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2017

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Foto: Max Faulkner/Star-Telegram

O vice-presidente dos Dallas Cowboys, Stephen Jones, foi o cara ruim antes e ele será o cara ruim novamente, se necessário.

Foi o filho Stephen que trabalhou com Jerry Jones antes desse oferecer a Deion Sanders um bônus de assinatura de US$ 13 milhões em 1995.

Foi Stephen quem convenceu seu pai a cortar Terrell Owens e foi Stephen quem liderou o plano contra a ideia de Jerry Jones de escolher o ex-quarterback de Texas A&M, Johnny Manziel, no Draft em 2015.

E agora é Stephen Jones, que está se preparando para uma pesada decisão iminente com o wide receiver Dez Bryant.

Ou a “situação de Dez”, como ele chamou no Hangin’ with the Boys podcast do site da equipe nessa segunda-feira, dada a idade avançada do veterano, a produção em declínio, suas distrativas cenas em campo e seu salário de US 12,5 milhões para a próxima temporada.

Bryant liderou o time em recepções (69), recebendo jardas (838) e recepções para touchdown (seis) nesta temporada, mas ele também estava entre os líderes da liga com 12 drops.

Ele não se parece com o jogador que era de 2012-2014 quando foi considerado um dos cinco melhores recebedores do jogo, levando os Cowboys a dar-lhe uma extensão de contrato de cinco anos e US$ 70 milhões antes da temporada de 2015.

As lesões têm desempenhado um papel importante em seu declínio de produção, mas também o quarterback mudou de Tony Romo para Dak Prescott.

Tudo apresentou aos Cowboys com algumas perguntas para responder, pois eles consideram o que fazer sobre Bryant e seu contrato para o futuro.

Pedir que ele aceite um corte salarial, ou ser cortado é uma possibilidade definitiva.

Stephen Jones reconhece rapidamente que algumas decisões difíceis em relação à Bryant devem ser feitas.

Na química entre Dak Prescott e Dez:

“A situação de Dez tem muitas partes móveis para isso”, disse Jones. “A química entre Dak e Dez é diferente entre Tony (Romo) e Dez. Tony e Dez tiveram seu jogo adaptado um ao outro. Dak não joga do jeito que Tony jogava. Não atingiu todos os cilindros sobre como uma conexão funciona. É um trabalho em progresso.”

Sobre as cenas na lateral do campo de Bryant:

“A outra coisa que todos nós vemos e é certamente visível para qualquer um que assista a nossos jogos, observa nossa linha lateral, Dez certamente é um cara ardente que joga com muita emoção dentro e fora do campo”, disse Jones. Às vezes isso pode ser uma distração. Pode ser uma distração para Dez. Pode ser uma distração para outros companheiros de equipe.

No futuro de Bryant:

“E nós só precisamos nos dar as mãos, quando você juntar todo o corpo de trabalho, onde está indo”, disse Jones. “Claro, nós pagamos muito dinheiro a Dez, e ele sabe disso. Ele é consciente como qualquer um… Ele sabe quando você recebe esse tipo de dinheiro, há expectativas elevadas em termos de produtividade… Essas são todas as coisas que temos que olhar como uma equipe, como uma organização quando começamos para juntar nossa equipe no próximo ano”.

Jones parece preparado para carregar o peso das decisões novamente.

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Foto: Rose Baca/The Dallas Morning News

Roger Staubach fechou uma reunião de líderes comerciais locais na quinta-feira à tarde com uma previsão dramática.

“Eu quero fazer uma declaração agora mesmo” a lenda dos Cowboys disse “o Dallas Cowboys vai ganhar o Super Bowl no próximo ano”.

Isso funcionou bem com muitos dos 1.500 presentes na reunião anual da Câmara Regional de Dallas de 2018 no Hilton Anatole. Staubach, os grandes Cowboys Emmitt Smith e Charlotte Jones Anderson, vice-presidente executiva e chefe da marca da equipe, foram quem falaram no almoço. Brad Sham, a voz dos Cowboys, liderou a discussão.

Tem sido uma longa espera para retornar ao Super Bowl para os torcedores dos Cowboys, que incluem o ex-quarterback. Os Cowboys não estiveram no Super Bowl, muito menos na final da NFC, desde que ganhou tudo depois da temporada de 1995. Staubach liderou Dallas para seis jogos de final da NFC, quatro Super Bowls e dois títulos do Super Bowl durante sua carreira que se estendeu entre 1969 e 1979.

Staubach e o resto do painel também foram convidados para o que eles gostariam de ver acontecer no próximo Super Bowl. O Minnesota Vikings joga contra o Philadelphia Eagles na final da NFC no domingo e o New England Patriots joga contra o Jacksonville Jaguars na final da AFC.

Sem surpresa, ninguém disse muito sobre os rivais Eagles.

Staubach disse que gostaria de ver Minnesota e os Patriots no Super Bowl. Staubach compôs a metade da famosa jogada Hail Mary que terminou com o sonho de Super Bowl dos Vikings na rodada divisional em 1975. Staubach cunhou a frase quando foi perguntado sobre o passe de 50 jardas para Drew Pearson após o jogo.

“Eu fechei os olhos e disse Hail Mary” foi sua famosa frase então.

Enquanto Staubach está apostando nos Vikings para jogar o Super Bowl em casa, ele está decepcionado com o que alguns estão chamando de final dramático dos vencedores na vitória da semana passada sobre o New Orleans Saints – “Seven Heaven” e “Minnesota Miracle” foram chamados.

“Seja o que for não está nem perto da Hail Mary”, disse Staubach.

Staubach também está apostando nos Patriots. Ele costumava jogar com Bill Belichick quando o treinador do New England era uma criança. O pai de Belichick foi treinador na Naval Academy, onde Staubach jogou.

Quanto às esperanças do Super Bowl de Smith, o ex-running back disse que gostaria de ver os Vikings e Jaguars, que ambos apresentam boas defesas e bons jogos corridos.

Jones Anderson disse que está apostando em Jaguars e Vikings. Ela falou sobre o treinador do Minnesota Mike Zimmer, um ex-assistente dos Cowboys.

“Mike Zimmer é um amigo muito próximo da família”, disse Jones Anderson. “E nós o amamos, admiramos e apreciamos todo o trabalho que ele fez lá. E sempre iremos de NFC”.

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Foto: Louis DeLuca/The Dallas Morning News

O calouro dos Cowboys, Ryan Switzer, ganhou algumas honrarias de fim de temporada na terça-feira, quando ele foi nomeado um All Rookie kick returner pelo Pro Football Writers of America.

Switzer foi o único calouro dos Cowboys a entrar na equipe All-Rookie esse ano. Em 2016, tanto Dak Prescott quanto Ezekiel Elliott foram selecionados.

Tradução: Aqui o time NFL All-Rookie 2017, selecionado pelo PFWA.

Switzer ganhou as honras apesar de admitir que essa foi uma temporada de altos e baixos.

“Foram alguns altos e baixos”, disse Switzer em dezembro. “Você sabe, tem havido alguma frustração”.

Switzer disse que a fonte dessa frustração veio de suas oportunidades limitadas ofensivamente. Ele esteve atrás dos recebedores Dez Bryant, Terrance Williams, Cole Beasley, Brice Butler e Noah Brown na briga pela posição de wide receiver no elenco dos Cowboys. Ele terminou a temporada com apenas seis recepções para 41 jardas como recebedor e quatro corridas para cinco jardas.

Mas no special teams, ele acumulou 600 jardas em 24 retornos de kickoffs. Ele também teve 256 jardas e um touchdown em 29 retornos de punt. Jamal Agnew do Detroit Lions ganhou honras de All-Rookie punt returner.

“Eu não sou apenas um retornador”, disse Switzer. “Eu também sou um recebedor. Eu fiz isso bastante e bem em Carolina, e eu sei que isso pode ser traduzido aqui”.

Running back dos Chiefs, Kareem Hunt foi nomeado Calouro do Ano pelo PFWA.

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Foto: Jeff Gross/Blogging The Boys

A busca dos Cowboys por um novo treinador de wide receivers começou, e um candidato está entre os com mais resultados na história da equipe.

Miles Austin, que atualmente trabalha no departamento de scout da equipe como assistente pessoal foi entrevistado para o cargo deixado vago por Derek Dooley.

Dooley recentemente aceitou uma oferta para se tornar coordenador ofensivo /treinador de quarterback de Missouri após cinco temporadas com os Cowboys.

Austin, é claro, subiu ao estrelato em 2009 depois de se juntar aos Cowboys como um undrafted free agent em 2006. Ele estabeleceu um recorde da franquia com 250 jardas de recepção em uma vitória sobre os Chiefs durante essa temporada de 2009, e ele foi selecionado a dois Pro Bowls. Depois de oito temporadas com os Cowboys, jogou para Browns em 2014 e Eagles em 2015.

É incerto quando os Cowboys vão decidir sobre um substituto para Dooley.

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    Foto: Wesley Hitt / Getty Images

    O Dallas Cowboys encerrou sua temporada de 2017, mas não pode ficar parado. Afinal, o período da offseason é marcado por muitas movimentações fora de campo para a formação do time que disputará a próxima temporada.

    E é a temporada de 2018 que o Dallas Cowboys precisa pensar. Com o fim da temporada de 2017, o Dallas Cowboys terá 15 jogadores sem contrato, de praticamente todas as posições do ataque e da defesa. Abaixo, listamos todos os jogadores e ainda fizemos mais: colocamos dois botões para você votar em quem você acha que merece (ou não) ficar.

    É bem simples. Se você acha que o jogador merece ficar, é só clicar no botão azul. Se acha que ele precisa ficar longe de Dallas, é só apertar o botão vermelho.

    Jogadores do Dallas Cowboys sem contrato para 2018

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    Foto: Michael Ainsworth / AP Photo

    Depois do primeiro texto analisando os signal callers da equipe, os quarterbacks, chegou a vez de analisar a temporada dos jogadores que correm com a bola.

    A tranquilidade que o time teve em 2016 com seus corredores não se repetiu em 2017 devido a novela de suspensão de Ezekiel Elliott, mas o desempenho dentro de campo não deixou a desejar. Confira abaixo as nossas análises.

     

    Ezekiel Elliott


     
    Números Individuais

    • Correndo
      • 242 corridas
      • 983 jardas
      • 4,1 jardas por corrida
      • 98,3 jardas por jogo
      • 7 Touchdowns
      • 1 Fumble
    • Recebendo
      • 38 passes em sua direção
      • 26 recepções (68,4%)
      • 269 jardas recebidas
      • 10,4 jardas por recepção
      • 26,9 jardas recebidas por jogo
      • 2 Touchdowns Recebendo

     

    Premiação Individual

    Nenhuma

     

    Situação Contratual

    • Salário em 2017: US$5.671.895,00
    • Salário em 2018: US$6.806.274,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2020

     

    Pontos Positivos

    Em campo, Ezekiel Elliott foi mais do mesmo jogador explosivo que vimos em 2016. Zeke continuou sendo um dos melhores da NFL correndo com a bola e isso se refletiu em seus números, onde teve uma média de quase 100 jardas por partida. Além disso, Elliott melhorou seu jogo recebendo bolas, inclusive anotando grandes TDs como o contra o San Francisco 49ers.

    Por fim, Zeke melhorou sua proteção à bola. Foi apenas um fumble em toda a temporada, quatro a menos que em 2016. Ainda há de se levar em conta que o fumble sofrido foi em um jogo de muita chuva, o que releva o turnover.

     

    Pontos Negativos

    O ponto negativo fica por conta de sua suspensão. Apesar de toda a polêmica causada em torno dessa decisão da NFL, não há como negar que a ausência de Elliott por seis jogos fez a diferença o suficiente para tirar o time da pós-temporada.

     

    Fica para a próxima temporada?

    Sim. Elliott está no meio de seu contrato de calouro e não corre risco de sair.

     


     

    Alfred Morris

     

    Números Individuais

    • Correndo
      • 115 corridas
      • 547 jardas
      • 4,8 jardas por corrida
      • 42,1 jardas por jogo
      • 1 Touchdown
      • 0 Fumbles
    • Recebendo
      • 9 passes em sua direção
      • 7 recepções (77,8%)
      • 45 jardas recebidas
      • 6,4 jardas por recepção
      • 3,5 jardas recebidas por jogo
      • 0 Touchdowns Recebendo

     

    Premiação Individual

    Nenhuma

     

    Situação Contratual

    • Salário em 2017: US$2.200.00,00
    • Salário em 2018: –
    • Situação ContratualFree Agent irrestrito em 2018

     

    Pontos Positivos

    Com a ausência de Ezekiel Elliott, Alfred Morris se tornou o titular e correspondeu. Morris teve grandes partidas como titular na última sequência de vitórias da equipe. Contra o Redskins, Morris teve incríveis 27 carregadas, mostrando que tem vigor físico de carregar o time nas costas quando preciso. Como reserva de Zeke, Morris ainda mostrou serviço, como quando correu para mais de 70 jardas em uma única tentativa contra o Rams.

     

    Pontos Negativos

    Se correndo com a bola Morris pode ser bastante útil, recebendo passes ele ainda deixa a desejar. Não foi por acaso que Morris não esteve nos gramados em jogadas óbvias de passe, deixando a responsabilidade para Rod Smith.

     

    Fica para a próxima temporada?

    Improvável. Com Rod Smith se destacando e pelo seu alto salário, Morris pode acabar não tendo seu contrato renovado, dando espaço para os outros jogadores do elenco.

     


     

    Rod Smith

     

    Números Individuais

    • Correndo
      • 55 corridas
      • 232 jardas
      • 4,2 jardas por corrida
      • 15,5 jardas por jogo
      • 4 Touchdown
      • 0 Fumble
    • Recebendo
      • 23 passes em sua direção
      • 19 recepções (66,7%)
      • 202 jardas recebidas
      • 10,3 jardas por recepção
      • 13,5 jardas recebidas por jogo
      • 0 Touchdowns Recebendo

     

    Premiação Individual

    Nenhuma

     

    Situação Contratual

    • Salário em 2017: US$615.000,00
    • Salário em 2018: US$705.000,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2018

     

    Pontos Positivos

    Rod Smith se tornou um running back complementar a Ezekiel Elliott e a Alfred Morris, recebendo passes muito bem e até correndo bem com a bola. Seu desempenho foi tão bom que ele tomou o espaço de Darren McFadden no time e ganhou prestígio o suficiente para continuar tendo snaps mesmo com o retorno de Zeke.

     

    Pontos Negativos

    Apesar da surpresa positiva, Smith não é um RB que pode ter 20 carregadas por partida. Seu desempenho ainda é limitado a ser um complemento ao titular, apesar da possibilidade de uma evolução.

     

    Fica para a próxima temporada?

    Possivelmente. Como está sob contrato, o mais provável é que ele fique para 2018 e seja o reserva imediato de Ezekiel Elliott.

     


     

    Keith Smith

     

    Números Individuais

    • Correndo
      • 0 corridas
      • 0 jardas
      • 0 jardas por corrida
      • 0 jardas por jogo
      • 0 Touchdown
      • 0 Fumble
    • Recebendo
      • 5 passes em sua direção
      • 5 recepções (100%)
      • 26 jardas recebidas
      • 5,2 jardas por recepção
      • 1,6 jardas recebidas por jogo
      • 0 Touchdowns Recebendo

     

    Premiação Individual

    Nenhuma

     

    Situação Contratual

    • Salário em 2017: US$690.00,00
    • Salário em 2018: –
    • Situação Contratual: Free Agent restrito até 2017

     

    Pontos Positivos

    Saindo da posição de linebacker para fullback, Keith Smith mostrou boa adaptação e teve um bom trabalho jogando em sua nova posição. Smith não correu com a bola na temporada, mas teve bom desempenho recebendo, tendo 100% de aproveitamento em bolas lançadas na sua direção.

     

    Pontos Negativos

    Pelo próprio esquema ofensivo de Dallas, Smith não é usado constantemente com a bola. Sua maior responsabilidade bloqueando acaba fazendo com que torcedores não notem sua presença em campo.

     

    Fica para a próxima temporada?

    Provavelmente. Por ser um free agent restrito, a possibilidade de permanência de Smith é alta.

     


     

    Reservas / Outros

     

    Situação Contratual

    • Darren McFadden
      • Salário em 2017: US$695.000,00
      • Salário em 2018: –
      • Situação Contratual: Dispensado
    • Trey Williams
      • Salário em 2017: US$158.825,00
      • Salário em 2018: –
      • Situação Contratual: Dispensado

     

    Pontos Positivos

    Darren McFadden mostrou talento na pré-temporada, enquanto Trey Williams veio apenas para tapar buraco na suspensão de Ezekiel Elliott.

     

    Pontos Negativos

    McFadden perdeu espaço ao longo da temporada e acabou sendo dispensado. Williams nem sequer jogou para se ter uma avaliação sobre o jogador.

     

    Ficam para a próxima temporada?

    Não. Darren McFadden se aposentou depois de ter sido dispensado e Trey Williams não deverá retornar e circunstâncias normais.

     


     

    O que esperar da posição para 2018?

    Renovação. Ezekiel Elliott estará fora da turbulência que o carregou durante toda a temporada de 2017 e pode querer mostrar serviço nessa próxima temporada para compensar o tempo perdido. Com ele em campo por mais uma temporada, não há dúvidas de que o jogo terrestre do time será um sucesso.

    Entre os reservas, há a dúvida da permanência de Alfred Morris. Por conta do alto salário e da boa atuação do outro reserva, Rod Smith, Morris pode acabar saindo do time e abrindo espaço para que outro running back venha para Dallas. Por lógica, se a equipe não renovar com Morris por motivos salariais, o melhor caminho para buscar outro reserva seria o Draft. Ainda assim, não duvide de que Morris possa aceitar um salário menor para renovar e permanecer no Cowboys.

     


     

    Conclusão

    Apesar dos desfalques da linha ofensiva e da queda de produção no jogo aéreo, o jogo terrestre se manteve entre os pontos fortes da equipe em 2017.

    Com Ezekiel Elliott, o time conseguiu manter a ótima média de jardas terrestres que teve na temporada de 2016, enquanto Alfred Morris o substituiu bem o suficiente para manter o nível do jogo corrido em um estado aceitável. Além disso, a grata surpresa de Rod Smith na pré-temporada também apareceu na temporada regular. Recebendo passes e correndo com a bola, Smith se tornou uma boa opção para o ataque e conseguiu se firmar no elenco.

    Para 2018, é possível que o time veja outro veterano deixar o time. Depois de McFadden, dispensado, podemos ver Morris não renovando e indo buscar outra equipe para jogar na temporada que vem, justamente pelo seu alto salário e a temporada de Rod Smith. Caso isso aconteça, o mais provável é que seu substituto seja o próprio Smith ou uma escolha no Draft. Keith Smith, que teve bom trabalho bloqueando, também deve ficar.

     


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    Foto: Rodger Mallison/Star-Telegram

    O Dallas Cowboys anunciou em seu site que dois jogadores foram submetidos à cirurgia.

    O right guard, Zack Martin, teve uma lesão no cotovelo direito, que o deixará de fora do Pro Bowl no final deste mês, e o defensive tackle Maliek Collins foi operado no pé esquerdo por uma reação ao estresse.

    Martin e Collins não perderam nenhum jogo nesta temporada por causa das lesões, e espera-se estarem prontos quando a programação da off-season começar em abril.

    Martin teve discutivelmente sua melhor temporada na NFL. Ele permitiu apenas um sack e não cometeu nenhuma falta, sendo titular nos 16 jogos. Martin foi selecionado para o Pro Bowl, em suas quatro temporadas de NFL, e foi nomeado para o segundo time All-Pro no início deste mês.

    Martin está com 27 anos, e os Cowboys manifestaram interesse mútuo em assinar um acordo de longo prazo nessa off-season. Martin está sob contrato na próxima temporada, enquanto os Cowboys exerceram sua opção de quinto ano sobre ele. Ele deverá ganhar US $ 9,3 milhões em 2018.

    Collins começou cada jogo nesta temporada. Ele passou um tempo como under tackle quando David Irving cumpriu sua suspensão, e também quando Irving perdeu jogos no final do ano devido a uma concussão. Quando Irving esteve disponível, Collins jogou como nose tackle.

    Collins terminou sua segunda temporada sendo creditado com 18 tackles e 25 pressões no quarterback pela equipe de técnicos, juntamente com 2,5 sacks, três tackles para perda de jardas e dois fumbles recuperados.

    Junto com Martin, o left tackle Tyron Smith não deve participar do All-Star Game. Smith perdeu três jogos nesta temporada – dois com uma lesão na virilha e no final da temporada regular com uma lesão no joelho. Smith durou apenas três jogadas no jogo do dia 24 de dezembro contra Seattle, enquanto tentava jogar com a lesão.

    O Pro Bowl está agendado para 28 de janeiro em Orlando. O center Travis Frederick e o defensive end DeMarcus Lawrence são os outros jogadores Pro Bowl dos Cowboys.

    Bisaccia saindo

    Como esperado, Rich Bisaccia está se reunindo com Jon Gruden em Oakland. Na sua conferência de introdução, Gruden confirmou que Bisaccia será o coordenador de special teams dos Raiders.

    Bisaccia teve esse papel com os Cowboys desde 2013, mas a organização o deixou sair de seu contrato para se juntar ao seu ex-chefe, Gruden, em Oakland. Bisaccia passou nove anos em Tampa Bay de 2002-2010, coincidindo com a passagem de Gruden (2002-08).

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    Foto: Matthew Emmons / USA TODAY Sports

    Com a chegada do RECAP, faremos uma série de textos analisando todos os jogadores do Dallas Cowboys e como foi a temporada de cada um. Para começar a série, falaremos dos quarterbacks, a posição mais importante do futebol americano.

    A análise individual de cada um, você vê aqui.

     

    Dak Prescott


     
    Números Individuais

    • Passando
      • 16 jogos como titular
      • 490 tentativas de passe
      • 308 passes completos (62,9%)
      • 3.324 jardas
      • 6,8 jardas por tentativa de passe
      • 10,8 jardas por passe completo
      • 207,8 jardas por jogo
      • 22 Touchdowns
      • 13 Interceptações
      • 86.6 NFL Rating
      • 66,5 ESPN QB Rating
    • Correndo
      • 57 corridas
      • 357 jardas terrestres
      • 6,3 jardas por corrida
      • 22,3 jardas por jogo
      • 6 Touchdowns
      • 4 Fumbles

     

    Premiação Individual

    Nenhuma

     

    Situação Contratual

    • Salário em 2017: US$635.848,00
    • Salário em 2018: US$725.848,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2019

     

    Pontos Positivos

    Assumindo a titularidade após a aposentadoria de Tony Romo, Dak Prescott conseguiu mostrar traços de maturidade em seu jogo. Apesar de perder Ezekiel Elliott por seis partidas, Dak conseguiu manter o que fez muito bem em 2016, prolongando as jogadas com as próprias pernas e correndo com a bola. Seus números correndo melhoraram em relação a sua primeira temporada, além de diminuir o número de fumbles sofridos.

    Na primeira metade do ano, Prescott também mostrou muita maturidade, jogando de igual para igual com Aaron Rodgers e comandando muito bem o ataque.

     

    Pontos Negativos

    Com o fim da temporada, podemos dizer que Dak regrediu. Além da química com Dez Bryant não ter melhorado — seja por culpa do recebedor ou não –, Prescott também não conseguiu repetir boas atuações que teve ao passar a bola para Cole Beasley e até Jason Witten. Com a ausência de Tyron Smith, seu jogo caiu drasticamente, fazendo com que ele terminasse a temporada com mais interceptações retornadas para touchdown na NFL.

    Além disso, Prescott mostrou dificuldades em passes longos e em comandar o time em campanhas para empatar/vencer o jogo. Partidas como o Rams e contra o Seahawks poderiam ter sido vencidas se Dak tivesse feito uma campanha melhor nos minutos finais.

     

    Fica para a próxima temporada?

    Sem dúvidas. Dak Prescott ainda é o quarterback titular e não vai ser um ano ruim que vai tirá-lo da equipe.

     


     

    Cooper Rush


     
    Números Individuais

    • 2 jogos
    • 3 tentativas de passe
    • 1 passes completos (33%)
    • 2 jardas
    • 0,7 jardas por tentativa de passe
    • 2,0 jardas por passe completo
    • 0 Touchdown
    • 0 Interceptações
    • 42,4 NFL Rating

     

    Premiação Individual

    Nenhuma

     

    Situação Contratual

    • Salário em 2017: US$466.666,00
    • Salário em 2018: US$556.666,00
    • Situação Contratual: Em contrato até 2019

     

    Pontos Positivos

    Cooper Rush, o CR7, teve muito pouco tempo em campo na temporada regular, mas fez bonito na pré-temporada. Foram quatro partidas acima da média o suficiente para colocá-lo como reserva imediato de Dak, tomando o posto de Kellen Moore. Sua pré-temporada lembrou inclusive a que o próprio Dak Prescott teve em 2016, quando chocou a liga. Ao menos em 2017, Rush mostrou que pode ser ao menos um reserva decente.

     

    Pontos Negativos

    Como qualquer calouro, CR7 precisa melhorar alguns pontos de seu jogo. Como ele jogou basicamente só a pré-temporada, fica difícil julgá-lo devido a diferença entre as defesas que ele enfrentaria na temporada regular.

     

    Fica para a próxima temporada?

    Sim. Pela surpresa positiva na última temporada, Cooper Rush deve se firmar como reserva do Dallas Cowboys em 2018. Isso, é claro, considerando que não aconteça uma tragédia antes da temporada.

     


     

    Reservas / Outros

     

    Situação Contratual

    • Kellen Moore
      • Salário em 2017: US$72.00,00
      • Salário em 2018: –
      • Situação ContratualFree Agent irrestrito em 2018

     

    Pontos Positivos

    Kellen Moore não jogou na temporada regular para ter uma opinião sobre ele. Ainda assim, ele foi elogiado por ajudar os quarterbacks fora de campo devido a sua inteligência.

     

    Pontos Negativos

    Kellen Moore teve uma pré-temporada ruim o suficiente para perder o posto de reserva para Cooper Rush. Ele até começou a temporada como reserva de Dak Prescott, mas foi somente até Rush se adaptar. Terminou o ano amargando no practice squad.

     

    Fica para a próxima temporada?

    Possivelmente. Kellen Moore talvez não fique como quarterback, mas sim como técnico. Há o rumor de que ele irá se aposentar e virar o técnico de QBs da equipe após a saída do atual técnico Wade Wilson.

     


     

     O que esperar da posição para 2018?

    Incerteza. Depois de um 2016 fantástico, Dak Prescott teve uma queda de produção em 2017 e gerou muitos pontos de interrogação sobre seu desempenho. Será que Prescott é o ótimo quarterback de 2016 e apenas caiu de rendimento em 2017, ou ele é o quarterback de 2017 que teve um pico de excelência em 2016? Atualmente não há ninguém que questione a titularidade de Dak, mas um outro ano ruim do camisa 4 pode mudar o cenário para o Time da América.

    Do outro lado, o time parece ter encontrado um reserva confiável. Cooper Rush se destacou muito bem na pré-temporada e com isso se firmou como reserva imediato de Prescott. Como ele não teve oportunidades na temporada titular, não há a certeza de que ele renderá tão bem enfrentando defesas mais fortes, mas ainda assim deixou a torcida mais confiante do que quando tinha Mark Sanchez ou Matt Cassell no banco de reservas. Por fim, Kellen Moore deverá se aposentar e se tornar o técnico de quarterbacks do time, ajudando Dak e CR7 a evoluirem.

     


     

    Conclusão

    A temporada de 2017 vinha com um ar de esperança devido ao time finalmente ter achado um sucessor do Tony Romo. Vindo de uma campanha quase impecável em 2016, Dak Prescott mostrou ao mundo da NFL suas falhas em 2017.

    Nessa temporada, Dak mostrou mais problemas em leitura de jogadas e em proteger a bola, lançando três vezes mais interceptações do que em sua temporada de calouro. Com lesões de jogadores importantes do ataque, seus problemas foram potencializados e levaram o time a uma sequência de derrotas que praticamente decretou o fim da temporada do Dallas Cowboys. Diante do cenário ruim, Prescott admitiu para a imprensa que teve um ano ruim e precisa melhorar.

    Para 2018, a tendência é justamente essa. O ataque deverá ser reformulado e Dak deverá ter mais maturidade após um ano ruim, conseguindo melhorar seu desempenho. No entanto, outro ano abaixo da média pode começar a fazer com que a comissão técnica pense duas vezes em considerar Prescott como solução a longo prazo para o time.


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    Foto: Vernon Bryant/The Dallas Morning News

    O vice-presidente executivo dos Cowboys, Stephen Jones, juntou-se ao programa de rádio 105.3 FM The Fan’s “GBag Nation” recentemente para falar tudo de futebol. Aqui estão alguns destaques de sua entrevista:

    Sobre o futuro de Anthony Hitchens:

    Stephen Jones: Ele certamente é alguém que queremos que volte. É difícil dizer quem é a maior prioridade sobre quem. Temos algum trabalho a fazer com os contratos, seja o DeMarcus Lawrence, seja Zack Martin, seja Anthony Hitchens. Todos esses caras são caras que eu acho que fizemos um bom trabalho para nós esse ano que certamente queremos de volta. Ao mesmo tempo, temos que gerenciar nosso limite, e nós certamente estaremos fazendo isso. Mas, certamente, Anthony é um cara que foi um ótimo jogador de futebol para nós desde que o escolhemos no Draft e um cara que gostaríamos que voltasse.

    Ao comparar Jaylon Smith com o LB Roquan Smith de Georgia:

    Stephen Jones: Eu notei Roquan, ele é um grande jogador. Certamente, Jaylon foi um grande jogador em Notre Dame e um grande jogador para nós enquanto nos sentamos hoje. Eu acredito que o visitando com Britt Brown, que obviamente trabalha com jogadores que sofreram contusões, Jaylon só vai melhorar a partir daqui. E certamente ele estava em um modo toda a temporada, toda semana preparando-se para jogar um jogo. Agora ele pode voltar e concentrar-se em continuar a melhorar de onde ele estava e melhorar a força com o que ele está fazendo com esse músculo da panturrilha. Como Britt Brown me disse, tão bom como Jaylon foi este ano que ele vai melhorar muito no próximo ano.

    Com qual calouro ele está mais feliz:

    Stephen Jones: Essa é uma pergunta difícil. É como se alguém perguntasse qual é seu filho favorito. Eu acho que todos em tempos diferentes mostraram porque ficamos com tão animados. Aquela secundária, quando você começa a falar sobre Chidobe [Awuzie] e Jourdan Lewis e Xavier [Woods] e você joga lá os caras de segundo ano, Kavon [Frazier], [Anthony Brown] e esse grupo lá atrás, há muito para se animar. E então você chega ao front seven com caras como Jaylon e Taco [Charlton] e esses caras. Essa defesa realmente estava sendo forte, e acho que há muito para se entusiasmar com os jogadores jovens. Certamente, temos grandes expectativas para todos eles.

    Sobre o que fazer na posição de left guard:

    Stephen Jones: Eu não acho óbvio que vamos gastar dinheiro na linha ofensiva, não acho que vamos quebrar o banco na free agency na posição de left guard. Obviamente, acho que [Jonathan] Cooper fez um trabalho muito bom para nós este ano. Vamos ver qual é a situação dele, e você sempre olha para pegar um jovem jogador no Draft. Certamente, isso é uma possibilidade, mas não vejo porque gastar mais recursos na free agency em termos de grandes números para essa posição de guard.

    Sobre as lutas na linha ofensiva:

    Stephen Jones: Eu acho que você precisa ter cuidado. Nós ainda somos uma das cinco principais equipes no jogo corrido e corremos bem com a bola. Obviamente, quando as pessoas o exploram e eles olham para você no ano anterior, acho que nós tínhamos que enfrentar defesas que certamente estavam entrando no jogo procurando parar a corrida e nós entendemos isso. Ao mesmo tempo, temos que ver o que fazemos para compensar isso. Mas eu acredito que La’el Collins entrou para right tackle e ele fez mesmo o que pensamos que ele poderia fazer de right tackle. Eu só acho que estamos mantendo a química juntos e obviamente teve algumas lesões, como Tyron [Smith]. Está ficando tudo de volta fluindo do jeito certo ofensivamente. Eu acho que nós temos, ainda acreditamos que temos a melhor linha ofensiva do futebol e que tudo está sendo feito de maneira correta. Eu acho que vamos nos sentir bem com essa situação.

    Se haverá reformulação em algum grupo de posição dos Cowboys:

    Stephen Jones: Como eu disse, ainda é cedo. Nós realmente não nos sentamos e tivemos nossas reuniões de pessoal com nossa equipe de treinadores. Obviamente, estamos trabalhando com nossa equipe de funcionários durante toda a temporada, enquanto classificam nossos caras, não apenas jogos por jogo, mas por quartos. E eles certamente terão seus pensamentos e ideias. É um pouco cedo para falar sobre os detalhes de algo assim.

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    Foto: Vernon Bryant/Dallas Morning News

    Jason Garrett disse que estava em reunião com os técnicos assistentes do Cowboys na quarta-feira e não esperou muito para começar a fazer mudanças em sua comissão técnica.

    Garrett informou que o técnico dos quarterbacks Wade Wilson e o técnico da secundária Joe Baker — ambos com contratos se encerrando — não retornarão ao time em 2018 e o técnico do time de especialistas também foi permitido deixar o time para outra oportunidade.

    Bisaccia, de acordo com o coordenador ofensivo Scott Linehan e o coordenador defensivo Rod Marinelli, renovarão com o Cowboys depois da temporada de 13-3 em 2016. Bisaccia ainda tem mais dois anos do seu acordo atual, mas quer buscar outras oportunidades, incluindo uma chance de se juntar a comissão técnica do Oakland Raiders caso Jon Gruden assuma como técnico da equipe.

    Bisaccia foi o técnico do time de especialistas do Tampa Bay Buccaneers quando Gruden era o técnico principal do time. Ambos ganharam um Super Bowl juntos em 2002.

    Bisaccia, de 57 anos, ocupa a função em Dallas desde 2013. O Cowboys não conseguiu muita ação em retornos de puntskickoffs sob o comando de Bisaccia, mas a cobertura foi excelente. Dallas permitiu apenas 75 jardas de retorno de punt em toda a temporada de 2017, a menor marca da liga. Chris Jones teve sua melhor temporada da carreira.

    Wade Wilson é o técnico assistente a mais tempo em Dallas. Ele voltou para sua segunda passagem no Cowboys em 2007, quando o Garrett foi contratado como coordenador ofensivo. Wilson ajudou a desenvolver Tony Romo e Dak Prescott.

    Já Joe Baker assumiu como técnico de secundária em 2016 depois de passar quatro temporadas como assistente da secundára e técnico de safeties. O Cowboys passou por uma grande transformação na secundária na última temporada, mas conseguiu melhorar apesar de alguns problemas ao longo de 2017.

    Além deles, outras mudanças devem vir. O técnico de tight ends Steve Loney deve se aposentar, enquanto foi ventilada possíveis saídas do técnico de linebackers, Matt Eberflus, o técnico de wide receivers, Derek Dooley, e o técnico da linha ofensiva, Frank Pollack. Se essas saídas se confirmarem,  seriam metade dos técnicos assistentes que deixariam a equipe.

    Dentre os coordenadores principais, Jerry Jones afirmou que quer manter Scott Linehan e Rod Marinelli na equipe.