caíram de rendimento, principalmente com as defesas adversárias conhecendo melhor seu estilo de jogo. Apesar de Dak Prescott ter mostrado sinais de que não é esse tipo de jogador, a comissão técnica e o próprio jogador precisam manter sua evolução para que seu desempenho evolua para a próxima temporada.

A incerteza vem por conta da decisão de Tony Romo. Caso ele permaneça, a pré-temporada será uma panela de pressão para uma decisão de quem será o possível titular e isso duraria a temporada de 2017 inteira. Já se ele sair, a incerteza ficaria por conta do substituto para a posição de QB reserva. Será que o time confiaria no Kellen Moore ou Mark Sanchez como substituto direto de Prescott para a temporada regular inteira ou buscaria um outro jogador por outras vias?


 

Notas da Equipe

 

Nome Dak Prescott Tony Romo Mark Sanchez Reservas / Outros Geral
Gabriel Plat 10 10 4,0 10
João Lucas Rodrigues 10 10 5,0 10
Leonardo Sangiorge 10 10 4,0 10
Luiz Gustavo Ferreira 10 10 5,0 10
Rafael Yamamoto 10 5,0 3,0 10
Média 10 9,0 4,2 10

 

As notas são dadas com o que cada jogador rendeu com base no que ele era esperado render. Assim, não estranhe se você ver um jogador que você acha que jogou menos que outro, mas que possui uma nota maior.

 

Conclusão

A temporada de 2016 começou com o mesmo temor da temporada de 2015. Com Tony Romo lesionado, o que esperar do time na temporada regular? Sob o comando de Dak Prescott, as coisas andaram muito bem, obrigado.

O calouro jogou de uma forma surpreendente e bateu vários e vários recordes, levando ao time a uma histórica sequência de 11 vitórias consecutivas. O desempenho foi tão surpreendente que o titular do time por uma década acabou se tornando reserva, trazendo uma enorme polêmica ao time. Com Romo admitindo a titularidade de Prescott e o garoto jogando muito bem, o problema que a imprensa gerou não afetou o vestiário e nem o desempenho do time no restante do ano.

Antes do começo da temporada que vem, o Dallas Cowboys deve definir o futuro de Tony Romo e ao mesmo tempo assegurar um bom plano de evolução ao Dak Prescott, que não pode entrar em 2017 achando que jogando da mesma maneira que em 2016 o resultado vai ser igual.


Quer ver as análises de todas as posições? Então clique aqui!

 

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Foto: Vernon Bryant / Dallas Morning News

Entramos no penúltimo fim de semana de janeiro, momento em que as finais de conferência serão disputadas. Infelizmente, o Dallas Cowboys foi eliminado no fim de semana passado e não estará presente para disputar o título da NFC. Sendo assim, começaremos a série de textos que fazemos durante todo fim de temporada: o RECAP.

Se você é novo no site e nunca viu essa série, fique tranquilo. Aqui, analisaremos todos os jogadores do elenco. Isso mesmo. Do quarterback titular ao último reserva, vamos listar aqui os pontos positivos e negativos de cada jogador, e ainda dar nossa opinião se o jogador fica ou não para a próxima temporada. Bom, não?

Além dos jogadores, nossa série de textos ainda analisa os principais técnicos e coordenadores da comissão técnica e até o front office. Ou seja: nem o Jerry Jones escapa da gente!

Como são muitos jogadores e muita coisa para se abordar, os textos serão colocados aqui pouco a pouco, na ordem abaixo. Se você quiser ler os textos da temporada passada para matar a curiosidade, é só clicar aqui.

Abaixo, você pode conferir a sequência de textos e os links para cada um deles.

RECAPS

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Foto: Jae S. Lee / The Dallas Morning News

Infelizmente o fim da temporada chegou para nós. Assim como vocês, nós também esperávamos que isso demorasse um pouco mais para chegar, mas não deu. Como marca de todo começo de offseason para o Dallas Cowboys, já virou tradição aqui no Blue Star Brasil saber de você, leitor, o que acha de nós.

Para isso, preparamos um questionário bem simples com apenas múltiplas escolhas como perguntas obrigatórias — sabemos o quanto é chato ter que responder essas perguntas de questionário digitando. Isso deve te tomar um minuto ou dois no máximo, mas ajudaria enormemente o site. Usamos as respostas de vocês para basear nosso futuro, portanto é extremamente importante a sua ajuda!

 

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O sucesso ofensivo dos Cowboys nesta temporada fez com que o trabalho do coordenador ofensivo, Scott Linehan, ficasse cobiçado pelas equipes com vagas de Head Coach na staff. 

O treinador dos Cowboys, Jason Garrett, disse na segunda feira durante a tarde, Linehan ainda não havia sido contatado por nenhuma outra equipe da liga.

O dono dos Cowboys, Jerry Jones, foi questionado sobre as distrações que estas especulações poderiam causar no trabalho do coordenador ofensivo dos Cowboys nas partidas de playoffs.

“Eu acho que seríamos bastante ingênuos, se chegarmos a pensar que os treinadores não conseguem separar momentos importantes, saber lidar com os jogadores no presente, e depois, lidar com questões que envolvem seu futuro. Vocês não acham que o seu agente já não o teria visitado para falar do futuro”, disse Jones a rádio 105.3 The Fan. “Eu não ia querer um treinador que não consegue separar este tipo de situação, que não consegue pensar no que pode acontecer semana que vem e o que pode acontecer daqui um ano. Sinceramente, eu acho ingenuidade de vocês pensarem que os treinadores não acostumaram com esta situação, eles são sim capazes de se concentrar nas atividades que são tratadas atualmente, que neste caso, é preparar a nossa equipe para o nosso primeiro jogo de playoffs desta temporada. Eu acho que eles conseguem lidar com seus agentes e falar sobre questões do futuro depois”.

“Vocês sabem que eu sou uma pessoa multitarefa. E acredito que Linehan também seja. Eu sei como atender o telefone com a mão esquerda e falar sobre alguma coisa e buscar alguma coisa completamente diferente com a mão direita e, logo após isso, falar de um assunto completamente diferente, sejam eles negócios, pessoas ou qualquer coisa. Acho que você tem que se acostumar com isto. Eu acho que os treinadores conseguem fazer isto. Eles pensam sobre seus negócios pessoais, mas sem deixar que isto prejudique o momento em que ele está passando.

Linehan foi Head Coach dos Saint Louis Rams (hoje LA Rams) entre 2006 a 2008. Semana passada ele foi convidado para ser o Head Coach novamente.

“Eu quero fazer o melhor possível no trabalho que eu tenho neste momento”, disse Linehan. “Todas essas coisas, se você tiver sucesso, talvez alavanca a carreira, mas realmente, se não estivermos focados, não teremos sucesso. E eu estou bastante focado no meu trabalho agora.

Os Rams tiveram uma temporada com 8 vitórias e 8 derrotas no primeiro ano de Linehan. No ano seguinte tiveram 3 vitórias e 13 derrotas. Ele foi demitido após um início de temporada com quatro derrotas consecutivas.

“O interesse é válido. Todos veem a forma ótima que nossos jogadores jogaram esta temporada. E as pessoas precisam dar os créditos do bom trabalho a alguém e, obviamente, elas atribuem isto a mim. Mas isto também acontece quando as coisas não saem do jeito que planejamos, e a culpa do resultado também cairia sobre mim”, disse Linehan. “Isso é apenas a forma como o mundo funciona, o que significa que estamos tendo sucesso como time de futebol e isto é uma coisa ótima, estou realmente orgulhoso do modo com os jogadores têm jogado.

Como os Cowboys tiveram a melhor campanha nesta temporada regular da NFC, não seria nenhuma surpresa se um dos assistentes técnicos de Jason Garrett recebessem alguma proposta de outras equipes para ocupar a vaga de Head Coach.

Eric D. Williams, repórter da ESPN, veio com uma lista que continha possíveis candidatos para ocupar uma vaga no San Diego Chargers. Na lista havia o nome do coordenador do time de especialistas e assistente de treinador, Rich Bisaccia.

“Bisaccia poderia ajudar a corrigir a lamentável equipe de especialistas de San Diego”, escreveu Williams. Bisaccia, 56 anos, também tem experiência com a equipe dos Chargers, já que atuou como coordenador dos especialistas e assistente de treinador nos anos de 2011 e 2012.

Bisaccia tem uma longa carreira de treinador que vem desde 1983. Ele foi coordenador do time de especialistas na equipe do Tamba Bay Buccaneers que ganhou o Super Bowl na temporada de 2002. Ele é coordenador nos Cowboys desde 2013.

Os Cowboys terminaram a temporada regular como o quinto melhor ataque da liga com uma média de 376,7 jardas por partida. Dallas ficou em quarto em pontos marcados, com uma média de 26,3 pontos por partida e em segundo no ataque terrestre, com uma média de 149,8 jardas por partida.

Dez Bryant comentou que entende o por que das equipes da liga estarem interessados em Linehan, mas o wide receiver disse na semana passada que seu treinador não pode sair agora.

“Ele conseguiu fazer as coisas funcionarem”, disse Bryant. “É isto! Mas como vocês sabem, você não pode ser egoísta, isto é um grande feito para ele. Ele merece. Mas ele é um Cowboys!”

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Foto: Smiley N. Pool / The Dallas Morning News

Todo falatório sobre uma potencial “ferrugem” no braço e na mente de Tony Romo foram colocadas de lado e muito bem escondidas.

Depois de não jogar uma partida de temporada regular em mais de 400 dias, o veterano do Dallas Cowboys marchou para dentro de campo contra o Philadelphia Eagles e parceria como se ele tivesse sido o titular a temporada inteira. Seis jogadas, 81 jardas e um passe para touchdown mais tarde, Romo efetivamente fez todos se lembrarem que ele não é motivo de preocupação.

Ele está pronto, carregado e pronto para atirar quando/e se necessário os Cowboys o chamarem no futuro.

Uma vez que o time viu o que eles precisavam ter visto, eles rapidamente retiraram Romo do jogo, o suficiente para deixar em campo uma sombra com sua semelhança.

“Nós sentimos que nós o deixamos em campo a quantidade de tempo correta para ele,” disse Garrett sobre o número limitado de snaps que Romo participou. “Ele parecia confortável lá no campo, lidando com os mecanismos do jogo. Ele não jogava há algum tempo. Parece simples, mas receber orientações da sidelines, lidar com os mecanismos da linha de scrimmage, nós somente queríamos vê-lo fazer essas coisas.

“Ele fez um grande trabalho nessas coisas e obviamente ele executou as jogadas muito bem.”

E o jogador, quatro vezes selecionado para o Pro-Bowl, soou tão confiante nos pós-jogo como parecia, enquanto brilhava durante a situação.

“Eu já jogo esse jogo há muito tempo,” disse Romo. “Eu sei como jogar esse jogo, então vir hoje aqui foi similar a todas as outras vezes. Você quer tratar a situação dessa maneira. Isso te ajuda a jogar da maneira correta.

“Você se mantém pronto para jogar no momento que te chamarem.”

O wide receiver Cole Beasley joga com Romo desde 2012, e foi essencialmente feito uma estrela na NFL pela química que os dois têm juntos.

“É ótimo ver alguém jogar bem, especialmente ele, por tudo que ele passou esse ano,” falou Beasley. “Eu sei que ele passou por coisas bem difíceis. Nós não esperávamos nada diferente disso.

“Ele é esse tipo de cara, e ele é um competidor, e ele somente foi a campo e fez o que ele sempre faz.”

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Foto: Brett Carlsen / Getty Images

O Dallas Cowboys realizou uma bateria de treinos com o offensive guard Jonathan Cooper, escolha de primeira rodada no Draft de 2013. O time tem interesse e contratá-lo e colocá-lo no elenco.

Cooper, ex-estrela de North Carolina, foi a sétima escolha geral em 2013 pelo Arizona Cardinals. Ele foi disepensado na semana passada pelo Cleveland Browns.

De acordo com uma fonte, David Moore do Dallas Morning News disse que o Cowboys tem interesse em Cooper desde que ele entrou no Draft em 2013 e sua contratação não teria nenhuma relação com a possibilidade de La’el Collins retornar da lista de lesionados para jogar os playoffs.

Cooper foi titular de três dos cinco jogos que ele jogou essa temporada pelo Browns. Ele foi dispensado pelo New England Patriots em outubro após ser trocado pelo Cardinals na offseason. Cooper foi titular de 14 das 29 partidas da carreira. No seu ano de calouro, Cooper fraturou a perna em um jogo de pré-temporada e não participou de nenhuma partida.

O Cowboys deve fazer de Collins um dos jogadores designados para retornar da lista de lesionados e colocá-lo disponível na pós-temporada. Trazer Cooper pode significar dar mais profundidade no elenco em 2017 atrás dos guards Zack Martin e Colins. Ron Leary foi titular no lugar de La’el nos últimos 13 jogos após a cirurgia no pé do antigo titular. Leary será um free agent irrestrito nessa offseason e provavelmente deve sair.

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Foto: Smiley N. Pool / The Dallas Morning News

Os Cowboys decidiram como vão lidar com essa semana de folga enquanto esperam pela definição do seu oponente no Divisional Round, dia 15 de Janeiro, no AT&T Stadium.

Os jogadores terão segunda e terça de folga. Eles irão correr e levantar alguns pesos na quarta, enquanto assistem as filmagens do último jogo, contra os Eagles.

O time só irá treinar na quinta e sexta, depois descansar no final de semana e na segunda feira.

Jason Garrett disse que o time irá aproveitar esse tempo para descansar e voltar mais rejuvenescido, como também para manter o foco. Aos que estão lesionados, se certifiquem de manter o tratamento adequado. Aqueles que querem vir aqui e manter a forma física, tenham cautela com suas responsabilidades. Sempre olhem à frente.

Head Coach do time ainda disse que eles vão focar neles mesmos essa semana, treinar o melhor que puderem. No final de semana o adversário será conhecido, e então eles poderão focar completamente no oponente.

A franquia já enfrentou todos seus possíveis oponentes ao menos uma vez essa temporada, perdendo apenas para o New York Giants, rival de divisão. A comissão técnica vai focar um bom tempo esta semana trabalhando e vendo filmagens de todos os três times.

“Nós os conhecemos, mas eles também nos conhecem. Nós nos preparamos e jogamos contra cada um. Então, a melhor coisa que podemos fazer é focar em nós mesmos.” disse Garrett.

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Foto: Louis DeLuca / The Dallas Morning News

Tomando em conta apenas o placar do jogo do último domingo, o Dallas Cowboys perdeu para o Philadelphia Eagles. Mas o time parece ter saído vencedor em uma área bem importante.

O técnico Jason Garrett disse na segunda-feira que o time está “bem limpo” no departamento médico.

Mais cedo, o vice-presidente executivo Stephen Jones disse que a organização está “bastante otimista” sobre todos os jogadores inativos do último domingo estarem disponíveis para o jogo da rodada divisional dos playoffs no dia 15 de janeiro.

Os sete inativos que não jogaram a partida são o left tackle Tyron Smith, o cornerback Morris Claiborne, o linebacker Justin Durant, e os defensive linemen DeMarcus Lawrence, Tyrone Crawford, Terrell McClain e Cedric Thornton.

“Estamos nos sentido positivos”, disse Jones para a rádio 1053, The Fan. “Nós somente sentimos que teremos força máxima para escolher no momento do jogo da rodada divisional.”

Claiborne é o jogador que está a mais tempo fora. O defensive back titular perdeu os últimos nove jogos com uma lesão na virilha. O que ele for capaz de fazer no treino nas próximas duas semanas vai determinar o quanto ele vai poder jogar.

“Tenho um grande pressentimento sobre ele”, disse Jones. “Em qualquer momento que um cara não joga por alguns meses, esperar ele presente em todos os snaps pode ser uma expectativa alta, mas esperamos que ele contribua e nos ajude a ganhar jogos.”

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No último domingo, na partida contra o Philadelphia Eagles, Randy Gregory mostrou que pode ser um jogador valioso para a equipe quando ele está elegível para jogar.

Mas a incerteza ainda permanece nesse quesito.

O vice-presidente executivo dos Cowboys, Stephen Jones, disse no Domingo que Gregory terá uma audiência de recurso na próxima semana. O defensive end de segundo ano irá entrar com um recurso contra a sua última suspensão por violar as políticas de abuso de substâncias da NFL.

Se a suspensão for confirmada, Gregory não poderá participar das partidas de playoffs.

Com vários jogadores titulares da equipe sendo poupados na partida contra o Eagles no último domingo, a segunda escolha de segunda rodada do draft de 2015 jogou grande parte da partida. Ele conseguiu o seu primeiro sack da carreira, um tackle para perda de jardas, um hit no quarterback e foi o segundo com mais tackles na equipe, com um total de sete.

“Demorou, mas eu finalmente consegui fazer um sack“, disse Gregory. “Sentia um pouco pressionado por ainda não ter conseguido um, e, finalmente, conseguir ter um. Eu me senti ótimo, foi uma ótima jogada e me senti orgulhoso com o resultado dela, me esforcei bastante para conseguir o sack”.

O atlético e especialista pass-rusher disse que não tem sido difícil permanecer focado com uma possível terceira suspensão. O jogador disse que não há mais nada que ele possa fazer que envolve esta questão.

“Todo mundo está lidando com a situação, vou deixar ela resolver por conta própria”, disse Gregory. “Eu vou lidar com as coisas que eu consigo controlar, que é jogar e tentar realizar as jogadas.

O primeiro sack da carreira do jogador foi em Carson Wentz, quarterback calouro dos Eagles. A jogada aconteceu com 9:29 ainda para serem jogados no quarto período da partida. Gregory foi bloqueado pelo left tackle Jason Peters. O right defensive end caiu, mas se recuperou a tempo para derrubar Wentz, que resultou em uma perda de oito jardas na jogada.

Gregory apenas juntou suas mãos e olhou para o céu.

“Apenas disse um grande obrigado, muito agredecido”, disse ele.

Em outra oportunidade, Gregory conseguiu vencer Peters novamente, um jogador que já foi nove vezes selecionado para o Pro Bowl, na metade do primeiro quarto, derrubando Darren Sproles para uma perda de quatro jardas.

“Ele está sempre indo atrás de qualquer bola”, disse Jerry Jones. “Ele é muito explosivo e, além disso, ele têm alguns ótimos talentos que podem fazer o quarterback apressar o passe; não tem jogada perdida pra ele, além de tudo isto, ele é bastante inteligente.

“Nós só temos que continuar trabalhando e descobrir uma maneira de manter o jogador dentro de campo, porque ele é um dos favoritos entre os jogadores. Seus companheiros de equipe pensam que são tudo pra ele”.

Gregory não acredita que todo o seu potencial foi atingido na partida do último Domingo. Ele sente que consegue ser mais veloz do que ele já demonstrou até o momento.

Mas antes disto acontecer, ele precisa estar disponível primeiro. Gregory perdeu todo o campo de treinamento depois de se internar em uma clínica de tratamento de drogas. Ele então perdeu 14 jogos por causa de sua suspensão. Ele fez sua estréia na temporada na semana passada, terminando a partida com dois tackles e um hit no quarterback.

“Eu acho que estou evoluindo um pouco, e espero que eu possa continuar isto nos playoffs“, disse Gregory. “Estou bastante animado para os playoffs, estou animado para jogar com esta equipe durante esta nova etapa”.