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Draft

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Foto: Jon Durr / Getty Images

O Cowboys acaba de ficar um pouco mais envolvido no Draft desse ano, que vai ser sediado no AT&T Stadium em Arlington em abril.

A NFL anunciou na sexta-feira os times que receberiam escolhas compensatórias no Draft por conta dos free agents que perderam na última offseason. O Cowboys foi o time mais beneficiado, recebendo quatro escolhas a mais. Esse é o número máximo que um time pode receber em um único Draft.

As escolhas novas de Dallas são uma de quarta rodada, duas de quinta rodada e uma de sexta rodada, elevando o total de escolhas de 2018 para 10.

Tradução: “32 escolhas compensatórias no Draft de 2018 da @NFL foram dadas para 15 times”

Aqui está como a matemática das escolhas compensatórias são feitas, de acordo com o anúncio da NFL:

“As escolhas compensatórias são determinadas por uma fórmula baseada em salário, tempo de jogo e honra em pós-temporada. A fórmula foi desenvolvida pelo Conselho de Gestão de NFL. Nem todo free agent perdido ou assinado por um clube é coberto por essa fórmula. Nenhum clube pode receber mais que quatro escolhas compensatórias em um ano. Se um clube se qualificar para mais de quatro escolhas compensatórias depois de levar em conta os free agents perdidos e ganhos em um valor igual ou melhor, os quatro de valores mais altos serão beneficiados ao clube”.

Na última offseason, o Cowboys perdeu Brandon Carr, Barry Church, Morris Claiborne, Jack Crawford, Ryan Davis, Lance Dunbar, Ron Leary, Terrell McClain, Mark Sanchez e J.J. Wilcox na free agency.

A primeira escolha do time será a 19ª geral. Aqui está um apanhado das 10 escolhas do time:

  • Primeira rodada: 1
  • Segunda rodada: 1
  • Terceira rodada: 1
  • Quarta rodada: 2
  • Quinta rodada: 2
  • Sexta rodada: 2
  • Sétima rodada: 1

O Draft será sediado entre os dias 26 e 28 de abril.

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Foto: Tom Fox/Dallas Morning News

Após vencer o Philadelphia Eagles no domingo, o time do Dallas Cowboys terminou a temporada com 9 vitórias e 7 derrotas – apesar de um 5-1 dentro da própria divisão – e fora dos playoffs. Isso coloca o foco do time no draft de 2018, e agora o time sabe exatamente em qual posição irá escolher na primeira rodada.

Você sabe onde vai ser o draft 2018?

O time de Dallas agora é o dono da escolha de número 19, na metade de baixo da primeira rodada. Segundo Dan Turner, do site NFL Draft Zone, o time ficou extremamente perto de escolher na escolha 17. O desempate é feito pela força de calendário, estatística em que os Cowboys tiveram apenas 0,006% a mais de “facilidade” em relação aos times contra quem jogou. O time ainda teria a chance de conseguir a escolha de número 15 caso não tivesse ganhado de Philadelphia na despedida da temporada.

Muitas questões deverão ser respondidas nessa offseason, e selecionar na escolha 19 dá ao time a chance de selecionar um jogador de impacto, mas não se surpreenda se o time trocar a escolha, seja para subir no draft ou para acumular mais escolhas, o que é mais provável.

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O draft de 2018 da NFL está indo para o estado da estrela solitária.

A NFL selecionou a cidade de Dallas como a anfitriã do 2018 NFL Draft, uma fonte informou o insider  da NFL Network Ian Rapoport. O evento acontecerá no AT&T Stadium em Arlington, Texas – lar do Dallas Cowboys. É a terceira cidade diferente para o draft da NFL em muitos anos.

Antes do draft deste ano, o comissário da NFL, Roger Goodell, disse que representantes de 14 cidades diferentes participaram de uma reunião na Philadelphia para explorar uma potencial oferta para 2018. No início deste ano, um recorde de 250 mil pessoas assistiram ao draft – um recorde definitivo de público para o draft.

“Philadelphia aumentou o padrão ao levar o Draft para outro nível, e essa nova oportundade em Dallas nos permitirá continuar a evolução do evento e crescer ainda mais”, disse Goodell. “Nós agradecemos ao Dallas Cowboys, as cidades de Arlington, Dallas e Frisco e a Comissão de Esportes de Dallas por sua lideração em tornar essa visão em realidade”.

Com o evento de 2018 se mudando para o Jerry Worl, esperem um evento ainda maior do que o do ano passado. Afinal, tudo é maior no Texas.

 

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Foto: Vernon Bryant / Dallas Morning News

O Cowboys já fechou contratos com oito de suas nove escolhas do draft. O único jogador que ainda não assinou seu contrato de calouro é o cornerback de terceira rodada, Jourdan Lewis.

Isso não é incomum. Por conta do atual acordo entre a NFL e a associação de jogadores (NFLPA), as escolhas de terceira rodada são as mais difíceis de se fechar um acordo. A escolha de terceira rodada do ano passado, Maliek Collins, só teve seu contrato assinado no meio de julho.

Apesar disso, o contrato de jogadores de outras rodadas se tornou mais fácil de fechar graças ao mesmo acordo. Como os números do contrato são praticamente tabelados, isso significa que eles serão basicamente os mesmos do ano anterior.

Com o aumento do salary cap, os salários das escolhas do draft também aumentam. A folha salaral dos times em 2017 será de 167 milhões de dólares, enquanto no ano passado era de ‘apenas’ US$155,27 milhões

A escolha de primeira rodada do Cowboys, Taco Charlton, assinou um contrato de quatro anos com um valor total de 10 milhões de dólares, com 8,65 milhões garantidos. A 28ª escolha geral do ano passado, o guard do 49ers Joshua Garnett, recebeu um contrato de quatro anos e US$9,3 milhões, com US$7,58 milhões garantidos.

Os contratos de primeira rodada também vêm com uma opção de renovação automática por mais um ano.

Abaixo estão os contratos das outras sete escolhas do Dallas Cowboys, de acordo com o site Over The Cap.

  • 2ª Rodada: CB Chidobe Awuzie: quatro anos, US$4,28 milhões com US$1,74 milhões garantidos.
  • 4ª Rodada: WR Ryan Switzer: quatro anos, US$2,96 milhões com US$568.984 garantidos.
  • 6ª Rodada: S Xavier Woods:  quatro anos, US$2,55 milhões com US$159.620 garantidos.
  • 6ª Rodada: CB Marquez White: quatro anos, US$2,5 milhões com US$110.24 garantidos.
  • 7ª Rodada: DT Joey Ivie: quatro anos, US$2,48 milhões com US$86.504 garantidos.
  • 7ª Rodada: WR Noah Brown: quatro anos, US$2,7 milhões com US$71.952 garantidos.
  • 7ª Rodada: DT Jordan Carrell: quatro anos, US$2,46 milhões com US$67.500 garantidos.

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Foto: Max Faulkner / Star-Telegram

Se o Dallas Cowboys receber o Draft de 2018, o evento seria organizado no AT&T Stadium em Arlington ou no The Star, em Frisco?

A resposta para a questão pode ser “ambos”.

O vice-presidente do time, Stephen Jones, confirmou que a franquia se submeteu formalmente à candidatura para sediar o próximo Draft. No pedido, o estádio e o centro de treinamento da equipe foram incluídos.

A decisão agora cabe à NFL, que não estipulou prazo para a resposta. O último Draft foi realizado na Filadélfia e há possibilidade do evento continuar na cidade sede dos Eagles por mais um ano. Stephen Jones está confiante na candidatura dos Cowboys, mas confessou que a liga não deixou claro sobre o que eles esperam para 2018.

“Eles (NFL) sabem que podemos organizar para um número X de pessoas. Então eles responderão diante do que eles querem. Não sabemos exatamente como eles querem fazer. Estamos esperando a resposta sobre isso.”

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Chegamos a exatamente uma semana do fim do Draft de 2017. Depois das nove escolhas do Dallas Cowboys, acreditamos que já passou tempo suficiente para analisarmos todas as escolhas para que possamos opinar sobre elas.

Foram sete jogadores de defesa e dois jogadores de ataque selecionados pelo Time da América. Entre as posições escolhidas e as que não foram escolhidas, é possível citar os vencedores e também os perdedores entre o Dallas Cowboys nesse draft. Vamos à eles.

 

Vencedores

 


 

Rico Gathers

Com a saída de Gavin Escobar e os outros tight ends do elenco com problemas para estarem em condições de jogar, chegou a ficar claro para analistas da NFL de que o Cowboys precisava selecionar um jogador da posição, pensando inclusive no futuro de Jason Witten. Sim, nós também fomos um dos sites a falar disso. Mas com o fim do draft e nenhum TE escolhido, o Cowboys indicou uma coisa: a confiança em Rico Gathers.

Escolha de 6ª rodada no ano passado, Gathers foi escolhido não pela sua experiência no futebol americano, já que ele jogou basquete na universidade, e sim pelo seu físico e seu potencial. Após passar um ano no practice squad, Gathers pode ter uma grande oportunidade de mostrar sua evolução aos técnicos. Ao menos, o primeiro sinal de confiança já foi dado.

 


 

Chaz Green

Além da posição de TE, a segunda posição de ataque mais cotada para o Dallas Cowboys nesse draft era a de offensive tackle. Com a aposentadoria de Doug Free, o time precisava de um substituto para o lado direito da linha ofensiva. Ao não selecionar ninguém, o time mostrou que pode estar preparado para que Chaz Green, escolha de 3ª rodada em 2015, seja o titular. Basta o jogador se manter saudável, é claro.

 


 

Dak Prescott

Com a chegada de Ryan Switzer, o Dallas Cowboys pode dar um terreno ainda mais fértil para Dak Prescott brilhar. A explicação mais óbvia é a qualidade de Switzer: com um jogo parecido com o de Cole Beasley, Switzer pode aumentar o leque de jogadas que Prescott pode fazer, dando mais oportunidades pro time avançar em campo.

A segunda explicação é mais sutil e mais difícil de perceber de cara. Além de recebedor, Switzer é um ótimo retornador de puntskickoffs. Com ele no lugar de Lucky Whitehead, é esperado que o time ganhe mais jardas com retornos. Sabe o que isso significa? Menos jardas para Dak Prescott guiar o ataque para pontuar. Ótimo, não acham?

 


 

Rod Marinelli

Não tem ninguém que saiu mais vencedor nesse draft que o coordenador defensivo Rod Marinelli. Depois do desmanche na free agency, o Dallas Cowboys cumpriu seu dever e reforçou de forma massiva a defesa. Não só sete das nove escolhas foram de defesa, como as três primeiras escolhas do Dallas Cowboys. Escolhas precisas, por sinal.

pass rush, que tanto precisava de reforços, recebeu a chegada de Taco Charlton, um dos melhores defensive ends da classe desse ano. Se a secundária sofreu com a saída de Morris Claiborne, Brandon Carr e Barry Church, o time a reforçou selecionando Chidobe Awuzie, Jourdan Lewis e Xavier Woods, todos bons prospectos. Não podemos esquecer de Marquez White, outra boa aposta para a secundária e dos dois reforços para a rotação da linha defensiva: Joey Ivie e Jordan Carrell. Marinelli terá capital humano suficiente para dar um salto de qualidade na unidade defensiva do time.

 


 

Perdedores

 


 

Lucky Whitehead

Aqui não há dúvidas: Lucky Whitehead foi o principal perdedor do Dallas Cowboys nesse draft. Ao escolher um wide receiver que também retornar chutes no meio do recrutamento mostra que o time está pronto para se despedir de Whitehead. Atual retornador oficial do time, Whitehead não demonstrou evolução de 2015 para cá e não vem apresentando boas exibições quando está em campo. E não estamos falando apenas de seus retornos, já que seu desempenho como recebedor está longe de ser aceitável. Com Ryan Switzer no elenco, tudo leva a crer que Lucky Whitehead não jogará pelo Dallas Cowboys na temporada regular.

 


 

Orlando Scandrick

Você provavelmente entendeu perfeitamente a escolha de mais de um cornerback nesse draft. Justo, o time perdeu peças ao longo da free agency e precisava repor de forma adequada. Mas a escolha de três CBs coloca Orlando Scandrick em uma posição desconfortável no elenco.

Atualmente, Scandrick está com 30 anos e recebendo uma média de cinco milhões de dólares por temporada. Apesar de não terem assinado contrato ainda, é possível prever que o contrato dos três CBs calouros somados seja menor que o do Scandrick hoje. Com os recentes problemas de lesão, nosso sósia do José Aldo pode estar com os dias contados em Dallas.

 


 

Brice Butler

Outro wide receiver que pode estar com um pé fora de Dallas depois desse draft. Não, Butler não disputará posição com Ryan Switzer, escolha de 4ª rodada. Quem pode tomar o posto do jogador é Noah Brown, escolha de 7ª rodada. Por mais absurdo que possa parecer, Brown tem potencial para ser um recebedor útil e pode demonstrar isso na pré-temporada. Como Butler anda com problemas constantes de lesão e tem um contrato muito fácil de ser rompido, o jogador deverá disputar posição com Brown esse ano e até no próximo, caso os dois permaneçam no elenco até lá.

 


 

Torcida do Philadelphia Eagles

Cá entre nós: depois do humilhante discurso de Drew Pearson, a moral deles foi pro espaço. Dá só uma olhada no que o idolo do Dallas Cowboys aprontou:

 

Da próxima vez não nos provoque com vaias.

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No Draft da NFL em 2017, a equipe dos Cowboys focou em suas necessidades defensivas e escolheu o defensive end Taco Charlton no final da primeira rodada e no decorrer do draft adicionou profundidade na secundária da equipe selecionado dois jogadores nos rounds seguintes.

Mas essas escolhas não reforçaram as chances da equipe vencer o Super Bowl nesta temporada, de acordo com a bolsa de apostas de Las Vegas.

A bolsa de apostas de Las Vegas tem os Cowboys com uma probabilidade de vencer o Super Bowl nesta temporada de 12-1. Antes do draft, os Cowboys estavam com uma chance de vencer de 9-1 após o término da temporada passada, e 10-1 até 16 de Março de 2017.

Ainda assim, as chance de 12/1 é a segunda melhor de todas as equipes da NFL. O New England Patriots é o favorito para vencer o Super Bowl nesta temporada com uma probabilidade de 7-2.

Outras quatro equipes estão empatadas com os Cowboys com a probabilidade de 12/1, são elas: Atlanta Falcons, Green Bay Packers, Oakland Raiders e o Seattle Seahawks.

O Houston Texans tem a chance de 16/1 para ganhar o título. As outras equipes e rivais de divisão dos Cowboys possuem estas chances: Giants têm a chance de vencer o título de 20/1, os Eagles e os Redskins têm uma chance de 50/1.

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Foto: David Zalubowski / AP Photo

A posição de cornerback foi premiada como a mais farta no draft deste ano.

Marshon Lattimore, Marlon Humphrey, Adoree’ Jackson, Gareon Conley e Tre’Davious White foram escolhidos no primeiro round. Outros cinco jogadores, saíram no segundo dia de recrutamento, entre eles estava nossa escolha de número 60 overall, Chidobe Awuzie.

Durante o combine, perguntaram ao jogador o que poderia ser o seu diferencial em uma classe tão talentosa.

“Meu jogo mental. Eu realmente penso que eu sou um dos jogadores defensivos mais inteligentes. Eu capto conceitos de rota e marcação muito rapidamente, é instintivo.Minha versatilidade também, eu joguei em quatro posições diferentes na secundária e fui líder em cada uma delas. ” disse o calouro.

“Eu não acho que qualquer jogador desta classe possa falar isso, além disso, minha produtividade fala por si mesma.” completou Chidobe.

Awuzie jogou como conerbacksafety, nickelback linebacker em Colorado, sua universidade. Ele registrou 265 tackles totais, 25 destes para perda de jardas, 25 passes desviados, três interceptações e nove sacks em quatro temporadas.

Ele ainda disse durante o recrutamento que realmente não sabia aonde os times iriam colocá-lo, e isso era ótimo para ele, pois o jogador não queria se limitado a uma s[o função. “Eu sou apenas um jogador. Você pode me colocar em qualquer lugar do campo que eu ainda assim irei fazer boas jogadas. Isso é bom, pois posso ser considerado um coringa por todos os times”. completou Chidobe.

É esperado que o calouro jogue no lado de fora da secundária, porém a posição de safety é algo bem possível.

Sobre sua lesão no pé, o jogador disse que já etá recuperado e pronto para jogar.

Awuzie ainda disse que não esteve assustado e com medo de marcar John Ross, nona escolha geral do draft. “Eu sempre estou confiante. Quando estou dentro de campo, eu estou em casa, estou confortável. Eu gosto de competir, de desafiar as pessoas.”  completou o novo jogador do time.

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O Draft de 2017 já faz parte do passado. Então, vamos as avaliações.

Abaixo estão algumas avaliações feitas por jornalistas e sites americanos dos escolhidos dos Cowboys em 2017.

 

Dieter Kurtenbach, da rede Fox Sports: 

Nota: A

Os Cowboys estão reconstruindo sua defesa. Taco Charlton, Chidobe Awuzie, Jourdan Lewis, e Marquez White vão ser jogadores de impacto imediato. Poderia ter feito mais escolhas para a sua linha defensiva — particularmente com grande talento saindo — mas eu adoro as escolhas de Noah Brown e Ryan Switzer (mesmo que eles demorem para deslanchar).

 

Chad Reuter, do site NFL.com: 

Nota do Dia 1: A-

Nota do Dia 2: A

Nota do Dia 3: B

Média Geral: A-

Dallas tinha uma escolha entre Charlton e T.J. Watt. Qualquer um dos dois se encaixaria bem no elenco, e a necessidade maior era nessa posição. Eu tinha dado uma nota maior para o Watt, mas a envergadura e a agilidade de Charlton são impressionantes. Ele será um jogador muito bom para Jerry Jones e Jason Garrett. Os Cowboys acharam um outro combo corner/safety em Chidobe Awuzie, e isso tem muito valor. Eles melhoraram também a secundária com um resistente e potencial titular em Jourdan Lewis; isso faz sentido devido ao interesse do time em trocar Orlando Scandrick. Dallas selecionou uma versão atualizada de Cole Beasley em Ryan Switzer.

 
Rob Rang, da rede CBS Sports

Nota A-

Os Cowboys tinham grande buracos a preencher na sua secundária e no seu edge rusher no draft de 2017 e — pelo menos no papel — parece que o time fez um trabalho espetacular para supri-las, pacientemente esperou pelo útil edge rusher em Taco Charlton que foi escolhido na 28ª posição no geral e adicionou dois dos melhores cover corners do draft em Chidobe Awuzie e Jourdan Lewis na segunda e terceira rodadas, respectivamente. Dallas adicionou jogadores que farão na diferença em safety (Xavier Woods) e no retornador de jogo (Ryan Switzer) no segundo dia, assim como escolheu um receiver com potencial para desenvolvimento em Noah Brown no final do draft. Dada a qualidade dos receivers Dallas irá enfrentar na NFC East (e com a tabela difícil que terá esse ano), continua incerto como a jovem secundária irá se sair. O coordenador defensivo Rod Marinelli é um professor talentoso, no entanto, pela primeira vez em anos Dallas tem um talento ainda cru na defesa e que precisa se igualar ao lado ofensivo.

 
Chris Burke, da revista Sports Illustrated:

Nota B+

A primeira escolha, DE Taco Charlton (28º no geral), era sobre encontrar um jogador que vai ajudar a consertar a necessidade dos Cowboys de pressionar o quarterback. As quatro escolhas seguintes aumentaram a flexibilidade do time no geral, tanto ofensivamente quanto defensivamente. CBs Chidobe Awuzie (Nº 60) e Jourdan Lewis (Nº 92) são defensores heterogêneos capazes de proteger o jogo contra o passe como participar das blitzes. (Usar a escolha com Lewis será feita uma ressalva, pois ele está aguardando em julho o julgamento sobre alegação de violência doméstica). S Xavier Woods (Nº 191) é outra peça intercambiável, que irá ajudar a tirar a pressão de Byron Jones. WR Ryan Switzer (Nº 133) pode parear com Cole Beasley ou pode lidar com a função de retornador enquanto fica na reserva dos recebedores titulares. Um grupo sólido, pendente somente a disponibilidade de Lewis.

 
Vinny Iyer, do site Sporting News

Nota B+

Existe algo como alto risco/alta recompensa, prosperidade ou fracasso aqui, mas isso é muito comum no território de Jerry e Stephen Jones. Os Cowboys tinham que adicionar jogadores para o seu pass rush e cobertura para ter o status de favorito, e eles fizeram isso trazendo ainda mais profundidade para sua secundária. Não se deixe enganar pelo pequeno Switzer — ele pode vir a ser um grande retornador para eles enquanto também aumentam sua velocidade.

 
Nate Davis, do jornal USA Today

Nota B

Dallas Cowboys: Essa pode ser uma classe de novatos muito produtiva – e deve ser necessária devido as perdas na free agency. A escolha de primeira rodada DE Taco Charlton, de segunda rodada CB Chidobe Awuzie e terceira rodada CB Jourdan Lewis – assumindo que as questões legais se resolvam a seu favor – devem ter muito tempo de jogo, se não forem titular. A escolha de quarta rodada WR Ryan Switzer dá ao QB Dak Prescott dá uma segunda arma para parear ao lado de Cole Beasley.

 

Mark Maske, do jornal Washington Post

Nota: B-

Os Cowboys simplesmente tinham que procurar jogadores para seu pass rush e sua secundária esvaziada. E eles fizeram isso. A escolha de primeira rodada DE Taco Charlton deve ser capaz de ajudar a defesa de Dallas a atingir os QBs adversários. Os Cowboys adicionaram cornerbacks na segunda rodada, com Chidobe Awuzie, e na terceira rodada, com Jourdan Lewis, e escolheram um safety na sexta rodada com Xavier Woods. É melhor eles estarem prontos para jogar. Os Cowboys podem precisar de todos eles em algum momento dessa temporada. Lewis foi indiciado por um delito de violência doméstica e irá enfrentar um julgamento em julho.

 
Site SB Nation: B-

Os Cowboys tinham que sair desse draft com um pass rusher e alguma ajuda na secundária. A maioria delas foi preenchida. Na primeira rodada, Dallas escolheu Taco Charlton. Por mais que ele não tivesse nota alta suficiente dada por Dallas para ser escolhido na primeira rodada, ele preenche uma posição vital e se encaixa perfeitamente no sistema.

Dallas prosseguiu com a seleção de cornerbacks nas duas próximas escolhas: Chidobe Awuzie na 60ª posição e Jourdan Lewis na 92ª posição. A escolha de Awuzie foi excelente. Ele pode fazer de tudo. Ele pode pressionar, ele pode jogar por fora,  ele pode abafar a corrida e ele pode fazer blitz. Lewis tem algumas questões extracampo, mas dentro de campo, ele foi incrivelmente produtivo em Michigan. Depois, Dallas pegou o receiver Ryan Switzer na quarta rodada. Ele é um jogador sólido, mas não tenho certeza quantas vezes ele será alvo nesse ataque. Esse time precisava escolher um safety e esperou até a sexta rodada para pegar um em Xavier Woods. Ele pode ser o novo Barry Church.

 

Pete Prisco, da rede CBS Sports

Nota: B-

Eles precisavam de ajuda na frente defensiva, então pegar o defensive end da Universidade de Michigan Taco Charlton faz sentido, mas acho que havia melhores opções disponíveis. Acho que se recuperam e conseguiram dois bons corners na duas rodadas seguintes, com Chidobe Awuzie, da Universidade de Colorado, e Jourdan Lewis, da Universidade de Michigan, que ajudam em uma posição de necessidade. Pegar Ryan Switzer na quarta rodada pode significar que Cole Beasley poderá sair ano que vem, quando seu contrato se encerra.

 

Mel Kiper, da rede ESPN

Nota: B-

Brandon Carr, Morris Claiborne e J.J. Wilcox saíram na free agency, e os Cowboys precisavam de gente para preencher esses buracos. Eu penso que eles perderam a oportunidade de escolher algum talento de primeira grandeza na 28ª posição — Kevin King e Budda Baker ainda estavam disponíveis — e ao invés disso, escolheram Taco Charlton, 1,98, 126 quilos, um defensive end que é um defensor melhor contra a corrida do que um pass-rusher. Sim, Dallas precisava de um end depois que DeMarcus Lawrence decepcionou na temporada passada e Randy Gregory foi suspenso por, pelo menos, durante toda a temporada de 2017, mas um pass-rusher excepcional faria mais sentido. Eu não que Charlton seja esse cara, que estava na 46ª posição na minha classificação.

O segundo dia de Dallas foi muito melhor. Chidobe Awuzie, o melhor corner rastreado nesse draft, e Jourdan Lewis irão jogar logo e com frequência. Lewis está enfrentando a acusação de delito de violência doméstica, no entanto. Ryan Switzer não estava entre os meus top 300, mas consigo enxergar por que os times gostam dele. Com 1,73, 82 quilos, ele é muito pequeno, mas é um ótimo retornador de punt. Eu fico imaginando como Dallas irá colocar ele e Cole Beasley juntos no campo. Noah Brown foi escolhido muito depois (239ª posição) do que eu imaginava (168ª posição na projeção).

Sem muitas escolhas, os Cowboys conseguiram bons talentos depois da primeira rodada, mas a escolha de Charlton é para se coçar a cabeça. Sete das novas escolhas para a defesa mostra que Dallas sabe onde tem melhorar para ser verdadeiro concorrente ao Super Bowl.

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(AP Photo/Michael Conroy, File

Muitos acreditavam que T.J. Watt era o melhor pass rusher disponível quando os Cowboys estavam no relógio na quinta-feira a noite. Eles acharam que o defensive end da Universidade de Michigan, Taco Charlton, era uma melhor opção do que o outside linebacker da Universidade de Wisconsin. Foi a 28ª escolha no geral.

Por quê?

“Eu não apostaria contra T.J. Watt,” disse o vice-presidente executivo dos Cowboys Stephen Jones na sexta-feira de manhã para o programa 105.3 The Fan’s G-Bag Nation show [KRLD-FM]. “Tudo sobre ele é mais, mais, mais. A coisa mais difícil para ele conosco é que somente existem alguns riscos ali porque você não vê nas fitas dele colocando sua mão no chão.

“Quando estamos classificando os jogadores, se existe uma projeção, existe um desconto na nota se não vemos isso. Não significa que eles não fazem isso e não fazem bem.”

Watt, irmão mais novo do destaque do pass rusher do Houston Texans, J.J. Watt,foi selecionado duas escolhas depois (30ª escolha no geral) pelo Pittsburgh Steelers, que tem seu esquema defensivo no 3-4.

Como Charlton, Watt só se tornou titular na última temporada. Ele conseguiu 11,5 sacks e 15,5 tackles em 14 jogos pelos Badgers. Watt foi um dos 29 jogadores que visitaram aos Cowboys antes do draft.

“Certamente, se nós formos apostar em um jogador e sobre seu caráter futebolístico, assim como seu caráter fora de campo, você vai escolher o T.J. Watt e apostar nele,” falou Jones. “Acontece que somente nos sentimos um pouco mais confortáveis com o Taco porque você vê-lo fazer isso todos os dias no filme. Você o vê em todas as jogadas e ele está fazendo isso contra competidores de alto nível, assim como T.J. também, já que são da mesma conferência. Nós vimos tudo isso e nos sentimos mais confortáveis com o Taco.

“Mas certamente nós certamente consideramos (Watt). Nós o trouxemos aqui e nos fez pensar muito sobre ele.”