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Morris Claiborne

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Foto: Cal Sport Media via AP Images

Se vocês estão familiarizados com textos de outros sites, principalmente os estrangeiros, em épocas perto do Draft, verá que uma das coisas mais comuns além dos mock drafts é olhar para os antigos drafts.

Como sempre, teremos casos de jogadores que poderíamos ter selecionado e que estouraram em outros times e também acertos, obviamente. O único problema é que não podemos crucificar escolhas pelo que os jogadores são agora. Diante da qualidade que foi mostrada pelos jogadores e pelo que se esperava da evolução deles, não era problema colocar Richard Sherman e Antonio Brown como escolhas de 6ª rodada, por exemplo.

Aqui, faremos apenas uma simples análise sobre cada uma das escolhas do Dallas Cowboys no Draft de 2012. Ao longo dos próximos dias, a análise será feita com todos os últimos cinco drafts.

Sem mais delongas, vamos ao Draft de 2012:

 


 

CB Morris Claiborne

  • Rodada:
  • Número da Escolha: 6ª escolha geral

 

Morris Claiborne entrou no Draft de 2012 como um dos melhores prospectos da última década. Claiborne era comparado não só com Patrick Peterson, cornerback que veio da mesma universidade que ele (LSU), como também chegou a ser comparado com Deion Sanders em relação a potencial. Considerando o fato de que Mo também retornava chutes em LSU, você já pode saber de onde veio a comparação.

Foi por esse motivo que o Dallas Cowboys trocou sua escolha original de primeira rodada (14ª) e a escolha de segunda rodada para selecioná-lo. Apesar da escolha não ter sido criticada na época, Claiborne nunca correspondeu as expectativas. As constantes trocas de coordenadores defensivos prejudicaram sua evolução, assim como suas constantes lesões. Após um bom ano em 2016, Claiborne deixou Dallas e assinou com o New York Jets para a temporada de 2017.

Valeu a pena a escolha? Não.

 


 

DT Tyrone Crawford

  • Rodada: 3ª
  • Número da Escolha: 81ª escolha geral

 

Vindo de Boise State, Tyrone Crawford veio na terceira rodada do Draft para suprir os problemas no interior da linha defensiva. Apesar de ter perdido toda a temporada de 2013 por conta de uma lesão grave no tendão de Aquiles, Crawford jogou além do que se esperava dele.

Mais do que um possível titular, Crawford se tornou um dos pilares da linha defensiva e peça chave na posição de defensive tackle. O salário dado por Jerry Jones ao jogador para sua renovação pode ser contestado sim, mas é inegável dizer que Crawford superou as expectativas que tinha quando chegou ao Dallas Cowboys.

Valeu a pena a escolha? Sim.

 


 

LB Kyle Wilber

  • Rodada: 4ª Rodada
  • Número da Escolha: 113ª escolha geral

 

A partir desse momento no draft, você já precisa avaliar com calma o que se espera dos jogadores. Vindo no meio de uma quarta rodada, Kyle Wilber chegou com a expectativa de ser ao menos um reserva útil e assim ele foi ao longo de sua carreira em Dallas.

Chegando a jogar tanto de linebacker como defensive end, Wilber foi e ainda é o famoso “quebra-galho” em Dallas por um bom tempo, ajudando inclusive no time de especialistas. Por mais que ele possa ser criticado por seu desempenho em campo, não podemos dizer que ele não correspondeu com o que era esperado dele no momento da escolha.

Valeu a pena a escolha? Sim.

 


 

S Matt Johnson

  • Rodada: 4ª Rodada
  • Número da Escolha: 135ª escolha geral)

 

Se você já acompanhava o Dallas Cowboys nessa época, você já via relatos de que Matt Johnson era um safety muito promissor e que poderia valer muito mais do que a escolha de quarta rodada que o Dallas Cowboys usou nele. Só havia um problema: sua condição física.

Havia preocupações em relação as constantes lesões de Johnson durante seu período em Eastern Washington e elas se mostraram corretas ao longo da estadia de Johnson em Dallas. Com inúmeras lesões e de todos os tipos possíveis, Matt Johnson esteve no Dallas Cowboys por dois anos e não jogou nenhuma partida. Nenhuma. Depois de se lesionar novamente antes da temporada de 2014, o time o dispensou. Sem conseguir nenhum outro time, Matt Johnson se aposentou em 2015.

Valeu a pena a escolha? Não.

 


 

WR Danny Coale

  • Rodada: 5ª Rodada
  • Número da Escolha: 152ª escolha geral

 

Precisando de um recebedor para jogar ao lado de Miles Austin e Dez Bryant e também para suprir a perda de Laurent Robinson, o Dallas Cowboys confiou em Danny Coale na 5ª rodada para ajudar Tony Romo. Assim como Matt Johnson, Coale também sofreu com lesões.

Depois de não jogar a temporada de 2012, Coale se lesionou novamente antes da temporada de 2013. Naquele momento, o jogador perdeu espaço para outro wide receiver que estava se destacando: Cole Beasley. O resto é história.

Danny Coale foi dispensado em 2013 e nunca mais voltou a estar no elenco principal de outro time da NFL.

Valeu a pena a escolha? Não.

 


 

TE James Hanna

  • Rodada: 6ª Rodada
  • Número da Escolha: 186ª escolha geral)

 

Quando o Dallas Cowboys selecionou James Hanna, o time via no jogador um tight end bom em recepções e ruim nos bloqueios, acredite se quiser. Naquele momento, Martellus Bennett havia deixado o time e faltava peças na posição de tight end para fechar o elenco. E foi aí que Hanna entrou.

Ao contrário do que se esperava, James Hanna não só foi um mero jogador de compor elenco como evoluiu de uma forma muito acima do esperado. Apesar de não receber muitos passes, Hanna aperfeiçou as técnicas de bloqueio e vem sendo um jogador muito útil em determinadas formações do ataque. Saudável, ele é hoje o primeiro reserva de Jason Witten. Nada mal, não?

Valeu a pena a escolha? Sim.

 


 

LB Caleb McSurdy

  • Rodada: 7ª Rodada
  • Número da Escolha: 222ª escolha geral

 

Por ter sido selecionado no fim da sétima e última rodada do draft, McSurdy não poderia se dar ao luxo nem de ter sua vaga no elenco principal garantida. Apesar disso, era esperado que o jogador pudesse mostrar uma evolução ao longo dos anos para poder tentar ser útil ao time no futuro.

Assim como outros jogadores da classe do time nesse draft, McSurdy lidou com lesões. Em seu ano de calouro, o linebacker rompeu os ligamentos do joelho e perdeu toda a temporada. Ao competir por uma vaga no time em 2013, o jogador acabou levando a pior e foi dispensado antes mesmo da temporada.

Depois de rodar em alguns practice squads na liga, o jogador decidiu se aposentar.

Valeu a pena a escolha? Não.

 


 

Undrafted de destaque

A ideia aqui era citar apenas um nome que o Dallas Cowboys contratou ao fim do draft e que acabou dando certo, mas não podemos deixar de falar dois nomes e você vai ver o motivo.

O primeiro deles foi Cole Beasley. Vindo de SMU, Beasley chegou sem nenhuma pretensão ao time e acabou ganhando espaço com a lesão de Danny Coale. Com o tempo, Beasley foi se consolidando no time e hoje é um dos principais slot receivers de toda a NFL.

Além de Beasley, outro nome precisa ser mencionado. Trata-se de Ronald Leary, titular na linha ofensiva até o ano passado. Apesar do potencial, os times tiveram medo em selecionar Leary no draft por conta de um problema no joelho. Em Dallas, Leary superou obstáculos e se tornou titular da melhor linha ofensiva dos últimos anos. Em 2017, Ronald Leary será um dos guards mais bem pagos da NFL pelo Denver Broncos.

Entre os jogadores undrafted do Dallas Cowboys em 2012, também vale mencionar o running back Lance Dunbar, útil ao time até 2016. Em 2017, o jogador defenderá o Los Angeles Rams.

 


 

Conclusão

Nas sete escolhas do Dallas Cowboys no Draft de 2012, três corresponderam as expectativas e quatro falharam. Dentre todas, a mais importante foi a de Morris Claiborne, que não só não rendeu o esperado como também custou ao time uma escolha extra de segunda rodada. Considerando as declarações de Jerry Jones que o LB Bobby Wagner, que estaria disponível na escolha original do time na segunda rodada, era o alvo principal do time na rodada, ver o fracasso de Claiborne é ainda mais doloroso.

Ainda assim, o draft rendeu boas peças ao time e que contribuem até hoje. Tyrone Crawford é titular na posição de defensive tackle até hoje, enquanto James Hanna se tornou um TE importante no atual esquema ofensivo do time. Por fim, Kyle Wilber se tornou um bom jogador para compor elenco e também acabou sendo uma boa escolha.

No lado das decepções, podemos ver um só motivo em comum: lesões. Além de Claiborne, Matt Johnson, Danny Coale e Caleb McSurdy sofreram com lesões que atrapalharam a adaptação e a evolução ao futebol americano profissional. É injusto também criticar o departamento médico do Dallas Cowboys por isso, visto que alguns deles já haviam tido problemas iguais no futebol americano universitário.

O que fez o draft se tornar acima da média foram os jogadores não draftados. Cole Beasley se tornou um dos recebedores mais perigosos de toda a NFL, enquanto Ronald Leary se firmou como um dos melhores guards da liga e elevou o patamar da então péssima linha ofensiva do Dallas Cowboys. Lance Dunbar, quando esteve em campo, sempre se mostrou muito útil ao time.

Por mais que esse draft seja sempre lembrado pela decepção em Morris Claiborne, podemos ver que há muitos pontos positivos que merecem ser valorizados até hoje.

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Foto: James D. Smith / Dallas Cowboys

O preço de Morris Claiborne aparantemente estava acima do que o Dallas Cowboys poderia pagar.

Embora o time tenha tentado manter o cornerback no time, o jogador estava pedindo 7,5 milhões de dólares por ano, algo que Dallas não poderia oferecer. O Baltimore Ravens chegou a demonstrar interesse em oferecer US$5 milhões por ano ao jogador, mas acabou mudando de ideia e contratou Brandon Carr.

Essa mudança fez com que o New York Jets, outro time que tinha interesse em Carr, avançasse por Morris Claiborne. O contrato foi o mesmo que o Ravens teria oferecido se não optassem por outro com Brandon Carr.

Tradução: “O Jets está contratando o ex-Cowboys Morris Claiborne em um acordo de um ano e 5 milhões de dólares por fonte. Mais do que Dallas ofereceu. Acordo para o jogador se provar.”

A NFL finalmente viu em 2016 o que Morris Claiborne é capaz de fazer depois de ser constantemente lembrada por seus problemas com lesões. Foram 40 jogos perdidos desde que foi selecionado na primeira rodada do Draft de 2012.

Depois de estourar e jogar sete partidas como um dos melhores cornerbacks da liga em 2016, Mo sofreu outra lesão que o tirou de metade da temporada. Claiborne voltou apenas na fase divisional dos playoffs.


Confira o vai-e-vem do Dallas Cowboys na free agency clicando aqui.

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O Dallas Cowboys chegou a um acordo com cornerback veterano Nolan Carroll nesta sexta-feira. O jogador de 30 anos receberá um contrato de 10 milhões de dólares por 3 anos, de acordo com uma fonte.

Carroll passou suas primeiras 4 temporadas com o Miami Dolphins e as últimas 3 no Philadelphia Eagles. São 54 jogos em sua carreira, incluindo os 16 da última temporada pelo Philadelphia Eagles.

Carroll tem 8 interceptações, 221 tackles e 47 passes desviados em sua carreira. Em 2016, teve uma interceptação, 10 passes defendidos e 41 tackles.

Com o contrato de Carroll, é possível dizer os atuais cornerbacks Morris Claiborne e Brandon Carr estejam de saída. Os dois encontraram times interessados a pagar valores maiores  do que os Cowboys estão dispostos a pagar.

Carr nunca correspondeu a altura o contrato milionário que assinou em 2012. Foram apenas 7 interceptações em 5 temporadas. O jogador nunca perdeu nenhum dos seus 80 jogos, entretanto.

Claiborne chegou a Dallas através da sexta escolha do draft de 2012. Mesmo tendo jogado sua melhor temporada em 2016, o jogador perdeu 6 partidas por conta de lesão. Ao todo, Claiborne perdeu 33 dos 80 jogos possíveis em sua carreira.


Confira o vai-e-vem do Dallas Cowboys na free agency clicando aqui.

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Foto: Louis DeLuca / The Dallas Morning News

Enquanto dois rivais da NFC Leste contrataram novas armas para seus quarterbacks, os jogadores da secundária do Dallas Cowboys continuam deixando o time.

Apesar dos esforços, o time ainda não renovou com nenhum jogador da posição. Pior: perdeu jogadores. Barry Church está para assinar com o Jacksonville Jaguars, enquanto J.J. Wilcox já atraiu interesse do Tampa Bay Buccaneers e do Seattle Seahawks.

Agora, Morris Claiborne pode ser outro a abandonar o barco. De acordo com informações de Matt Miller, do Bleacher Report, Claiborne interessa ao Baltimore Ravens.

Tradução: “Fui dito que o #Ravens tem interesse no CB Morris Claiborne”

Já Jamison Hensley, da ESPN, deu ainda mais informações sobre o interesse de Baltimore no jogador.

Tradução: “Claiborne é um dos CBs que eu projetei que encaixariam na faixa de preço do Ravens. Baltimore precisa adicionar qualidade na posição de CB na free agency.”

Tradução: “Ravens ainda na briga para manter o NT Brandon Williams e contratar o CB Morris Claiborne do Cowboys. Isso resolveria grandes necessidades na defesa”

Claiborne falhou em ficar em campo ao longo de sua carreira, perdendo 33 de 80 jogos possíveis por conta de lesões. Na última free agency, Mo não conseguiu achar um time interessado nele e acabou retornando ao Cowboys em um contrato de um ano.

Pelo pouco espaço na folha salarial, o Cowboys não está em condições de entrar em um leilão por um jogador. A regularidade de Brandon Carr dá a ele uma vantagem na hora de renovar o contrato sobre Claiborne, algo que já foi analisado aqui no Blue Star Brasil (clique aqui).


Confira o vai-e-vem do Dallas Cowboys na free agency clicando aqui.

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Foto: Matthew Emmons / USA TODAY Sports

Faltando pouco tempo para o começo da free agency, os assuntos lidados são sempre os mesmos. Para onde vai Tony Romo? Quem deve ser escolhido na primeira rodada do draft? Como o Dallas Cowboys vai resolver o problema do pass rush?

Mas entre todos os problemas, um está sendo muito pouco falado. Ao menos, não sendo falado tanto quanto ele merece ser. Trata-se da secundária.

Dos cinco titulares, entre cornerbackssafeties, três estarão sem contrato em algumas semanas. Pra variar, o time não tem condição suficiente no teto salarial para renovar com todos os jogadores. Então, quem deve ser a prioridade?

O primeiro a ser discutido é Barry Church. Um dos pilares da defesa nas últimas temporadas, ele é certamente a prioridade da secundária. Com um preço certo, uma renovação com ele será extremamente bem-vinda e ajudará bastante a secundária. Mas… e os cornerbacks?

Brandon Carr e Morris Claiborne estão sem contrato para a próxima temporada e é sobre eles o título dessa matéria.

Morris Claiborne tem 27 anos, idade em que os jogadores da NFL costumam ter seu auge na carreira. Brandon Carr terá 31 anos quando a temporada começar, idade que alguns jogadores já começam a ter uma queda de rendimento.

Por isso, já se poderia dizer que manter Mo seria a melhor opção, não é mesmo? Mas há outros fatores que podem dizer o contrário.

Carr e Claiborne chegaram em Dallas no mesmo ano, em 2012. De lá pra cá, Claiborne jogou 47 partidas, sendo 43 como titular. Já Carr jogou todas as 80 partidas do Dallas Cowboys no período, todas como titular. Enquanto Claiborne sofreu várias e várias lesões no período, Carr se manteve saudável durante todo esse período.

Além disso, o valor de mercado dos dois jogadores será considerado. Pelo fato de ser mais novo, é mais provável que Morris Claiborne peça mais por uma renovação do que Brandon Carr, e isso é mais um problema para sua renovação.

Somando a carreira dos dois no Dallas Cowboys, Brandon Carr oscilou muito menos que Morris Claiborne e foi muito mais confiável e regular dentro de campo. Somando ao fato de que Brandon Carr é visto como um líder de vestiário pela comissão técnica, a tendência deve ser que ele seja prioridade em relação a Morris Claiborne.

E calma, não xinguem o Carr por mero capricho. O problema do jogador nunca foi somente a qualidade em campo, e sim sua qualidade levando em conta o salário que ele ganhava. Com um salário menor e mais acessível, principalmente nesse mercado inflacionado de cornerbacks, Brandon Carr seria uma ótima opção para renovação.

Já o Morris Claiborne? Também seria, sem dúvidas. Suas incógnitas, no entanto, o afastam de um possível contrato maior oferecido pelo próprio time. O jogador pode ter uma gratidão com o time, afinal foi o Cowboys o único a se interessar por ele na free agency da última temporada, e acabar pedindo um salário menor para renovar. Isso certamente facilitaria muito a permanência do jogador, mas não há nenhuma garantia.

Por ora, o foco do time na secundária deve ser manter Barry Church e Brandon Carr. Morris Claiborne também merece um esforço para ficar, mas o time não pode fazer loucuras pelo jogador. Afinal, temos Anthony Brown e Orlando Scandrick no elenco, além de poder buscar opções por outros caminhos.

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Você provavelmente se deparou com essa série de vídeos navegando por aí nas redes sociais. Em mais uma ação de marketing genial, o Dallas Cowboys fez vídeos de cada jogador para contar suas próprias histórias de superação e o seu preparo para o jogo contra o Green Bay Packers.

Devido ao alto número de pedidos e a grande qualidade desses vídeos realizados pelo time, resolvemos traduzi-los e disponibilizá-los à vocês. Alguns nós já publicamos em nossa página no Facebook, mas abaixo vocês verão outros em exclusividade e somente aqui, no Blue Star Brasil.

ANTES DE ASSISTIR, UM AVISO: Não esqueça de ativar as legendas, já que elas não estão embutidas no vídeo. Clique na engrenagem no canto inferior direito do vídeo e de lá ative as legendas!

Agora sim, vamos à eles:

 

QB Dak Prescott


Problemas para assistir? Então veja no YouTube clicando aqui.


LB Sean Lee


Problemas para assistir? Então veja no YouTube clicando aqui.


CB Morris Claiborne


Problemas para assistir? Então veja no YouTube clicando aqui.


WR Dez Bryant

 


CB Brandon Carr

 


WR Cole Beasley

 


K Dan Bailey

 


RB Lance Dunbar

 


OT Tyron Smith

 


TE Keith Smith

 


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cornerback Morris Claiborne e os defensive ends Tyrone Crawford e DeMarcus Lawrence estão para voltar a jogar contra Green Bay, Sábado, no AT&T Stadium.

As costas de Lawrence impediram-no de jogar os últimos quatro jogos da temporada regular.

Em uma entrevista para a KRLD-FM, Jerry Jones disse que DeMarcus está pronto para o jogo, assim como ele esteve toda a temporada. O dono do time também disse que eles só tem que ver até onde o jogador consegue aguentar.

Crawford perdeu os útlimos dois jogos em razão de uma lesão no ombro e outra no tendão.

“Meu ombro e minhas costas eu não sei, mas com relação as minhas pernas, me sinto muito bem. Porém, eu estou pronto para jogar, não importa como eu esteja me sentindo no momento. Eu vou esquecer disso quando chegar a hora do jogo e estarei pronto para entrar em campo” disse Tyrone.

Morris Claiborne sofreu uma lesão na virilha durante a semana 8 da temporada regular. O jogador perdeu os últimos nove jogos, tendo retornado aos treinos na última semana. Claiborne não acredita que esteja enferrujado para o jogo, devido ao grande número de jogos perdidos pelo mesmo.

“É tudo uma questão mental.  É tudo sobre o que você pensa disso e como você lida com isso. Na minha cabeça, dentro dos meus pensamentos, eu estou indo para ser dominante no campo de jogo.” disse o defensor.

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Foto: Mike Roemer / AP

Quando perguntaram a Morris Claiborne se alguma Hail Mary já foi completado em sua direção, ele pensou por um segundo. Então, o jogador bateu rapidamente nas paredes do vestiário, logo atrás dele.

“Bate na madeira”, respondeu.

Mesmo após alguém dizer que aquela parede não era, de fato, madeira, ele foi rápido em responder.

“É como se fosse”.

quarterback Aaron Rodgers completou as três últimas tentativas de Hail Mary nos últimos 13 meses, incluindo um passe no fim do primeiro tempo, no último domingo. Seu passe de 42 jardas contra os Giants para as mãos de Randall Cobb resultou em um touchdown e deu ao time de Green Bay uma vantagem de 14 a 6 no intervalo.

A frequência do feito não surpreende o cornerback Brandon Carr.

“[Isto acontece] porque eles têm um bom quarterback”, disse Carr.

A defesa dos Giants deixaram Cobb ficar por trás na end zone, e o lance acabou dando certo para o recebedor.

“É preciso se posicionar bem”, disse Carr. “Colocar corpo a corpo. É preciso disciplina nesta jogada. Um cara que pule. É preciso cada um marcar homem a homem.”

Rodgers lançou um TD de 61 jardas para Richard Rodgers em um jogo eletrizante em 3 de dezembro de 2015 para uma improvável vitória sobre os Lions. Em seguida, mandou outro passe de 41 jardas para Jeff Janis contra os Cardinals, já nos playoffs.

“É uma jogada para saltar”, continuou Carr. “É livre para todos. Você tem que fazer todo o possível para não deixar o adversário pegar a bola.

Claiborne acredita que os Cowboys trabalharão jogadas de Hail Mary esta semana, mas ele insiste que esta prática não é tão incomum.

“Acredite ou não, nós trabalhamos nela quase todos os dias”, disse Mo. “Quando isto acontece a algum time, o treinador Garrett faz um bom trabalho, pois ele traz até nós na semana seguinte, e já estamos trabalhando nisto.”

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Foto: Dallas Cowboys

Morris Claiborne treinou pela primeira vez na última semana desde o fim de outubro, o que deixou o dono e gerente geral do Cowboys, Jerry Jones, bem esperançoso. Jones antecipou o retorno do cornerback veterano para o jogo de playoffs contra o Green Bay Packers.

“Ele vai estar um pouco enferrujado por conta do tempo fora”, disse Jones na terça-feira para a rádio 105,3 The Fan. “Mas alguma das coisas que ele faz você não pode ensinar. E não vieram necessariamente pela experiência. Esses são seus dons naturais, e nós vamos nos beneficiar deles.”

“Nós certamente sabemos que ele está jogando no seu nível mais alto de sua carreira antes desse contratempo, a sua lesão. Eu espero que ele consiga retomar do momento que ele parou. Isso é provavelmente bem otimista, mas certamente estaremos melhor com ele lá no campo do que estaríamos se ele estivesse só assistindo o jogo.”

Claiborne, que perdeu os últimos nove jogos da temporada regular com uma lesão na virilha, está entre vários jogadores de defesa do Cowboys que devem voltar no domingo.

defensive tackle Terrell McClain (tornozelo), o defensive end Tyrone Crawford (ombro/coxa), o defensive end DeMarcus Lawrence (costas) e o defensive tackle Cedric Thornton (tornozelo) também voltaram a treinar durante a parte aberta para a mídia nessa última semana. Lawrence e Thornton perderam os últimos três jogos da temporada.

O Cowboys vem tentando lidar com a lesão nas costas de Lawrence. Ele jogou 13 snaps no dia 11 de dezembro contra o New York Giants antes de não jogar nos três jogos restantes.

“Ele realmente está pronto como esteve toda a temporada e nós estamos vendo como ele lida com isso”, disse Jones.

Uma volta de Lawrence e Crawford daria para a defesa sua dupla de defensive ends titular pela primeira vez desde o meio de dezembro.

linebacker Justin Durant, que perdeu os últimos dois jogos com uma lesão no cotovelo, não treinou na parte aberta do treino semana passada. O Cowboys volta a treinar nessa quarta-feira.

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Foto: Louis DeLuca / The Dallas Morning News

O texto abaixo é uma tradução de um texto de Bryan Broaddus, colunista no site oficial do Dallas Cowboys


É bom deixar bem claro desde o começo: o que os Packers fizeram para chegar a até esse momento é absolutamente excepcional. Aaron Rodgers tem basicamente carregado esse time nas costas, ganhando sete jogos seguidos e colocando eles em um dos lugares do jogo de domingo da rodada divisional da NFC, contra os Cowboys.

Não é possível diminuí-los em nada e os Packers são claramente o time mais quente nesse lado dos playoffs. Mas é janeiro. E se você sabe alguma coisa sobre o clima no Texas, o ar quente pode se tornar frio rapidamente.

Isso não quer dizer que não deve se reconhecer uma sequência de sete vitórias liderada por um quarterback do calibre de um MVP. Mas não vamos nos esquecer do outro lado da moeda.

Estamos falando de um time de futebol americano que ganhou 11 jogos seguidos em um determinado ponto da temporada. Ninguém era mais quente do que eles, até que encontraram um time que soube enfrentá-los e descobriu como esfriá-los.

Ninguém está tentando fazer previsões ousadas aqui – pelo menos ainda não. Mas a narrativa nesse momento é o quanto espetacularmente Rodgers tem jogado e como deve se descartar por completo a vitória dos Cowboys por 30-16 lá em outubro.

Por que? Bem, possivelmente esse jogo deve ser desconsiderado porque Green Bay está jogando muito melhor. É justo. Mas também é bom relembrar que os Cowboys melhoraram igualmente. Está listada cinco razões para comprovar – sem nenhuma ordem especifica – porque esse time dos Cowboys é uma equipe muito melhor do que aquela que ganhou dos Packers no Lambeau Field em 16 de outubro.

 

1 – Agora jogará em casa

Claro, os Cowboys são o bom time de futebol americano jogando fora de casa. Pode-se até chamá-los de uma grande equipe, considerando que eles conseguiram 6 vitórias e 2 derrotas longe do AT&T Stadium, com uma derrota para os Eagles em um último jogo de temporada completamente inexpressivo. Mas nos playoffs, o mando de campo parece ter um peso maior. Nos últimos oito jogos dos Cowboys nos playoffs, o time da casa ganhou sete vezes, com uma única exceção acontecendo na rodada divisional de 2007, contra os Giants. Estar em casa tem sido de grande importância na história recente também, já que os Cowboys ganhou seus dois últimos jogos em casa nos playoffs e perdeu seus últimos dois jogos fora de casa. Obviamente, os playoffs são diferentes do que uma temporada regular, mas as coisas estavam terríveis para os Packers naquele momento e a torcida da casa não conseguiu ajudar o time a conseguir a vitória. O melhor time ganhou naquele dia, apesar de estar fora de casa.

 


2 – Melhora na rotação da linha defensiva

Se teve uma jogada que foi marca registrada – outra que a Hail Mary – na vitória de Green Bay no domingo, foi aquela em que Rodgers rodeou dentro do pocket por oito segundos, antes de achar seu alvo na end zone. Esse tipo de tempo dentro do pocket destruirá qualquer defesa. Os Cowboys não têm sido o melhor time da NFL em atingir o quarterback, mas houve uma melhora, ultimamente. Por mais que essa unidade tenha se lesionado nas últimas semanas, domingo ela deverá estar bastante saudável. Quando você leva em consideração a maneira como David Irving vem jogando no momento, unido a jogadores saudáveis como DeMarcus Lawrence, Terrell McClain e Cedric Thornton, essa deve ser a melhor rotação que os Cowboys teve o ano inteiro. Além disso, Maliek Collins está jogando em um nível muito mais alto nesse momento também, dando aos Cowboys oito jogadores completos que podem potencialmente perturbar Rodgers – pelo menos mais do que foi visto em outubro.

 


3 – Defesa com quatro cornerbacks

Na mesma tese do que falado sobre a linha defensiva, o mesmo pode ser dito, mas ainda mais forte, sobre os cornerbacks. Lá em outubro, os Cowboys jogaram sem Orlando Scandrick, mas tinha Morris Claiborne e Brandon Carr na equipe titular. Foi um dos primeiros jogos em que realmente foi visto muito da promessa chamada Anthony Brown. Ainda não se viu jogar junto todos esses quatro cornerbacks em alto nível. Se Claiborne conseguir retornar a forma que se espera dele, isso dá aos Cowboys o melhor quarteto de cornerbacks deles – não somente nessa temporada, mas em muitos anos. Contra Rodgers e o jogo para lançamento de passes, não há momento mais oportuno para ter seu melhor conjunto de cornerbacks em campo.

 


4 – Bem vindo de volta, Dez

Os Cowboys não somente esmagaram os Packers pelo chão, ao correr para 191 jardas, mas ao passar para 233 jardas com Cole Beasley, Brice Butler e Terrance Williams envolvidos nas jogadas. Ele fizeram isso sem que Dez Bryant estivesse em campo. Sem dúvida, ele faz diferença na forma como os Packers irão tentar marcá-lo. E se eles fizerem tudo similar ao que foi visto com Odell Beckham Jr. no domingo, onde dois defensores geralmente marcavam ele como um punt gunner, isso somente trará benefícios aos Cowboys no longo prazo. A presença de Bryant tem de ser contabilizada e se os Cowboys foram capazes de acumular 424 jardas fora de casa sem ele, eles devem ser capazes de fazer ainda melhor com ele em campo.

 


5 – A experiência triplicada de Dak

Quando Dak Prescott entrou em campo contra os Packers, ele tinha feito somente cinco jogos em sua carreira. Quando for a campo no domingo, ele terá 16. Ele triplicou sua experiência de jogo desde o último encontro. E a parte mais assustadora para os Packers era que Prescott esteve muito bem naquele dia no Lambeau. Ele não parecia ser um novato com somente cinco jogos como titular.  Assim como Rodgers tem jogado muito melhor, Prescott está fazendo o mesmo. Ele continua cuidando da bola, enquanto escolhe os lugares para fazer os lançamentos lá no campo. Sua precisão tem sido estranha em alguns jogos, e ele, finalmente, vem cada vez mais utilizando suas pernas.

 


Estas não são cinco razões pelas quais os Cowboys irão ganhar o jogo. Mas sim, são cinco razões que devem ser lembradas e que mostram que esse time tem sido muito bom desde outubro também. 

Os Packers ganharam sete jogos em sequência. OK, mas os Cowboys também estão com 6 vitórias e 1 derrotas nos últimos sete jogos que eles tentaram ganhar.

E se for falado algo como “Bem, eles acabaram de ganhar do único que os Cowboys não conseguiram derrotar”, então é bom não esquecer que os Cowboys derrotaram os Packers também.

No final, todos sabemos como funciona. Aaron Rodgers vai a Dallas no domingo e com ele, virá junto seu ataque efervescente e eles devem parecer um pouco diferente do que foi visto há alguns meses atrás.

Mas é melhor que estejam melhores se eles quiserem vencer. Porque os Cowboys estarão muito melhor também.