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Cincinnati Bengals

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Foto: Ting Shen / The Dallas Morning News

A cada jogos de 100 jardas que Ezekiel Elliott consegue, aumentam as conversas de bater o recorde de calouro de Eric Dickerson.

Elliott está no caminho para terminar a temporada de 1.747 jardas. Em 1983, Dickerson correu para 1.808 jardas como calouro, recorde da NFL. Para Zeke superar a marca, ele precisaria ter uma média de 115 jardas por jogo nas últimas 11 partidas do Cowboys. Ele teve 137 jardas de média nas últimas três partidas.

Então… é possível?

“Eu não sei”, Elliott respondeu quarta-feira.

running back calouro disse um mês atrás que o recorde era algo que ele gostaria de conquista, “mas não era uma prioridade”.

Zeke não estava muito interessado em discutir o assunto no treino de quarta-feira.

“Honestamente, eu nunca comecei a falar sobre o recorde de Eric Dickerson. Vocês que começaram”, disse. “Então, vocês que vieram com a história. Mas honestamente não é algo que eu estou muito focado. Estou focado em ir pra campo e vencer jogos, focado em melhorar junto com o time toda semana.”

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Foto: Ting Shen / The Dallas Morning News

A NFL possui vários motores de arranque para impulsionar o interesse do público. Um deles, sem dúvida, é a possibilidade de contabilizar performances em números. Basicamente todos os aspectos do jogo são postos em evidência através de estatísticas. Cada jarda alcançada, cada passe completado, cada sack, interceptação e até mesmo a contagem de jogadas (snaps) que cada jogador esteve em campo.

Não é raro ver rodas de discussão onde algum argumento deixa de lado a capacidade técnica de um jogador e expõe exclusivamente dados estatísticos do atleta. Algumas notícias postadas aqui no Blue Star Brasil ajudam na exposição dos stats, como por exemplo na matéria que afirma que nosso cornerback Morris Claiborne é o melhor da NFL contra passes em sua direção ou ainda na recente notícia que evidencia os recordes que estão sendo quebrados por nossos calouros Dak Prescott e Ezekiel Elliott.

Tendo em mente a importância dos números na maior liga de futebol americano do mundo, notar algumas dessas estatísticas passa a ser um fato na vida dos torcedores. A seguir separamos alguns desses dados, focando exclusivamente o Dallas Cowboys, que começam a chamar a atenção (alguns mais que outros) já neste primeiro terço de temporada regular:

 

1. Ezekiel Elliott é o running back com mais jardas terrestres na NFL até agora

Este não é um dado novo. Já são 546 jardas até a Semana 5. Desde o fim da partida contra o Cincinnati Bengals grande parte dos perfis nas redes postaram incansavelmente sobre o assunto. Mas, além de ser imprescindível falar sobre um atleta que foi a quarta escolha geral do Draft de 2016, é preciso lembrar que nas duas primeiras semanas da temporada Zeke chegou a ser questionado. Somando as jardas alcanças nas partidas contra os Giants e os Redskins, o running back conseguiu apenas 134 jardas. Para se ter uma ideia, só no jogo contra Cincinnati Elliott alcançou o mesmo número de jardas. Nas semanas 3 e 4 as marcas foram ainda maiores, com 140 e 138 jardas corridas, respectivamente.

 

2. Cole Beasley teve 53 jardas recebidas na Semana 5, a pior do jogador no ano

O jogador foi muito acionado nas primeiras semanas de 2016, tornando um alvo de segurança de Dak Prescott em descidas curtas. No entanto, contra os Bengals o jogador teve a pior marca da ano, com apenas 53 jardas recebidas. Apesar disto, se for levado em consideração as cinco partidas da temporada, Beasley lidera o time em número de recepções e de jardas recebidas, que totalizam até agora, respectivamente, 27 bolas recebidas e 332 jardas. Vale lembrar ainda que apesar da marca de “apenas” 53 jardas, o slot receiver marcou o seu primeiro TD do ano.

 

3. Ezekiel Elliott tem mais TDs corridos que 23 times da NFL

Zeke não está apenas impressionando com o número de jardas obtido em suas corridas. Ele está conseguindo transformar as suas boas atuações em pontuação para os Cowboys. Até a Semana 5 o jogador anotou 5 TD, um número superior a 23 equipes da liga. Vale destacar que o jogo terrestre de Dallas é o que mais marcou TDs até agora, com 11 no total.

 

4. Dallas Cowboys é time com menos passes para TD no ano

O jogo corrido está indo muito quando o assunto é entrar na endzone. Porém, já contando com o TD de Beasley contra o Cincinnati, Dallas marcou apenas 4 vezes pelo ar, a pior marca da temporada, empatando com o Los Angeles Rams.

 

5. Sean Lee, Morris Claiborne e Brandon Carr participaram de todos os snaps defensivos contra os Bengals

As posições dos três jogadores não passam pelo mesmo rodízio que jogadores da linha defensiva. Isso propicia um número maior de snaps jogados por estes atletas. O número não chega a ser uma surpresa, já que eles estão presentes em quase 100% das jogadas de todas as partidas. Mas vale a menção dos três defensores, que continuam se destacando. Carr e Claiborne já tem 1 interceptação cada em 2016, e Lee é o líder do time em tackles totais.

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Foto: Ron Jenkins / AP Photo

No último domingo (10/10), o Dallas Cowboys fez a sua melhor partida do ano e venceu o Cincinnati Bengals pelo placar de 28 a 14. Foi a quarta vitória consecutiva do time, que agora lidera a divisão leste da NFC. O Blue Star Brasil avalia a performance do time em ótimo, bom regular, ruim e péssimo, separando-as por setores e posições. As notas são compostas por uma média formada pela opinião de 7 dos integrantes do Blue Star Brasil.  Confira:

ATAQUE

Quarterback – Dak Prescott segue impressionando. Mais uma partida calma, segura e com decisões extremamente inteligentes. Já são 155 passes lançados sem sofrer uma interceptação, quase um recorde da NFL para um estreante (Bastam 7 passes para alcançar ninguém menos que Tom Brady). Dak não tem o menor problema em lançar para qualquer um de seus recebedores, independentemente da fase que o jogador vive. Isso  passa muita confiança aos jogadores. Sua performance é tão boa que faz com que a mídia procure uma controvérsia de quarterbacks, colocando o garoto como possível titular no lugar de Tony Romo, mesmo com isso totalmente fora de cogitação. Cometeu seu primeiro turnover da carreira ao sofrer um fumble onde demorou tempo demais segurando a bola. Pelo menos, o jogo estava praticamente ganho aquela altura.. BOM (7 bons)

Running Backs –  Feed the beast! Ezekiel Elliott não tomou conhecimento da boa defesa dos Bengals e conseguiu mais um jogo para mais de 100 jardas. Parece estar totalmente adaptado a NFL e nem parece um calouro em campo. É paciente para encontrar espaços, ganha muitas jardas após o contato e coloca sempre o time em situações de conversões de terceira descidas mais tranquilas, abrindo o playbook para Dak Prescott. E ainda por cima bloqueia como poucos. Ele tem simplesmente mais jardas corridas do que vinte e três times da Liga, incluindo todos os nossos rivais de divisão, e é um dos fatores cruciais para a boa campanha do time até aqui. Ah, e é preciso destacar Alfred Morris também. Sempre que entra, faz um bom trabalho e se mostra um backup a altura. ÓTIMO (7 ótimos)

Wide Receivers –  O playbook adaptado para Dak Prescott faz com que os wide receivers tenham poucas jogadas explosivas e de muitas jardas. Mesmo assim, todos os que atuaram (vale lembrar que Dez Bryant, o melhor deles, estava novamente fora) contra os Bengals foram muito bem. Nenhum drop e eficiência nos momentos de terceira descida em que foram acionados. Terrance Williams novamente foi bem, sendo dessa vez o que teve mais jardas e mais recepções. Cole Beasley segue sendo o melhor do time até agora. Se Tony Romo tem como melhor amigo Jason Witten, podemos dizer que Dak Prescott encontrou seu “best friend” em Beasley. BOM  (7 bons)

Linha Ofensiva – A linha ofensiva dos Cowboys enfrentou uma das mais ferozes defesas da NFL. Geno Atkins, Carlos Dunlap e cia são extremamente perigosos e costumam dar muita dor de cabeça aos quarterbacks. E todos foram simplesmente jantados com farofa pelos Cowboys. Nenhum sack sofrido em três períodos e e uma proteção para Dak Prescott e Zeke Elliott espetacular. Doug Free merece destaque, após performance não tão boa em alguns outros jogos. O único sack sofrido pelo time não ocorreu por culpa da linha ofensiva; Dak Prescott demorou demais no pocket e acabou sofrendo um fumble. Vale lembrar que isso aconteceu no quarto período, com o jogo praticamente ganho. ÓTIMO (6 ótimos e 1 bom)

Tight Ends – Jason Witten cometeu algo raro no jogo contra os Bengals: dropou um passe. Mesmo assim, corrigiu o defeito mais tarde executando um belo bloqueio que possibilitou o touchdown de 60 jardas de Ezekiell Elliott. Seus bloqueios ajudam bastante a já excelente linha defensiva. Teve novamente boa performance recebendo passes, incluindo um longo de 30 jardas, onde correu, como sempre, perfeitamente a sua rota. É um dos melhores tight ends da NFL. BOM (7 bons)

Scott Linehan, coordenador ofensivo – Todos sabem que o Cowboys vai correr com a bola, aconteça o que acontecer. Todos sabem que Dak Prescott não vai trabalhar com muitos passes longos. E mesmo assim, não conseguem parar o ataque. Um dos principais responsáveis por isso é o coordenador ofensivo, que precisa fugir de jogadas óbvias e variar bastante as jogadas. E é isso que Linehan tem feito, mesmo com um quarterback calouro, que não conhece todas as jogadas como Romo. Scott achou o plabook perfeito para Dak Prescott ÓTIMO (7 ótimos)

DEFESA

Linha defensiva – DeMarcus Lawrence voltou de suspensão e a linha ofensiva parecia ser outra. Muita pressão em cima de Andy Dalton, que não conseguiu fazer absolutamente nada em três períodos. Foram QUATRO SACKS no jogo (o time conseguiu apenas 6 em 4 partidas até então). Terrell McClain foi um que cresceu muito com a presença de D-Law. A pressão ajudou muito contra o jogo corrido e também a secundária do time. Que continue assim. BOM (4 bons e 3 ótimos)

Linebackers – Assim como toda a defesa, os libebackers foram muito bem no primeiro tempo. Ajudados pela pressão da linha defensiva, conseguiram parar os dois bons running backs dos Bengals. No segundo tempo, caíram um pouco de produção. Não tiveram tanto destaque nesse jogo, apesar de não terem comprometido. A defesa contra o jogo corrido dessa vez foi melhor por parte da linha defensiva do que por parte dos linebackersBOM (5 bons e 2 regulares)

Secundária – Alguém encontrou AJ Green, um dos melhores recebedores da NFL, no primeiro tempo? Mais uma excelente partida da secundária. Morris Claiborne e Brandon Carr estiveram em todas as jogadas e limitaram AJ a apenas NOVE jardas no primeiro tempo. No segundo, com Cincinnati 3 posses atrás no placar, AJ foi mais procurado e apesar de ter conseguido mais jardas e algumas faltas em cima de Claiborne, não foi fator decisivo na partida. Claiborne segue sendo um dos principais destaques da defesa até aqui. Byron Jones também evitou um touhdown certo de Green de maneira brilhante. Aliás, ele e Barry Church foram os que mais tiveram tackles na partida, mesmo sendo safeties.  No quarto período, com 28 a 0 de vantagem,  a secundária perdeu um pouco o ritmo, o que é natural e tomou 14 pontos. Mas nada que não justifique uma nota ÓTIMO (7 ótimos)

Rod Marinelli, coordenador defensivo – Viu seus jogadores não permitirem nenhum ponto do Cincinatti Bengals em três períodos inteiros e limitou o jogo de AJ Green. Isso não é pouca coisa. Rod também conseguiu melhores resultados com a volta de DeMarcus Lawrence e fez uma excelente rotação na linha defensiva. Foi o primeiro jogo em que o time não conseguiu forçar turnover, mas a marcação excelente compensou. Os 14 pontos no final poderiam ter sido evitados.  BOM (7 bons)

Jason Garrett, técnico –  Continua em excelente sintonia com seus coordenadores ofensivos e defensivos. Também tem mostrado excelente conexão com seus jogadores.  ÓTIMO (7 ótimos)

Special Teams – Praticamente não trabalharam no jogo, já que time anotou 3 touchdowns nas 3 primeiras campanhas. Chris Jones foi chutar um punt depois de muito tempo e foi bem. Aliás, devemos dar crédito ao nosso punter, sem dúvida um dos melhores da NFL. Dan Bailey chutou apenas extra points., o que foi bom, devido a sua lesão nas costas. Seria curioso ter visto o safety Jeff Heath chutando um extra point . BOM (7 bons)

 

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Faala, seus torcedores do líder da NFC East!

Depois da quarta vitória consecutiva da temporada, um atropelo para cima do Cincinnati Bengals, o Power Ranking vem com algumas mudanças. Confira a nossa classificação abaixo:

1 – RB Ezekiel Elliott (0)

Mais uma vez, Zeke foi o nome do jogo. Líder de jardas terrestres da NFL, Elliott caminha a passos largos para ser eleito o calouro ofensivo do ano.

2 – QB Dak Prescott (0)

Foi a primeira vez que Dak Prescott sofreu um turnover na temporada, mas isso não minimiza mais uma grande partida dele. Seria o primeiro do ranking se não houvesse um tal de Elliott.

3 – C Travis Frederick (+1)

Que partidaça do nosso center, hein? Da proteção ao Dak Prescott para os buracos abertos para Zeke correr, Frederick vem fazendo valer cada centavo pago em sua renovação.

4 – CB Morris Claiborne (-1)

Mo continua jogando em alto nível. Mesmo alinhando com A.J. Green, Claiborne não cedeu e teve uma boa partida — apesar de uma falta de interferência. Seu passe desviado na end zone impediu um TD certo de Brandon LaFell.

5 – OG Zack Martin (+1)

Olha quem também está subindo na nossa classificação! Zack Martin foi mais um a jogar de forma impecável e merece subir mais uma posição nessa semana

6 – WR Cole Beasley (-1)

E aí você pergunta: como alguém que anota um touchdown cai uma posição? Isso se deu por conta da grande partida de Martin, e não por um desempenho ruim do diabo loiro.

7 – LT Tyron Smith (+)

Tyron Smith voltou e voltou com tudo! Com o lado cego de Dak Prescott melhor protegido, ficou mais fácil para o quarterback ter uma boa partida.

8 – FS Byron Jones (+1)

E que tal aquela ótima jogada ao evitar um passe de mais de 40 jardas para A.J. Green? Apesar de ter errado em um dos touchdowns de LaFell, Byron fez o suficiente para subir na nossa classificação.

9 – CB Brandon Carr (+)

Olha só quem está aqui! Depois de uma ótima partida anulando A.J. Green, Carr merece uma posição no nosso Top 10.

10 – WR Terrance Williams (+)

Sem Dez Bryant, T-Will fez o que era esperado que ele fizesse. Jogou bem e, principalmente, foi muito seguro e, principalmente, sem afobar. Suas conversões em terceiras descidas foram fundamentais pra vitória do time.

Menção Honrosa: DE DeMarcus Lawrence

Ele não teve nenhum sack na partida, tem razão. Mas você percebeu a diferença da linha defensiva do Dallas Cowboys com e sem ele?

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Foto: Vernon Bryant / Dallas Morning News

Quatro vitórias seguidas! Em Dallas, o Cowboys não tomou conhecimento da forte equipe do Cincinnati Bengals e dominou a partida até o fim. Com a vitória por 28 a 14, o Dallas Cowboys se isola na liderança da NFC East.

 

Informações Gerais
Time 1 2 3 4 OT Final
 Dallas Cowboys 07 14 07 0 0 28
 Cincinnati Bengals 0 0 0 14 0 14

Pontuação

  • 🏈 DAL: Touchdown – Ezekiel Elliott (13 jardas | corrida)
  • 🏈 DAL: Touchdown – Dak Prescott (5 jardas | corrida)
  • 🏈 DAL: Touchdown – Cole Beasley (14 jardas | passe de Dak Prescott)
  • 🏈 DAL: Touchdown – Ezekiel Elliott (60 jardas | corrida)
  • 🏈 CIN: Touchdown – Brandon LaFell (7 jardas | passe de Andy Dalton)
  • 🏈 CIN: Touchdown – Brandon LaFell (5 jardas | passe de Andy Dalton)

 

O Jogo

Quem esperava um jogo disputado não viu desde o começo. Já na primeira campanha, o Dallas Cowboys fez o que sabe fazer de melhor: corridas de Ezekiel Elliott. E foi justamente com ele que o time abriu o placar do jogo, após uma corrida de 13 jardas pelo meio até a end zone. Com a volta de DeMarcus Lawrence, a linha defensiva conseguiu pressionar o QB adversário pela primeira vez e isso foi fundamental para parar o ataque do Bengals.

Depois de receber a bola de volta, o ataque de Dallas repetiu novamente a fórmula de sucesso, alternando boas corridas de Ezekiel Elliott e Alfred Morris com passes de Dak Prescott. Dessa vez, foi Dak Prescott que correu para a end zone após belo read option e dobrou a vantagem do time para 14 a 0. Enquanto a defesa mais uma vez parou o Bengals um first down antes de chutarem o field goal, o ataque novamente pontuou. Depois de uma bela jogada de 30 jardas de Jason Witten, o Cowboys colocou 21 a 0 no placar em uma recepção de 14 jardas para Cole Beasley.

Nesse momento, o jogo disputado deixava de ser disputado. Apesar da boa atuação da defesa forçando punts, o ataque não conseguiu mais pontuar no primeiro tempo.

Foto: Vernon Bryant / Dallas Morning News
Ezekiel Elliott corre para o TD e para o delírio da torcida

No segundo tempo, a reação do Cincinnati Bengals começou bem, mas parou no kicker: em um chute de 50 jardas, Mike Nugent chutou para fora e desperdiçou todo o avanço do Bengals. Como quem não faz, leva, o Cowboys fez o Bengals pagar com Ezekiel Elliott. Bastou uma jogada para Zeke correr 60 jardas e aumentar ainda mais a vantagem de Dallas.

Perdendo por 28 a 0, o Bengals começou a abandonar o jogo terrestre e, ainda assim, acabou não tendo sucesso contra a defesa do Cowboys. Podendo pontuar no fim do terceiro quarto, Dak Prescott cometeu seu primeiro erro da temporada: fumble após um sack e bola da defesa de Cincinnati. Desse fumble, o Bengals anotou seus primeiros pontos na partida com um touchdown de Brandon LaFell.

A partir daí, o jogo já começou a ficar ganho. Apesar do ataque não ter ficado muito tempo em campo, a defesa colocou o Bengals para fazer uma campanha longa e gastando muito tempo de relógio. Apesar de sofrer outro TD, de novo com LaFell, o Bengals gastou 5 minutos do relógio que fizeram falta. Com dois minutos restantes, Ezekiel Elliott recuperou o onside kick e depois correu o suficiente para garantir a primeira descida e a vitória por 28 a 14.

 

Melhores Momentos

Todos os direitos do vídeo reservados para a NFL.

 

Números
Coletivos
 Estatística Dallas Cowboys Cincinnati Bengals
 Jardas Aéreas 227 269
 Jardas Terrestres 180 96
 Jardas Totais 407 365
 First Downs 21 27
 Turnovers Sofridos 1 0
 Faltas (jardas) 7 (45) 6 (49)
 Tempo de posse 27:43 32:17

 

Individuais
  • Passando

DAL: Dak Prescott: 18/24, 227 jardas, 1 TD, 0 INT. Rating: 117,9

CIN: Andy Dalton: 29/41, 269 jardas, 2 TD, 0 INT. Rating: 104,6

  • Correndo

DALEzekiel Elliott: 15 att, 134 jardas, 2 TD
DALAlfred Morris: 6 att, 33 jardas
DALDak Prescott: 7 att, 4 jardas, TD, fumble

CIN: Giovani Bernard: 9 att, 50 jardas
CIN: Andy Dalton: 6 att, 34 jardas

CIN: Jeremy Hill: 4 att, 12 jardas

  • Recebendo

DAL: Terrance Wiiliams: 5 rec, 70 jardas
DALCole Beasley: 4 rec, 53 jardas, TD
DALJason Witten: 3 rec, 43 jardas
DAL: Ezekiel Elliott: 3 rec, 37 jardas

CIN: Brandon LaFell: 8 rec, 68 jardas, 2 TD
CIN: A.J. Green: 4 rec, 50 jardas
CIN: Giovani Bernard: 6 rec, 46 jardas
CIN: C.J. Uzomah: 5 rec, 43 jardas

 

Pontos Positivos

E que tal o Zeke? Novamente, ele passou das 100 jardas e repetiu o número que teve contra o 49ers. Com um porém: oito carregadas a menos. Seu touchdown de 60 jardas praticamente fechou o caixão do Bengals.

  • WR Terrance Williams

Pode ter passado longe de ter apoio dos torcedores, mas T-Will foi ótimo na partida. Desde o primeiro quarto, Williams foi muito seguro ao fazer recepções e converter terceiras descidas. Grande recuperação depois de algumas semanas jogando mal.

  • QB Dak Prescott

E tem como tirar o Dak dos pontos positivos? Mais um grande jogo do calouro, que voltou a entrar na end zone e ainda deu passe para TD. Teve fumble? Sim, teve. Mas em um momento com o jogo já ganho, felizmente.

 

Pontos Negativos

Foi um jogo muito tranquilo, mas os touchdowns no fim poderiam ter sido evitados. Por sorte, eles não afetaram no resultado final.

 

Próximo Jogo

O Dallas Cowboys volta a jogar no próximo domingo (16/10) às 18h25 no horário de Brasília contra o Green Bay Packers fora de casa. O jogo terá transmissão da ESPN e a cobertura em tempo real, é claro, será feita no nosso Twitter.

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Foto: Michael Keating / AP

Chegou a hora da primeira prova de fogo. Depois de quatro jogos, o Dallas Cowboys enfrentará uma equipe que marcou presença na pós-temporada nos últimos anos, o Cincinnati Bengals.

 

Informações Gerais
(3-1) Dallas Cowboys vs Cincinnati Bengals (2-2)
  • Local: AT&T Stadium, Arlington, Texas
  • Data: 09/10 (Domingo)
  • Horário: 17h25 (Horário de Brasília)
  • Transmissão: GamePass
  • Tempo Real: Twitter
  • Links da Partida: CLIQUE AQUI!

 

Retrospecto

Embalado, o Dallas Cowboys manteve-se invicto fora de casa ao bater o San Francisco 49ers e já conta com três vitórias consecutivas na temporada. Já o Cincinnati Bengals vem oscilando, alternando vitórias e derrotas na temporada, mas sem conseguir uma sequência.

 

Podcast

O podcast 47 chega com a melhor análise que você irá escutar sobre o Dallas Cowboys. Com discussão sobre o jogo contra o 49ers e o jogo contra o Bengals, você não pode mais perder tempo! Ouça-o clicando aqui.

 

Plano de Jogo

Plano de JogoMais uma vez, o Plano de Jogo traz duas jogadas da última partida e uma do adversário para você analisar. Tem como ficar mais por dentro do jogo de amanhã do que clicando aqui e assistindo o nosso plano de jogo?

 

 

Fique de Olho
  • DE DeMarcus Lawrence

Após ficar fora das 4 primeiras partidas suspenso pela liga por conta de uso de substâncias ilegais, Lawrence volta à equipe como a esperança para evolução da linha defensiva do time. Após liderar a equipe no ano passado em sacks com 8, sendo 7 nas últimas 8 semanas da temporada, o camisa 90 chega para tentar melhorar um pass rush que conseguiu apenas 5 sacks nas 4 primeiras semanas da temporada.

  • OT Doug Free

Após ter problemas enfrentando Jason Pierre Paul e Ryan Kerrigan nas primeiras semanas da temporada, Free terá seu maior teste no ano enfrentando Carlos Dunlap no domingo. O defensive end da equipe de Cincinnati já acumula 3 sacks na temporada, e teve 13.5 em 2015. Para proteger Prescott e dar tempo para o quarterback de Dallas, Free precisa fazer uma de suas melhores partidas nos últimos anos.

  • LB Sean Lee

Com o foco da defesa em anular A.J Green e o ataque aéreo do Bengals, Jeremy Hill e Giovani Bernard podem acabar tendo uma grande partida. Para evitar isso e que o jogo terrestre do Bengals tenha sucesso, Lee precisa ter uma ótima atuação, compensando a falta de um safety a mais no box, que ficará encarregado por dobrar a marcação em Green.

  • DT Geno Atkins

Atkins é um dos melhores defensive tackles de toda a NFL, e um terror para as linhas ofensivas adversárias. Jogando na posição de 3-technique, Atkins tem um grande impacto no jogo terrestrem dificultando corridas pelo meio da linha ofensiva, mas também no jogo aéreo, já tendo 2,5 sacks na temporada, e 45,5 desde que entrou na NFL em 2010.

  • WR A.J. Green

Um dos wide receivers mais produtivos da liga, A.J Green é o principal alvo do ataque de Cincinnati, principalmente com a ausência de Tyler Eifert. Andy Dalton sempre busca Green em terceiras descidas e dentro da red zone, e também confia muito em seu principal recebedor em passes longos. Com 468 jardas e 2 touchdowns na temporada, Green precisa de toda a atenção da secundária de Dallas para não tomar conta da partida.

 

O que esperar

Após dois jogos contra times mais fracos, Dallas entra na parte mais difícil da tabela na temporada. O jogo contra a equipe do Cincinnati Bengals, que se classificou para os playoffs em cada uma das últimas 5 temporadas, será um grande teste para mostrar a real qualidade da equipe do Cowboys.

Enfrentando uma defesa muito agressiva e com um front 7 muito forte, Dak Prescott terá seu maior desafio no ano. Com a volta de Vontaze Burfict na semana passada, a defesa do Bengals está completa, e é uma das melhores da liga parando o jogo terrestre. Com isso, Prescott poderá ser forçado a arriscar alguns passes longos, após não tentar nenhum passe para mais de 20 jardas na última partida contra o 49ers. A linha ofensiva precisará ter uma ótima partida, e a volta de Tyron Smith será crucial, já com um matchup complicado contra Michael Johnson. Os dois defensive tackles, Geno Atkins e Domata Peko são ótimos contra o jogo terrestre, e Atkins ainda é uma ameaça no pass rush. Se Ezekiel Elliott mantiver o grande nível que vem tendo nas últimas partidas, pode se consolidar como o principal candidato a calouro do ano. Provavelmente sem Dez Bryant pela segunda semana seguida, Brice Butler, Terrance Williams e Cole Beasley serão os responsáveis por movimentar o ataque de Dallas.

Andy Dalton vem evoluindo nos últimos anos e se consolidou com um dos bons quarterbacks da NFL. A linha ofensiva do Bengals, liderada pelo All-Pro Andrew Whitworth e o ótimo Kevin Zeitler é uma das melhores da liga, e fornece ótima proteção à Dalton. O jogo terrestre é liderado por Jeremy Hill, e o outro running back, Giovani Bernard, é mais uma ameaça no jogo aéreo. Com a ausência de Tyler Eifert, A.J. Green é sozinho o principal alvo de Dalton, e Brandon Lafell e Tyler Boyd aparecem como opções secundárias para o ataque. A defesa de Dallas não costuma utilizar matchups específicos, portanto Brandon Carr e Morris Claiborne terão de marcar Green em momentos da partida, e deverão ter a ajuda dos safeites, Byron Jones e Barry Church, para executar a missão. A linha defensiva contará com a volta de DeMarcus Lawrence, que deve ter snaps limitados na partida. Tyrone Crawford vem evoluindo e pode ter ainda mais espaço com a volta do camisa 90. O grupo de linebackers precisa ter uma grande atuação para conter o jogo terrestre do Bengals. A eficiência na red zone e a diferença nos turnovers pode decidir o vencedor na partida.

 

Desfalques

Dallas Cowboys

  • Ainda se recuperando da lesão nas costas, o QB Tony Romo está fora da partida. O DT David Irving não passou no protocolo de concussão e também está vetado para o jogo;
  • Sem treinar durante toda a semana, Dez Bryant (joelho), Lance Dunbar (joelho) e Chaz Green (pé) estão listados como questionável e não devem jogar.;
  • O DE Jack Crawford (ombro), o K Dan Bailey (costas), o LB Mark Nzeocha (Aquiles), o CB Orlando Scandrick (coxa), o LB Andrew Gachkar (pescoço) e o LT Tyron Smith (costas) também estão questionáveis, mas possuem uma chance maior de jogar por terem treinado ao longo da semana.

 

Cincinnati Bengals

  • O TE Tyler Eifert (costas/tornozelo) está fora da partida;
  • O WR James Wright está listado como duvidoso e não deve jogar.

 

Curiosidades
  • Dallas Cowboys e Cincinnati Bengals não são times que protagonizaram muitas partidas. De fato, somente seis times jogaram menos que as 11 partidas entre Cowboys e Bengals na história;
  • Desses 11 jogos, o retrospecto é positivo para o Dallas Cowboys. Ao todo, são sete vitórias para o Cowboys e 4 para o Bengals;
  • O retrospecto recente também é favorável: foram três vitórias nos últimos quatro jogos para Dallas, incluindo os dois últimos jogos entre os times;
  • Em Dallas, a vantagem é ainda maior para o Cowboys. Dos seis jogos no Texas, o Cowboys conseguiu vencer cinco deles. A única derrota foi no ano de 1988, quase 30 anos atrás;
  • O jogo mais apertado entre os dois times foi uma vitória por 20 a 19 do Dallas Cowboys em 2012, a última partida entre os times;

 

Uma vitória do Dallas Cowboys…
  • Daria ao time o recorde de 4-1 na temporada pela 16ª vez na história e a primeira desde 2014;
  • Aumentaria a série positiva para quatro vitórias seguidas, maior desde 2014;
  • Marcaria a primeira vez que o time perdeu o 1º jogo e venceu os próximos quatro desde 2014;
  • Interrompe a série negativa de duas derrotas seguidas para times da AFC;
  • Daria a 96ª vitória do Dallas Cowboys contra times da AFC, maior marca de times da NFC empatado com o San Francisco 49ers;
  • Amplia a % de vitórias do Cowboys sobre times da AFC para 56,8%, maior marca da NFC.

 

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Foto: Matt Ludtke / AP Photo

Se você entrou no nosso site nesses últimos dias, já viu que fizemos um post sobre os jogos mais fáceis do Dallas Cowboys em 2016. Seguindo a sequência, chegou a hora de listar os jogos em que o Cowboys terá mais complicações e com certeza entrerá com menor favoritismo que o adversário. Hora de falar dos cinco jogos mais difíceis de 2016.

 

Dallas Cowboys vs Cincinnati Bengals (Week 5)

Com exceção dos jogos contra os rivais de divisão que sempre são difíceis, o jogo contra o Bengals é provavelmente o jogo mais difícil do Dallas Cowboys jogando em casa. O Bengals é um time muito competente em quase todos seus setores, seja no ataque ou na defesa. Apesar dos recentes fracassos do time nos playoffs, somente o fato de estarem lá todo ano já mostra a qualidade que o time apresenta na temporada regular.

 

Dallas Cowboys @ Green Bay Packers (Week 6)

 

Logo após o difícil jogo contra o Bengals, o Cowboys vai até Green Bay jogar contra o Packers, time que está entalado na garganta dos torcedores até hoje. O retrospecto recente do Cowboys contra o Packers não é nada bom, especialmente em Green Bay: são cinco derrotas cosecutivas, com a última vitória lá em 2008. Com a expectativa de Tony Romo estar em campo, o jogo pode acabar se tornarndo oficialmente a revanche da eliminação do Cowboys nos playoffs de 2014.

 

Dallas Cowboys @ Pittsburgh Steelers (Week 10)

 

Falou Cowboys e Steelers, falou em títulos. O duelo entre as equipes coloca 11 Super Bowls em jogo, com três deles decididos em confronto direto entre as equipes. Com o trio Big Ben, Antonio Brown e Le’Veon Bell, o Dallas Cowboys terá muito trabalho para calar o Heinz Field e sair de Pittsburgh com uma vitória.

 

Dallas Cowboys @ Minnesota Vikings (Week 13)

 

Se alguns anos atrás eu te dissesse que o Vikings seria um dos jogos mais difíceis da temporada, você provavelmente riria de mim. Para 2016, o Vikings tem um time forte e tem um fator a mais como vantagem: seu novo estádio. Como o jogo acontece na reta final da temporada, o Vikings provavelmente estará brigando pelos playoffs e fará um jogo extremamente duro contra o Dallas Cowboys.

 

Dallas Cowboys @ New York Giants (Week 14)


 

Em sequência ao jogo em Minnesota, o Cowboys viaja até Nova York para o jogo que pode decidir a temporada. O Giants se reforçou muito nessa offseason e promete disputar o título da divisão até o fim. Em um Sunday Night Football e fora de casa, o jogo será definitivamente um divisor de águas para o Cowboys, que mostrará contra um forte rival se o time é capaz de lutar pela divisão e por uma vaga nos playoffs ou se será apenas um figurante.