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Dallas

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Foto: Mpu Dinani / Getty Images

A ESPN americana anunciou na última segunda-feira (09) que a âncora do SportsCenter, Jemele Hill, foi suspensa por duas semanas após violar a política de conduta em mídias sociais da emissora. Segundo a publicação da ESPN, Hill publicou através de um “tweet impulsivo” um pensamento contrário às diretrizes do canal de TV.

Na publicação em questão, Hill sugeriu aos seus seguidores um boicote a anunciantes da NFL como resposta às publicações de Jerry Jones e Stephen Ross, donos do Dallas Cowboys e Miami Dolphins, respectivamente. Os dois empresários condenaram as manifestações de atletas durante o hino nacional.

Tradução: “Esta jogada sempre funciona. Mudanças acontecem quando os patrocinadores são impactados. Se você repudia a declaração de Jerry Jones, boicote seus patrocinadores.”

tweet ainda adiciona um link com uma lista dos principais anunciantes dos Cowboys, entres eles: AT&T, Bank of America e a Ford.

A jornalista publicou em seguida uma defesa aos jogadores dos dois times envolvidos, que foram atacados nas redes sociais como repudio aos proprietários das franquias:

Tradução: “Se você rejeita veementemente o que Jerry Jones disse, a chave é os seus patrocinadores. Não coloquem o peso sobre os jogadores.”

Antes da partida, Jones comentou que não permitira que nenhum dos seus jogadores se recusasse a ficar de pé durante a execução do hino nacional, uma declaração apoiada por Ross.

Em setembro, a ESPN já havia condenado críticas de Jemele Hill feitas ao presidente Donald Trump. Ela tweetou que Trump era “um supremacista branco” e que ele era “o presidente mais ignorante e ofensivo” que ela já viu em sua vida.

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Foto: James D. Smith / Dallas Cowboys

Após o jogo de abertura da temporada ter sido cancelado por causa do furacão Irma, o Miami Dolphins foi forçado a encontrar uma casa temporária antes da partida contra o Los Angeles Chargers no próximo domingo (17).

O time da Flórida chegou a cogitar o compartilhamento do espaço de treinos do Los Angeles Rams em sua sede no California Lutheran, em Thousand Oaks. Mas a equipe recebeu uma ligação do Dallas Cowboys, que ofereceu o seu centro de treinamento em Oxnard, cidade localizada a pouco mais de 100 km de Los Angeles.

Os Dolphins não pensaram duas vezes e aceitaram a proposta. O proprietário Stephen Ross não poupou nenhuma despesa ao realocar os jogadores e suas famílias de Miami para a Califórnia. Alguns partiram por conta própria e estão no estado da costa oeste desde segunda-feira.

O time treinará nos mesmos campos que os Cowboys utilizam desde 2000 e terão acesso também à sala de musculação. Uma empresa de mudança, a mesma contratada pelos Cowboys em suas offseasons, foram os responsáveis por ajudar na logística da franquia de Miami no CT. Segundo o porta-voz do time texano, Scott Agulnek, a empresa era a melhor indicada para auxiliar os Dolphins, já que estavam familiarizados com centro de treinamento de Oxnard.

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Foto: Jeremiah Jhass / dallascowboys.com

O proprietário do Dallas Cowboys, Jerry Jones, recusou-se a especular quando a NFL tomaria uma decisão sobre a investigação de violência doméstica envolvendo o RB Ezekiel Elliott, no ano passado. No entanto, Jones afirmou que Zeke viajou para Nova Iorque para participar de uma audiência junto à liga, semanas antes do início do Training Camp. A decisão, portanto, deverá ser tomada em breve.

“Eles tiveram uma audiência”, revelou Jones. “Eles obtiveram todas as respostas. Não falta nada para a decisão ser tomada.”

Uma questão a se considerar é se este encontro ocorreu antes ou depois do incidente no Clutch Bar, em Dallas, no dia 16 de julho. A polícia da cidade arquivou o caso, já que não houve denúncia nem testemunhas acerca do ocorrido.

Jones não quis comentar se o comissário Roger Goodell esteve presente na audiência com Elliott.

“Eu não quero entrar em detalhes sobre quem estava lá”, disse. “Mas certamente a liga foi representada por funcionários de seu alto escalão, bem como os representantes de Zeke.”

Jones disse repetidamente que não há evidências de que o running back dos Cowboys tenha cometido algum tipo de violência doméstica contra sua ex-namorada. O dono do time ainda afirmou que, com a ausência de provas, é provável que Zeke não seja suspenso.

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Foto: James D Smith / AP

Esta é uma tradução livre do relatório do analista Bryan Broaddus:

Nós assistimos ao último dia de treino do Dallas Cowboys sem os equipamentos de proteção nesta terça-feira (26). Tão bom quanto ver o retorno aos treinos será acompanhar o treino full pad nesta quarta-feira.

Mas antes disto, aqui estão alguns destaques do treino da terça:

  • Tenho esperança de ver Taco Charlton apresentar alguns problemas para Tyron Smith, e no período de blitz, ele conseguiu fazer exatamente isso. Charlton colocou a mão esquerda no peito de Smith e estendeu o braço para manter as mãos de Smith longe dele. Uma vez que ele manteve Smith sob controle, Charlton foi capaz de aproveitar rapidamente sua vantagem e executar um rush de qualidade. Este foi o verdadeiro passo na direção certa porque durante os OTA’s e os minicamps Charlton não foi efetivo contra o left tackle.
  • É bom ver Cole Beasley de volta com sua velocidade. Ele estava lutando contra dores na região posterior da coxa, mas parece que o descanso antes do Training Camp fez bem ao jogador. Treinando fora da posição habitual no slot, Beasley recebeu ajuda de Jason Witten e Dez Bryant com bloqueios. Após o auxílio dos colegas de ataque, Beasley correu por dentro, com Anthony Hitchens à sua esquerda. Quando ele percebeu que Hitchens tentava prever seu movimento, Beasley girou para a direita e deixou Hitchens para trás.
  • Chidobe Awuzie jogou principalmente no outside, como corner, mas treinou no slot também. Notei que ele também estava treinando – desde os minicamps – como um dime linebacker, perto da linha de scrimmage.  Pesando 91 kg, a comissão técnica deve estar se sentindo confiante em usá-lo para conter corridas, mas mais importante que isto, ajudar em qualquer tipo de cobertura.
  • Os treinadores devem ter gostado do viram quando Dak Prescott lançou no meio do campo direto do pocket. Nesse treino ele lançou para Dez Bryant e Brice Butler em rotas profundas “in”, onde a bola foi parar no lugar perfeito. Os recebedores nem precisaram ajustar a sua corrida para receber o passe.
  • Estou interessado para ver David Irving nos próximos treinos. Ele não tem jogado o que lhe é habitual e está permitindo que os bloqueadores cheguem em seu corpo muitas vezes, impedindo sua movimentação. Ele não está atacando na mesma intensidade que nos acostumamos a ver na temporada passada. Ele é muito bom para não estar causando problemas no ataque.
  • Eu já tinha percebido que Damontre Moore jogava como defensive end. Primeiro vi isso no minicamp e agora nessas duas semanas de treino. Provavelmente Moore será colocado nas trincheiras como pass rusher pelas laterais da linha. Será que os treinadores estão pensando em esquema inteligente onde Moore atue como strong linebacker em algumas situações? Ele tem capacidade atlética para a função.
  • Kadeem Edwards foi reserva de Tyron Smith como left tackle. Primeiro eu pensei que Edwards deveria jogar como RT por causa dos seus pés. Para a minha surpresa, ele mostrou uma boa agilidade mesmo fora de sua posição. Ele foi bem nas blitz externas, onde parou Anthony Brown vindo do slot para cima dele. Esse é um bloqueio difícil para um tackle fazer, já que ele precisa deslizar contra um jogador hábil.
  • O time recebeu a boa notícia de que Jourdan Lewis foi inocentado no caso de violência doméstica. Os Cowboys esperam que Lewis esteja pronto para treinar na quarta-feira (26). O jogador estava treinando normalmente até precisar comparecer ao tribunal, então seu condicionamento físico não deve ser problema. Deixando este incidente para trás, o atleta agora pode focar na sua evolução.

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Foto: James D. Smith / Dallas Cowboys

O ESPYS é uma premiação anual realizada pela ESPN americana. O evento de 2017 aconteceu nesta quarta-feira (12) e rendeu ao quarterback do Dallas Cowboys, Dak Prescott, o prêmio de Melhor Jogador no quesito evolução no ano.

Vale lembrar que este evento não é restrito apenas ao futebol americano. Várias categorias esportivas concorrem nos diversos prêmios do ESPYS.

Prescott foi muito importante para a boa temporada dos Cowboys em 2016, após a lesão Tony Romo ainda na preseason daquele ano. Jogando muito bem, o QB calouro foi um dos destaques da liga, desbancando Romo do posto de titular desde então. O desempenho de Prescott foi tão expressivo que rendeu ao signal caller o seu primeiro Pro Bowl.

Além disto, ele bateu recordes importantes da posição, como o maior número de passes sem interceptação no início da carreira. Ele também igualou outro recorde: o maior número de vitórias para um QB calouro, com 13 no total, incluindo 11 triunfos seguidos. Dak lançou 23 vezes para touchdown e apenas 5 interceptações, além de 6 TDs corridos.

Ele foi o primeiro Calouro Ofensivo do Ano dos Cowboys desde o Hall da Fama Emmitt Smith.

running back Ezekiel Elliott ainda concorreu em outra categoria: Melhor Jogador da NFL, juntamente com Tom Brady, Aaron Rodgers, Khalil Mack e Matt Ryan.

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Foto: Richard W. Rodriguez / Star Telegram

quarterback Dak Prescott está sendo acusado de usar uma máquina para assinar autógrafos, ao invés de assinar manualmente.

A empresa Beckett Grading Services, que avalia cartões comerciais, se recusou a verificar a assinatura de Prescott em um conjunto recente de cartões autografados pelo jogador.

Steve Grad, principal autenticador da Beckett, disse que sua empresa avaliou cinco cartões assinados pelo quarterback dos Cowboys e o resultado o surpreendeu.

“Eles transmitiam a sensação de ter sido uma máquina”, delcarou. “Você pode perceber no início e no fim.”

A falta de naturalidade associada a outros fatores levaram Grad a suspeitar que os autógrafos foram feitos com a autopen, uma máquina muito utilizada por políticos para assinar documentos em massa desde a década de 1950.

“Eu imediatamente soube que foi autopen“, disse Grad. “Nunca ouvi falar de um atleta nos tempos modernos fazendo isto”.

É possível que Prescott nem tenha visto os cartões que levaram a sua assinatura, pois este tipo de material geralmente é entregue primeiramente aos empresários dos atletas.

Quando a Panini envia esses cartões para serem assinados por atletas, é exigido que o jogador assine outro documento, afirmando que o que está retornando é genuíno. O empresário do QB não retornou ao contato da Panini sobre o caso.

Apesar de Grad declarar que é a primeira vez na história que ele presencia tal situação, em maio a Panini informou que descobriu que cartões do calouro Takkarist McKinley, do Atlanta Falcons, não foram realmente assinados por ele.

A empresa ainda prometeu enviar autógrafos aos seus clientes com a verdadeira assinatura de McKinley.

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Foto: Matthew Emmons / USA TODAY Sports

Um novo estudo da Universidade de Emory, em Atlanta, confirmou o que muita gente já imaginava: os torcedores do Dallas Cowboys são os melhores da NFL.

O professor responsável pela pesquisa, Mike Lewis, usou três critérios determinar o título de “melhor” torcida da liga.

Critério torcedor: mede a vontade (e possibilidade) de gastar, focando nas receitas da equipe a partir do torcedor.

Critério mídia social: mede a vontade do torcedor de querer fazer parte das comunidades dos times nas redes sociais. Aqui, a questão poderia ser resolvida através da lotação dos estádios, mas times com capacidade menor em suas arquibancadas sairiam em desvantagem.

Critério desempenho: mede o apelo nacional tendo como base a forma como os times de desenham durante a temporada.

E eis o veredito:

Os Cowboys são excelentes em todos os critérios. Eles ganham no critério torcedor, confirmando a força da marca, e no critério desempenho. No critério mídia social, eles ficaram em segundo lugar.

A média de público dos Cowboys abre uma margem de vantagem de 10.000 torcedores por jogo para o segundo colocado na lista. O preço dos ingressos também está acima da média da liga e eles são o segundo mais seguido no Twitter dentre as franquias, perdendo apenas para os Patriots.

Um ponto a ressaltar é que o time permanece no topo dos critérios mesmo em temporadas em que a equipe não vai tão bem dentro de campo.

O resultado do estudo não é nenhuma novidade para o fã dos Cowboys, Mas pode ajudar o torcedor como um bom argumento nas discussões com outros discussões, além de sustentar ainda mais o apelido de Time da América.

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Foto: Inside The Star

Foram cinco anos de NFL até aqui para o ex-atleta de Texas A&M, DeMontre Moore. Depois de disputar 42 jogos durante as três primeiras temporadas atuando pelo New York Giants, o defensive end jogou apenas sete partidas nos últimos dois anos, atuando pelo Miami Dolphins e Seattle Seahawks.

Ele ainda teve passagem por Oakland durante 88 dias da offseason de 2016.

Seu tempo nos Giants teve o seu fim após uma briga com um colega de equipe por causa de um fone de ouvido, embora sua baixa produção possa ter pesado na decisão do time de mandá-lo embora.

Defendendo a equipe de Eli Manning, Moore anotou 8,5 sacks em três anos, incluindo 5,5 em 2014. Após sair do time, o defensor jogou 3 partidas pelos Dolphins em 2015 e quatro jogos pelos Seahawks em 2016. Ele voltou à sua cidade de origem após assinar com os Cowboys, que precisavam aperfeiçoar seu pass rush.

“Eu pensei em algumas outras opções”, revelou o atleta. “Mas os Cowboys demonstraram mais amor. Eles agiram como se me desejassem. E só de ter a oportunidade de retornar à minha cidade natal, pensei ‘por que não?'”.

Agora, o defensive end só pensa em recomeçar sua carreira na liga, contribuindo com sua nova equipe de todas as maneiras que puder, até mesmo no time de especialistas.

“DaMontre tem feito um bom trabalho conosco”, disse o treinador Jason Garrett. “Ele tem trabalhado duro e tem habilidade e explosão.”

Garrett também comentou que Moore se encaixa melhor na equipe como right end, mas apesar disto ele também tem treinado do lado esquerdo da linha, além de praticar também como gunner no special team.

Independente de qual posição jogará, Moore só pensa em deixar seu passado manchado para trás, focando unicamente na chance de poder jogar mais uma vez na NFL.

“Tudo acontece por alguma razão”, ele disse. “Como Drake (cantor) disse: ‘é melhor tarde do que nunca’. E como [Albert] Einstein disse: ‘há 300 maneiras de como não fazer uma lâmpada, tentei todas até aprender como fazê-la’.

Obviamente, Moore confundiu Einstein com Thomas Edison. E ele logo se consertou após perceber o erro.

Foi um pequeno deslize sobre história que os Cowboys podem conviver. O sentimento da frase é o que interessa. E ele está mostrando que está disposto a fazer a sua luz brilhar.

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Foto: Tim Heitman / USA TODAY Sports

Dez Bryant levantou os braços no treino num gesto familiar feito por árbitros, prevendo o touchdown iminente. No lance, o QB Kellen Moore lançou uma bola perfeita no canto da endzone para Terrance Williams. O passe foi tão preciso na direção de T-Will que fez com que Bryant fizesse o sinal característico da pontuação máxima do esporte.

No entanto, ele não contava com o cornerback calouro Jordan Lewis, que se antecipou e desviou o passe.

“Ele é bem ‘grudento’ na marcação”, disse o treinador da secundária Joe Baker sobre Lewis. A capacidade do jogador de evitar separações é uma característica que tem chamado a atenção do treinador. “Eu diria que esta é uma das suas maiores qualidades. Sem dúvidas.”

O Dallas Cowboys perdeu peças importantes na secundária na free agency. Barry Church, Brandon Carr, Morris Claiborne e J.J. Wilcox deixaram a equipe no período e os únicos free agents contratados foram o CB Nolan Carroll e o S Robert Blanton. No entanto, a diretoria apostou alto no Draft para suprir a perda dos seus principais jogadores no setor.

Das nove escolhas deste ano, quatro foram defensive backs, com Chidobe Awuzie na segunda rodada, Lewis na terceira, e Xavier Woods e Marquez White na sexta.

“Tivemos uma grande movimentação na secundária este ano, então veremos muitas caras novas”, disse Baker. “Estamos entusiasmados com eles, foi por isso que selecionamos cada um deles. Nós amamos sua paixão, energia, inteligência, garra, essas coisas. Esperamos ver todas essas qualidades em campo.”

Awuzie é um cornerback que jogou no outside, no slot e na posição de dime. O safety Byron Jones passou por um processo semelhante em seu primeiro ano na NFL.

“Você cobra múltiplas posições de certos jogadores, porque eles têm a versatilidade e inteligência de lidar com isso”, disse Baker. “A maioria dos nossos caras conseguem jogar em mais de uma posição, e isso vai nos ajudar porque você nunca sabe como será o grupo. É bom saber que se um cara precisar jogar de nickel na Semana 12, pelo menos ele terá a base para entrar e ter chance de se sair bem.”

Com tanto potencial, a secundária reformulada dos Cowboys já conquistaram um fã especial: ninguém menos que Dez Bryant, o maior desafio dos calouros nos treinos.

“Eles têm atitude, e eu gosto disso”, disse Bryant. “Não fique na minha frente assustado. Vou me aproveitar disto. Isso é algo que eles não estão fazendo. Eles estão prontos para a batalha e é isso que você precisa, porque esta é a NFL, não é mais o college. Eles têm uma boa mentalidade, são extremamente bons.”

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Foto: Ashley Landis / The Dallas Morning News

DeMarcus Lawrence não acha que a linha defensiva do Dallas Cowboys está recebendo a reputação que merece. O pass rush do time foi muito criticado no ano passado, mas apesar disto D-Law acredita que o grupo tem se destacado na liga.

O jogador foi selecionado na 34ª escolha geral do Draft de 2014, e desde então os Cowboys viram os seus números de sacks aumentarem ano após ano. Depois de terminar 2014 com 28 sacks, o time totalizou 31 no ano seguinte e 36 em 2016. Apesar da melhora, a equipe não figura entre os 10 melhores da NFL desde 2011, quando levaram o quarterback adversário ao chão em 42 ocasiões.

Quando questionado sobre como ele enxergava a própria linha defensiva, Lawrence foi categórico:

“Não sinto que haja pressão, sinto que precisamos continuar melhorando como unidade porque todo mundo está falando da linha defensiva, como se não tivéssemos feito o nosso trabalho no ano passado. Sim, perdemos nos playoffs, mas ainda assim estávamos fazendo o nosso trabalho. Não sinto que estão dando o crédito suficiente que deveriam dar.”

Além de Lawrence, Dak Prescott também falou ao jornal Dallas Morning News. O QB do Time da América comentou sobre como ser titular da equipe o leva para fora do campo, sempre com uma agenda movimentada entre reportagens e entrevistas.

“Praticamente 100% da maioria das coisas está pronto”, disse. “Eu tenho seguido trabalhando com esses caras (repórteres), e tenho saído de campo. Mas nada pode entrar em conflito com meus horários de treino. E todos entendem isso. A única razão pela qual eles querem falar comigo é porque eu tenho jogado bem e preciso manter o que me trouxe até aqui.”