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Jason Garett

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Depois da dolorosa derrota para o Green Bay Packers, o Dallas Cowboys terá a sexta semana da temporada de folga.

Há quem prefira que a semana de bye não seja tão cedo, como na semana 6, pois dependendo da campanha do time pode quebrar o ritmo. No entanto, no caso do Dallas Cowboys, ela não poderia ter vindo em uma semana melhor.

O Dallas Cowboys precisa utilizar a bye week para arrumar a casa.

O time enfrenta alguns problemas. Vem de duas derrotas em que a equipe anotou mais de 30 pontos em casa.

Depois de alguns questionarem a atuação de Dak Prescott, o quarterback jogou o melhor futebol. Em cada um dos dois últimos jogos foram mais de 200 jardas lançadas, 3 passes para o touchdown e apenas uma interceptação. Infelizmente, não foi o suficiente para que o time saísse vitorioso.

A comissão técnica precisa usar esta semana para entender a situação, elaborar novas estratégias e se reerguerem.

O time do Cowboys precisa ficar saudável.

Tyron Smith foi uma preocupação durante toda a semana passada, já que o tackle All-Pro não havia participado dos treinos nenhuma vez antes do jogo. No entanto, o Cowboys decidiu manter todos os oito jogadores da linha ativos. Smith jogou toda a partida contra o Packers e agora ele tem uma semana para se recuperar.

Além disso, Chaz Green também terá esse tempo. Voltando à semana 4, Green teve problemas com lesões. Ele perdeu o último treino antes do jogo com o Rams por conta de dores no quadril e não foi o starter da partida.

Contra o Packers, o time optou por começarem com Jonathan Cooper de guard. O técnico Jason Garrett disse que pretende dar continuidade a este trabalho para possíveis imprevistos.

É evidente que a linha ofensiva de Dallas não tem jogado no alto nível que apresentou nas últimas temporadas.

Defensivamente, o maior problema de Dallas tem sido os linebackers. Falhando contra o jogo corrido e aéreo nas duas últimas semanas, os ataques adversários foram capazes de explorar isso usando o jogo corrido que atualmente é 20ª da liga, cedendo em média 118 jardas terrestres por partida.

Contra os Cardinals, com o melhor jogador defensivo da equipe, Sean Lee, em campo, o time cedeu 3,8 jardas por carregada e não permitiu que passassem das 100 jardas. Sem Lee, contra o Rams foram 168 jardas terrestres totais permitidas e contra o Packers, 160 com média de 6,4 por corrida.

Com essa semana extra de descanso, é provável que Lee esteja pronto para voltar na semana 7. Menos um jogo sem ele.

Além de Lee, esse tempo vai ser importante para recuperação do linebacker Anthony Hitchens que voltou de lesão na semana passada contra o Packers.

As lesões não são os únicos problemas da defesa do Dallas Cowboys.

DeMarcus Lawrence lidera a liga em sacks. David Irving voltou de suspensão com dois sacks. Maliek Collins, Benson Mayowa e Tyrone Crawford também apresentaram pressão aos quartebacks adversários. Atualmente o time possui um total de 16 sacks na temporada. Contudo, ainda assim, é rankeada como a 29ª da liga cedendo em média 26 pontos por jogo.

Cabe ao coordenador defensivo, Rod Marinelli, estudar a situação e montar uma nova estratégia de jogo. As peças parecem preparadas, mas não se encaixam. Ou não fazem o suficiente para que vençamos os jogos?

Respostas que a comissão técnica tem que buscar.

Quando o Cowboys voltar da semana de bye, enfrentarão o San Francisco 49ers (atualmente 0-5). Um jogo o qual o Dallas Cowboys tem a obrigação de vencer. Importante para elevar a confiança do time.

É hora de o time colocar em prática tudo o que tem dito nas últimas semanas. Eles estão certos: ainda dá tempo de virarem o jogo.

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Foto: Tom Fox / The Dallas Morning News

linebacker Jaylon Smith recebeu mais algumas boas noticias essa semana. O eletromiograma do jogador mostrou que o nervo em sua perna esquerda continua a se regenerar.

O time ainda se mantém esperançoso de que ele consiga se recuperar completamente nos próximos meses e chegar perto do nível em que jogava na Universidade.

O exame recente mostrou essa melhora enquanto Smith se prepara para o seu primeiro treino no training camp do Cowboys, depois de não ter jogado durante sua temporada de calouro. Esse foi o terceiro exame feito pelo jogador esse ano. O anterior, feito em abril, já havia mostrado significante melhora.

Jason Garrett, técnico do time, disse que eles poderiam mudar um pouco a escala de treinos físicos do jogador durante o período, mas durante a offseason ele treinou todos os dias desta maneira.

Essa escala vai se manter para Jaylon, especialmente durante o início do training camp.

“Nós apenas temos que ser cuidadosos quanto irmos cada vez mais adiante nos treinos com o jogador.” disse Jason.

Smith ainda está usando uma proteção para auxiliar em seus movimentos, mas é esperado que ele não precise usá-lo nas semanas subsequentes, enquanto o nervo continua a regenerar.

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Foto: Tony Gutierrez / AP Photo

tight end Jason Witten está no ano final de seu contrato. O Cowboys provavelmente consideraria uma extensão em seu contrato caso ele opte por prolongar sua carreira em mais uma temporada.

Entretanto, não há nenhuma dúvida de que o time está no mercado a procura do sucessor do jogador.

Leia Também: Chegou a hora de buscar o sucessor de Jason Witten?

Um número considerável de simulações do draft vem colocando O.J. Howard, TE de Alabama, como possível escolha de Dallas. Claro, isso resultaria no uso de uma escolha relativamente alta em um jogador da posição, ao mesmo tempo em que o time tem necessidades maiores e mais imediatas a serem supridas.

Uma escolha “caseira” seria Rico Gathers sendo o sucessor de Witten. Gathers foi estrela no basquete de Baylor, mas optou por tentar se profissionalizar no futebol americano. Gathers foi selecionado na sexta rodada do Draft de 2016 por Dallas, tendo passado toda a temporada no practice squad.

Jason Garrett, técnico do time, afirmou que Rico tem feito um grande progresso. Além disso, ele afirmou que eles tinham o olho bem aberto para o jogador quando o selecionaram, pois ele seria um jogador a ser desenvolvido, devido ao fato do jogador não ter jogado futebol desde a época da escola.

“Tem muitas coisas que gostamos sobre ele. Ele fez um grande progresso” afirmou Garrett.

O jogador de 1,98m e 127kg é um tremendo atleta que o Cowboys espera desenvolver em um jogador produtivo nos moldes de Antonio Gates e Jimmy Graham, ambos ex-jogadores de basquete universitário que se tornaram estrelas na NFL.

O atributo que mais impressionou o time sobre Gathers foi seu comprometimento.

“Ele fez muita coisa sozinho para melhorar. Ele fez mais repetições que qualquer outro jogador em nosso practice squad durante o ano. Eu acho que ele realmente ama o esporte, ele trabalha pesado com isso. Você pode ver os passos que ele já deu até aqui, embora ele ainda tenha muitos a serem dados. Nós todos sabemos e entendemos isso, mas todos estamos muito otimistas com a habilidade dele e o que ele vem fazendo até aqui.” afirmou o treinador do time.

Jason ainda disse que o próximo passo é Rico começar a agir com o instinto de jogador de futebol americano e deixar de ser um jogador de basquete aprendendo a jogar o football. Apesar disso, o time acredita em seu progresso e em seu desenvolvimento pois ele tem a atitude e está disposto a aprender.

Um exemplo claro disso foi que, devido as contusões sofridas na temporada passada, ele teve que se posicionar como tackle em um dos treinos, em um esforço para se tornar um bloqueador melhor para o jogo corrido.

“O mais impressionante foi sua disposição em mergulhar de cabeça naquilo. Ele jogou de offensive tackle em diversos snaps esse ano. Nós tivemos caras que se machucaram. Ele simplesmente vestiu a camisa branca, foi para o campo e jogou de tackle. Ele abraçou a causa. O quão bom ele era jogando nessa posição? Não tanto quanto ele precisava ser, mas ele viu nisso uma oportunidade para aprender a bloquear. Para se tornar melhor na profissão dele. Melhorar seu bloqueio para jogo corrido. Ou seja, ele tem abraçado e aceitado qualquer oportunidade que vem aparecendo e nos realmente estamos vendo o progresso que ele tem feito.” conclui Garrett.

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O defensive end Randy Gregory não vai mais apelar da decisão de sua suspensão por ter violado a política de abuso de substâncias da NFL, de acordo com fontes. Gregory, ao contrário, irá cumprir a decisão e ficará suspenso até a semana 14. Um possível retorno será na semana 15, quando o Cowboys recebe o Tampa Bay Bucaneers, dia 18 de dezembro. Apenas outros dois jogos de temporada regular seguirão faltando.

Tradução: Segundo fontes, a NFLPA retirou o recurso (da suspensão) de Gregory. A suspensão ainda não é oficial, mas há fortes indícios de que ela perpetuará até a semana 14, não semana 10.

 

A NFL anunciou mais cedo neste ano que Gregory iria começar a temporada com uma suspensão de 10 jogos. A possibilidade dessa suspensão inicial aumentou quando outro incidente ocorreu.

Randy visitou o The Star semana passada, depois de três meses longe dos seus companheiros, enquanto estava na reabilitação.

Em uma entrevista de rádio semana passada, Stephen Jones disse que Gregory é um “trabalho em andamento”.

Jones disse que Randy está em uma jornada para fazer de si uma pessoa melhor, e que certamente essa jornada é mais importante do que sua carreira nos gramados.

Stephen também disse que se ele conseguir colocar tudo em ordem, o próximo passo será focar em ser um jogador produtivo na NFL, mas que no momento em que o time está, ele deve focar nos jogadores que lá estão.

Jason Garret, técnico da equipe, também se encontrou com Gregory e percebeu que Gregory estava bem melhor. Além disso, ele também disse que ele com certeza ainda tem um lugar no roster do time.

Quando perguntado sobre a conversa entre os dois, Garret disse que eles conversam sobre tudo. “Você tem que tentar conhecer seus jogadores como pessoas e que claro que somos técnicos de football, então sempre falamos sobre football e como eles estão se saindo fisicamente e como estão seus objetivos para ir adiante” disse Garrett.

Gregory foi a escolha de segunda rodada em 2015, vindo de Nebraska. Ele registrou sete tackles em doze jogos, não sendo titular em nenhum jogo na temporada.

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Dallas Cowboys quarterback Tony Romo, left, is tackled by Seattle Seahawks defensive end Cliff Avril, right, in the first half of a preseason NFL football game, Thursday, Aug. 25, 2016, in Seattle. (AP Photo/Elaine Thompson)

O Dallas Cowboys deseja dar uma última olhada nas costas machucadas de Tony Romo antes de determinar o seu destino nos próximos dois meses.

O técnico Jason Garrett disse que Romo fará mais exames essa semana que ajudarão Dallas a tomar uma decisão final de colocá-lo no roster ativo ou na IR.

O time deseja ter as informações mais atualizadas em sua mesa para que eles possam tomar a melhor decisão para Romo e o elenco nas próximas 48 horas.

Se eles o colocarem na IR (Injured Reserve), Romo não poderá jogar nas próximas oito semanas. Não seria permitido ao jogador treinar por seis semanas, após isso, ele teria que esperar mais duas semanas para poder jogar. Isso significa que não teremos Romo até dia 6 de Novembro, contra Cleveland.

Garrett disse que eles vão continuar reunindo informação nos próximos dias com Tony e ver qual o andamento da situação. Eles irão ter mais informações ao longo das próximas 48 horas e decidir sobre.

O diagnóstico oficial era de que o quarterback estaria fora de 6 a 10 semanas, segundo fontes. Romo sofreu uma fratura na vértebra L1, no terceiro jogo de pré temporada do time, contra o Seahawks, no dia 25 de Agosto.

Isso foi há quase duas semanas atrás. O fato do Cowboys ainda não ter tomado uma decisão final explica sobre a complexidade disso, além de debates internos entre Romo, executivos do time, treinadores, médicos e comissão técnica.

Jasson Garrett disse na segunda feira que não acredita que o time esteja trabalhando com um prazo final para fazer a decisão. “Nós podemos esperar os próximos dias e a razão para estarmos fazendo isso é de que queremos ter certeza de que já passou tempo suficiente da lesão, para podermos ter um diagnóstico mais preciso.”

Colocar Romo no roster não atrapalharia muito o time. Sete jogadores estarão inativos em dias de jogo de qualquer forma.

Romo não precisa de cirurgia, genericamente falando, um osso quebrado leva no mínimo seis semanas para curar.

O jogador e o time desejam evitar o que aconteceu na última temporada. A franquia não deseja acelerar o seu processo de recuperação e colocá-lo na posição de machucar suas costas novamente.

Romo machucou sua clavícula esquerda no ano passado contra Filadélfia, em 20 de Setembro. Foi falado que ele perderia pelo menos oito semanas de jogo. Tony voltou dia 22 de Novembro contra Miami, fraturando o mesmo ombro contra Carolina quatro dias depois, encerrando assim sua temporada.

Apesar da última fratura ser algo isolado, Romo já passou por uma cirurgia de hérnia de disco, duas fraturais transversais nas costas e um teve um cisto removido de sua espinha.

Apesar de Romo retornar no meio de Outubro ou algumas semanas depois, o destino do time repousa nas mãos do calouro Dak Prescott.

Ele terá o veterano Mark Sanchez, que treinou com o time pela primeira vez nessa segunda feira, como seu reserva.

O destino do quarterback titular será decidido essa semana, enquanto Prescott e Sanchez lideram os treinos.

Stephen Jones, VP Executivo do time, disse que Romo está determinado a fazer o que for preciso para retornar aos gramados. Além disso, ele disse que é uma pena acontecer esse tipo de coisa à Tony, porém a única coisa que eles não estão preocupados nessa história toda é de Romo se tornar frágil com a situação. Ele é determinado, e quando ele voltar, o time estará pronto para brigar.

 

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Foto: Charles Rex Arbogast / AP Photo

Havia um lugar onde Ezekiel Elliott gostaria de jogar. Uma linha ofensiva que ele queria correr atrás.

Pelo visto, o sentimento era mútuo.

O Cowboys classificou a estrela de Ohio State como número 1 em seu Draft Board na noite de quinta-feira, e a organização chegou a um consenso em selecionar Elliott com a quarta escolha geral, de acordo com Jason Garrett.

A ligação do seu novo técnico deixou o jogador emotivo.

“Ele disse, ‘Zeke, você será um Cowboy'”, disse Elliott. “Quando eles me disseram isso pela primeira vez na ligação, eu apenas, eu meio que fiquei perdido, deixei meu celular cair e quase desabei em lágrimas, mas me recompus, andei pela mesa e abracei minha família.”

Para Elliott, Dallas era o “primeiro lugar” na sua lista de desejos pré-Draft. O principal motivo? A linha ofensiva com três seleções para o All-Pro (Tyron Smith, Zack Martin e Travis Frederick).

“O Cowboys tem a melhor linha ofensiva da liga, e isso é um sonho de qualquer running back“, disse.

O Cowboys tem uma visão, também: um prospecto do nível de Elliott ditando o mesmo tipo de ritmo físico e uma fundação de um ataque que definiu uma temporada 12-4 dois anos atrás, quando o ataque terminou em segundo na liga em jardas terrestres.

Em Ohio State, Zeke atingiu 100 jardas terrestres em 22 de seus 39 jogos em três temporada. Ele anotou 23 touchdowns terrestres como um junior em 2015. Ele é um RB completo que consegue estar em campo em todas as três descidas, mostrando muita força, velocidade, paciência e visão como corredor, mãos firmes como recebedor e uma técnica sólida como um pass blocker.

“Um jogador como esse te permite jogar em um certo estilo”, disse Garrett. “Isso pode ter um impacto positivo nos outros jogadores do ataque. Um grande corredor, um grande jogo terrestre que ajude o quarterback, isso ajuda os recebedores porque você acaba tendo muitas defesas preparadas para a corrida, que te coloca favorável para os receivers. E espero que com mais tempo o ataque ficar em campo, mais você tem jogadas no ataque e menos na defesa, e isso permite a sua defesa jogar em um nível mais alto.”

“Isso é parecido com o que jogamos uns anos atrás quando corremos bem com a bola e isso teve um impacto positivo em todos no time. Nós acreditamos que Zeke nos dá uma chance de fazer isso.”

Darren McFadden jogou muito bem nas 11 partidas que jogou como titular, terminando a temporada com 1.000 jardas pela segunda vez na carreira. O Cowboys contratou o veterano Alfred Morris como um RB complementar, e embora ele talvez comece a temporada na PUP list, Lance Dunbar pode ser uma ameaça versátil no backfield quando se recuperar de uma lesão no joelho sofrida em outubro do ano passado.

Todos esses jogadores podem ter uma função diferente no ataque, mas o Cowboys claramente vê Elliott como um jogador de talento especial com habilidades que podem impactar o ataque tanto quanto tirar a pressão da defesa.

E Elliott está ansioso para esse desafio.

“Eu acho que posso ser um workhorse“, disse. “Acho que no fim do último quarto ou em terceiras descidas, você sabe que ninguém vai ter algo pra se preocupar quando você está gastando o relógio.”

Elliott fez exatamente isso para o Buckeyes quando era um sophomore na final do futebol americano universitário de 2014-15. Ele ccoreu para 246 jardas e quatro touchdowns na vitória por 42-20 sobre Oregon no norte do Texas.

AT&T Stadium é agora sua casa.

“É realmente estranho como as coisas acontecem”, disse. “Eu estou muito familiarizado com a ‘Jerrylândia’, e eu acho que terei bons números lá. Estou ansioso para voltar para a Jerrylândia e dar um show.”